Lugar

Fábrica de Projetos

Projeto participativo com escolas do primeiro ciclo

Depois de Márcio Carvalho, a segunda edição do projeto Lugar acolhe Fidel Évora como artista residente. Num processo colaborativo com os alunos das escolas do Agrupamento Marquesa de Alorna, em Lisboa, e com a equipa de mediação, o artista propõe uma reflexão a propósito do cinquentenário do 25 de Abril, em torno de questões de identidade e pluralidade, tais como: Quantas camadas tem um eu? Um eu pode ser feito de nós? O que é identidade(s)? Que identidades tem um país? O que é(são) cultura(s)? Que culturas(s) tem um país? O que é uma revolução? Que revoluções nos faltam fazer?

Centrado na ideia de lugar enquanto espaço de construção de identidade, de relação de memória e de poder, este projeto abraça, como ponto de partida, uma sociedade plural com múltiplas vozes e o desenvolvimento de um pensamento crítico e criativo, fomentador de debate, imaginação e criação.

Coordenado por Andreia Dias da área de educação, mediação e participação do CAM – Centro de Arte Moderna Gulbenkian, esta segunda edição tem a duração de um ano letivo – 2023/2024 – e envolve 142 alunos de seis turmas do 3.º e 4.º anos. Os professores Bruno Fernandes, Catarina Matos, Conceição Ramos, Sílvia Lino, Taís Kabat Holtz e Vera Camacho, as mediadoras Mariana Faria e Andreia Coutinho, e o artista Fidel Évora participam ativamente no desenho e desenvolvimento deste projeto. As sessões quinzenais vão culminar numa instalação coletiva a apresentar publicamente em junho de 2024.

Enquanto parte da programação da Fábrica de Projetos, Lugar é um projeto participativo que incide na área da cidadania, direitos humanos e justiça social. Num terreno partilhado entre o museu e a escola, tendo a arte como linguagem de pensamento e explorando novos caminhos possíveis para a educação artística no mundo contemporâneo, Lugar investe em valores como a empatia, a inclusão, a equidade, a interculturalidade e a democracia.

A Fábrica de Projetos tem desenhado propostas educativas para a promoção de lugares de cruzamento e diálogo entre o museu e a escola, assumindo questões de cidadania como campo de trabalho – reforçando o papel cívico das instituições culturais – e a educação artística como eixo estruturante.

 

 

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