Programa Cidadãos Ativ@s / Active Citizens Fund
22 Fevereiro, 2019

Fundação Gonçalo da Silveira implementa projeto “Educação para a Cidadania”

A Fundação Gonçalo da Silveira, em consórcio com o Centro de Investigação para o Desenvolvimento Humano da Universidade Católica Portuguesa, é a Organização Não-Governamental escolhida para implementar nos próximos três anos o projeto “Educação para a Cidadania”, da iniciativa do Programa Cidadãos Ativ@s.

Escolhida entre 14 candidaturas, será a Fundação Gonçalo da Silveira a concretizar este projeto alinhado com a Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania. O projeto tem como objetivo geral fomentar uma mudança sistémica na educação para a cidadania e reforçar o papel das organizações da sociedade civil nas políticas públicas e na promoção de uma sociedade mais tolerante e envolvida.

Ao Centro de Investigação para o Desenvolvimento Humano da Universidade Católica Portuguesa (CEDH-UCP), que integra o consórcio para implementação deste projeto, caberá a criação de uma métrica para avaliar o “nível de cidadania” dos alunos, contribuindo desta forma para o desenho de programas que deem resposta às necessidades dos estudantes e para a medição do impacto das ações de educação para a cidadania.

Com uma duração de 36 meses, o projeto “Educação para a Cidadania” tem início previsto para março deste ano e conclusão em fevereiro de 2022.

Desde 2007 que a Fundação Gonçalo da Silveira desenvolve um trabalho continuado no âmbito da Educação Formal, na vertente da Educação para a Cidadania, com foco específico na Educação para o Desenvolvimento e na Educação para a Cidadania Global, tendo sido convidada para integrar a equipa responsável pela construção do “Referencial de Educação para o Desenvolvimento – Educação Pré-Escolar, Ensino Básico e Ensino Secundário”, aprovado pelo Governo em agosto de 2016 e publicado em janeiro de 2017.

O júri que selecionou a proposta apresentada pela Fundação Gonçalo da Silveira foi constituído por representantes da Fundação Calouste Gulbenkian, da Fundação Bissaya Barreto e por um perito externo a ambas as instituições.

Atualização em 03 Abril 2019