Devemos alimentar as aves silvestres?
Esta pergunta não tem uma resposta simples. Julieta Costa, da Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves (SPEA), explica as razões.
Esta pergunta não tem uma resposta simples. Julieta Costa, da Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves (SPEA), explica as razões.
A madeira morta é fundamental para a manutenção e recuperação da biodiversidade local, defende a bióloga Ana Maria Pereira
Com a chegada do verão, a principal preocupação do mestre-jardineiro e da sua equipa é, sobretudo, garantir que a água chegue a todas as plantas que dela necessitam.
A primavera é uma altura de esplendor em qualquer jardim. As plantas estão em crescimento acelerado, as flores atraem aves e insetos e todo o Jardim parece vibrar de vida e alegria!
A manutenção do Jardim Gulbenkian é uma tarefa muito importante, que requer uma atenção diária e que varia ao longo do ano. O mestre-jardineiro António Graça é um dos responsáveis por essa manutenção e fala-nos sobre os desafios e as curiosidades de manter um jardim como este.
António Gomes da Costa, bioquímico e comunicador de ciência, explica-nos qual é a curiosa origem deste aroma tão característico.
Cada ave tem a sua melodia – uma importante pista para as identificarmos quando se escondem no meio das árvores e arbustos.
A natureza parece abrandar durante a estação mais quente do ano. Terminada a época de namoro, as aves andam mais silenciosas, muitas flores já secaram, uma boa parte dos insetos escondem-se e abrigam-se do calor. Mas procurando atentamente, num jardim ainda há muitas coisas a acontecer. Fica aqui o desafio para procurar estas cinco.
As andorinhas e andorinhões são aves icónicas em Portugal e, para muitos, são os arautos da primavera. Saiba mais sobre estas aves, as migrações, os seus alimentos e como ajudar.
Para levantarmos o véu que cobre este mundo vasto e ainda tão desconhecido, falámos com três investigadoras que desde há muito estudam este tema. Cristina Cruz, Teresa Dias e Silvana Munzi, da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa (FCUL), ajudam-nos a perceber melhor quais são os inúmeros organismos que vivem no solo e como os podemos proteger.
Os dias são curtos, a humidade aumenta, há dias de chuva, vento, e as temperaturas descem. O mundo natural fica em repouso. Mas será que é mesmo assim?
Nesta visita orientada por João Eduardo Rabaça, investigador e professor da Universidade de Évora, vamos em busca de cinco espécies “magníficas” deste espaço verde no centro de Lisboa, presentes em muitos outros parques e jardins por todo o país.
Nesta versão self-service para o 1.º ciclo, propõem-se várias atividades explicadas e demonstradas através de videotutorias e enunciados para o professor, disponibilizados junto de cada vídeo.
António Graça conhece as suas rugas e humores, a maneira como crescem as plantas, a data em que caem as folhas ou chegam as aves migratórias. É uma paixão.
Quando Vasco Wellenkamp começou a dançar no que que viria a ser o Ballet Gulbenkian, as árvores do Jardim ainda não existiam. Ouça as suas memórias…
João Eduardo Rabaça, professor e investigador da Universidade de Évora, explica que espécies de rapinas noturnas habitam em Portugal e como é importante andarmos de olhos e ouvidos bem atentos.
A investigadora Susana Gonçalves explica como são importantes os fungos e dá-nos várias pistas para a sua conservação.
Fascinado com o momento inicial, onde tudo foi possível, o ator e encenador percorre o Jardim onde parece vislumbrar personagens do Sonho de uma noite de Verão.
O investigador Jorge Palmeirim explica como são importantes estes mamíferos voadores, que muitas vezes passam despercebidos nas vilas e cidades.
Vê no Jardim uma paleta auditiva onde a alma se pode renovar. Sabia que aqui organizou um concerto onde os pássaros tinham lugar na partitura?
Gonçalo Figueira, especialista em pirilampos, explica-nos o que podemos fazer para dar as boas-vindas a estes animais peculiares, caçadores de caracóis e lesmas.
Conhece plantas e árvores pelo nome e vive em permanente estado de curiosidade. Esta é uma paixão que permanece, apesar de ter dedicado a vida à economia.
O investigador José Teixeira explica como são importantes estes animais de que muitas vezes nem nos apercebemos.
Namorou, estudou, fez ensaios, “experimentou quedas” no Jardim, fez espetáculos, passeou com a filha e com amigos. O Jardim Gulbenkian faz parte da obra de Olga Roriz.