• Paris: Librairie L. Conquet, 1901
  • Inv. LM334
  • N.º 12 de uma tiragem de 150 exemplares

«Le roman de la momie»

Ilustrações de Alexandre Lunois (1863-1916), gravadas por Léon Boisson (1854-?)
Meia-encadernação de H. Mérienne (século XX)

O romantismo de Gautier encontra nas composições originais de Alexandre Lunois, gravadas a buril e a água-forte por Léon Boisson, a perfeita tradução pictórica numa lógica de ekphrasis. O volume na Coleção Gulbenkian contém três séries de provas de estado das gravuras, «avant la lettre» com apontamentos nas margens, e «avec la lettre» no texto. O presente exemplar conserva a capa da brochura original, sendo que a encadernação encomendada a Merienne, posterior à aquisição da obra, data de 1924.

Le roman de la momie foi publicado pela primeira vez em folhetim, em 1857, vindo a lume no ano seguinte sob chancela da editora Hachette, tornando-se logo um enorme sucesso. A história da bela egípcia Tahoser e do seu amor funesto por um judeu, tragicamente interrompido pelo próprio faraó de quem se tornará esposa, é-nos narrada após o descobrimento do seu sarcófago por um lorde inglês e por um arqueólogo alemão.

Adquirido por Calouste Gulbenkian, por intermédio de Henri Leclerc, na venda da Coleção Stilling, Paris, 1920.

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