• Paris: Maison Quantin, 1889
  • Papel velino; encadernação em marroquim verde-escuro, decorada com motivos florais
  • Inv. LM251
  • N.º 5, exemplar único de uma edição de 100 exemplares

«La mare au diable»

Ilustrações de Edmond Adolphe Rudaux (1840-?)
Encadernação assinada por Émile Carayon (1843-1909)

Como acontece em muitas edições de bibliófilo, este exemplar de La mare au diable é enriquecido com a inclusão de séries de provas de estados das gravuras (duas), incluindo a água-forte pura, que servem de ilustração à novela. No caso presente, as composições de Edmond Adolphe Rudaux surgem tanto extra-texto, no início de cada capítulo, como na cabeça da página, num total de dezassete aguarelas originais. A encadernação da autoria de Émile Carayon, decorada com um padrão de motivos florais estilizados, encontra-se assinada na contracapa superior.

George Sand, pseudónimo de Amantine-Lucile-Aurore Dupin, escritora romântica, ficou sobretudo conhecida pelas suas novelas campestres. La mare au diable é exemplo maior da forma como autora reconhece o amor como valor fundamental para ultrapassar as adversidades impostas quer pela diferença de classes quer pelas convenções sociais vividas por personagens simples, mostrando nostalgia por uma inocência perdida.

Adquirido por Calouste gulbenkian, por intermédio de L. Giraud-Badin, na venda da Coleção Descamps-Scrive, Paris, 1925.

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