O Desejo Final – A Coleção Reunida
Quando reconstruiu a sua casa na Avenue d’Iéna, em Paris, Calouste Gulbenkian pretendia albergar ali toda as suas obras de arte.
Quando reconstruiu a sua casa na Avenue d’Iéna, em Paris, Calouste Gulbenkian pretendia albergar ali toda as suas obras de arte.
Depois de passar por diversas cidades ao longo da vida, que razões terão levado Gulbenkian a escolher Lisboa como local onde deixar o seu legado?
Calouste Gulbenkian era um homem do mundo e os destinos longínquos fascinavam-no. É por isso evidente que o colecionador se tenha rendido à arte da China e do Japão.
Calouste Gulbenkian e René Lalique criaram uma relação tão próxima que este chegou a fazer um projeto especial para a casa de Gulbenkian na Avenue d’Iéna, em Paris.
A arte europeia do século XVIII desde cedo fascinou Calouste Gulbenkian. Atraía-o o virtuosismo artístico, a nobreza dos materiais e a proveniência dos objetos, muitos de origem real.
Ao longo da sua vida, Calouste Gulbenkian reuniu um notável conjunto de têxteis, que vão da Índia mogol à França do século XVIII.
Quando entram no Museu Gulbenkian, os visitantes estão longe de imaginar as viagens feitas pelas obras de arte que encontram.
A arte da miniatura, da caligrafia e da encadernação, na Coleção Gulbenkian, conjugam-se de diversos modos, refletindo os contextos em que foram criados.
O que levaria Gulbenkian a comprar uma casa e não a desfrutar? Seria a enigmática casa no número 51 da Avenue d’Iéna já um estudo para um Museu?
O extraordinário episódio das compras ao Hermitage e as negociações secretas que enriqueceram com obras-primas a coleção Gulbenkian.
Calouste Gulbenkian, Howard Carter, a Egiptomania e as antiguidades que hoje se encontram na galeria de arte egípcia do Museu.
Em jovem, Calouste Gulbenkian comprou um conjunto de moedas no bazar de Istambul. Afinal foi assim que começou a coleção?