• Paris: Librairie de l’édition nationale, 1895
  • Papel velino; encadernação jansenista em marroquim «La Vallière»
  • Inv. LM99A
  • Exemplar único

«La fille Elisa»

Desenho original e ilustrações de Pierre-Georges Jeanniot (1848-1934)
Encadernação assinada por Marius Michel (1846-1925)

A edição adquirida por Calouste Gulbenkian, datada de 1895, é ilustrada com composições concebidas a água-forte por Pierre-Georges Jeanniot (1848-1934), desenhos aguarelados para as composições extratexto e esboços à pena para as ilustrações inseridas no texto, alguns realçados a cor. O artista franco-suíço, grande admirador de Degas, é ainda responsável por uma aguarela original representando a heroína da novela. As figuras extratexto em 8, 10 e 12 estados diferentes sobre papel da Holanda incluem águas-fortes puras, provas com apontamentos nas margens, «bons à tirer» [boas para tiragem] e provas a sanguínea e a preto e branco. As vinhetas do texto encontra-se em 3 estados, incluindo os «bons à tirer» sobre papel-da-china e um estado «avant la lettre» sobre papel-japão «pelure». Os esboços originais e os diferentes estados fazem parte de um volume separado (LM99/B).

La fille Elisa, vinda a lume em 1877, é uma das quatro novelas publicadas por Edmond de Goncourt após a morte de seu irmão Jules. O escritor terá visitado uma prisão feminina tendo aí recolhido inspiração para escrever a história da prostituta condenada à morte pelo assassinato de um soldado que fora seu amante.

Adquirido por Calouste Gulbenkian, por intermédio de L. Giraud-Badin, na venda da Coleção Descamps-Scrive, Paris, 1925.

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