Peer Gynt
Concertos de Domingo
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Data
- 11:00 / Cancelado 11:00 / Esgotado domingo, 11:00
- 15:00 / Cancelado 15:00 / Esgotado domingo, 15:00
Local
Grande Auditório Fundação Calouste GulbenkianEste concerto será transmitido aqui em direto no dia 17 de maio, às 15:00.
- Maestro
- Apresentação
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Orquestra Gulbenkian
Em 1962 a Fundação Calouste Gulbenkian decidiu estabelecer um agrupamento orquestral permanente. No início constituído apenas por doze elementos, foi originalmente designado por Orquestra de Câmara Gulbenkian. Ao longo de sessenta anos de atividade, a Orquestra Gulbenkian (denominação adotada desde 1971) foi sendo progressivamente alargada, contando hoje com um efetivo de cerca de sessenta instrumentistas, que pode ser expandido de acordo com as exigências de cada programa. Esta constituição permite à Orquestra Gulbenkian interpretar um amplo repertório, do Barroco até à música contemporânea. Obras pertencentes ao repertório corrente das grandes formações sinfónicas podem também ser interpretadas pela Orquestra Gulbenkian em versões mais próximas dos efetivos orquestrais para que foram originalmente concebidas, no que respeita ao equilíbrio da respetiva arquitetura sonora.
Em cada temporada, a Orquestra Gulbenkian realiza uma série regular de concertos no Grande Auditório, em Lisboa, em cujo âmbito colabora com os maiores nomes do mundo da música, nomeadamente maestros e solistas. Atua também com regularidade noutros palcos nacionais, cumprindo desta forma uma significativa função descentralizadora. No plano internacional, a Orquestra Gulbenkian foi ampliando gradualmente a sua atividade, tendo efetuado digressões na Europa, na Ásia, em África e nas Américas. No plano discográfico, o nome da Orquestra Gulbenkian encontra-se associado às editoras Philips, Deutsche Grammophon, Hyperion, Teldec, Erato, Adès, Nimbus, Lyrinx, Naïve e Pentatone, entre outras, tendo esta sua atividade sido distinguida, desde muito cedo, com diversos prémios internacionais de grande prestígio. O finlandês Hannu Lintu é o Maestro Titular da Orquestra Gulbenkian, sucedendo a Lorenzo Viotti.
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Anton Holmer
Maestro
O maestro sueco Anton Holmer é amplamente reconhecido pelo seu trabalho meticuloso e sensibilidade estilística, o que lhe valeu rapidamente o reconhecimento profissional tanto na Suécia como internacionalmente. Mantém uma relação próxima com a Orquestra Filarmónica Real de Estocolmo, que dirige por duas vezes em 2025/26. Outros destaques da presente temporada incluem as estreias com a Orquestra Nacional Belga e a Orquestra Gulbenkian.
Anteriormente, colaborou com a Filarmónica Real de Liège, a Ópera Real Sueca, a Sinfónica da Rádio Sueca, a Orquestra Nacional de Lyon, a Sinfónica de Gotemburgo, a Orquestra Nacional de Metz, a Sinfónica de Gävle, a Orquestra de Câmara Sueca, a Sinfonietta de Västerås e a Sinfonietta de Jönköping.
Nos últimos anos, tem trabalhado em estreita colaboração com o seu compatriota e lendário maestro Herbert Blomstedt, tanto na Suécia como no estrangeiro. Com um interesse particular pelas interpretações historicamente informadas em instrumentos modernos, tem sido elogiado pelas suas interpretações do repertório de finais do século XVIII.
De 2021 a 2023, foi Maestro Assistente da Orquestra Nacional de Lyon. Foi bolseiro da Real Academia Sueca de Música e recebeu também a Bolsa Crusell para jovens maestros, em 2021. Foi semifinalista no Concurso Nicolai Malko, com a Sinfónica Nacional Dinamarquesa (2021) e no Concurso de Direção Donatella Flick, da Orquestra Sinfónica de Londres (2018).
Anton Holmer estudou direção de orquestra com Per Borin na Universidade de Música e Artes Cénicas de Estugarda. Frequentou também as masterclasses de Bernard Haitink e Jorma Panula. Antes de se dedicar exclusivamente à direção de orquestra, estudou órgão, piano e direção coral no Royal College of Music de Estocolmo e no Conservatório Nacional Superior de Lyon. Concluiu também um mestrado em órgão pela Musikhochschule Stuttgart. Fluente em seis línguas, é também um artesão apaixonado que fabrica as suas próprias batutas de direção.
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Raquel Saraiva
Fagote / Contrafagote
Raquel Saraiva iniciou os estudos de fagote em Coimbra com José Pedro Figueiredo. É licenciada pela ESMAE, onde estudou com H. Kesteman e Pedro Silva. Concluiu o mestrado na Musikhochschule de Lübeck com Pierre Martens. NO âmbito do programa Erasmus, frequentou a Academia Norueguesa de Música, em Oslo, onde se aperfeiçoou com Dag Jensen. Realiza atualmente uma pós-graduação na Universidade Mozarteum, em Salzburgo, com Marco Postinghel.
Tocou com várias orquestras, incluindo: Junge Deutsche Philharmonie, Orquestra de Jovens da União Europeia, Gustav Mahler Jugendorchester, Sinfónica de Bamberg, Philharmonisches Orchester der Hansestadt Lübeck, Sinfónica NDR de Hamburgo, Deutsche Kammerphilharmonie Bremen, Orquestra de Câmara de Munique, Orquetra da Rádio de Munique, Sinfónica da Rádio da Baviera, Orquestra de Câmara Portuguesa e Orquestra Gulbenkian. Foi academista da Sinfónica da Rádio SWR de Estugarda e bolseira da Fundação Gulbenkian. Foi premiada nos concursos Prémio Jovens Músicos, 5th International Academic Oboe and Bassoon Competition Łódź e Concurso de Interpretação do Estoril. De 2014 a 2018 foi Solista B na orquestra do Staatstheater am Gärtnerplatz, em Munique. É 2.º Solista da Orquestra Gulbenkian desde 2018.
Edvard Grieg
Camille Saint-Saëns
Piotr Ilitch Tchaikovsky
Paul Dukas
A música pode transcender o som para contar histórias que marcam a imaginação. Grieg conduz-nos pelas aventuras de Peer Gynt, anti-herói norueguês que desafia os lendários trolls das florestas escandinavas. Saint-Saëns evoca os mortos numa dança macabra ao som de um violino à meia-noite. Dukas encanta-nos com os desastres cómicos de um jovem que ousa brincar com magia. Por fim, Tchaikovsky transporta-nos para o mundo encantado de O Lago dos Cisnes, onde o amor e a transformação se entrelaçam numa fábula inesquecível.
Este concerto será transmitido em direto na Cidade da Praia, em Luanda e em Maputo. Esta iniciativa, promovida através do programa Parcerias com África, integra as comemorações dos 70 anos da Fundação Gulbenkian e pretende aproximar o público da música clássica nestes países lusófonos. Saber mais
Mecenas Gulbenkian Música
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