Mundo Flutuante. Estampas Japonesas «Ukiyo-e»

Calouste Gulbenkian reuniu um notável acervo de arte japonesa. Esta faceta menos conhecida do colecionador é explorada nesta exposição, que apresenta um vasto número de estampas japonesas produzidas entre os séculos XVII e XIX, intituladas «ukiyo-e» – termo que significa «imagens do mundo flutuante» e se refere aos prazeres efémeros da vida quotidiana.
Calouste Gulbenkian amassed a remarkable body of Japanese art. This lesser-known facet of the collector is explored in this exhibition, which presents a vast number of Japanese prints produced between the 17th and 19th centuries – a term that means «images of the floating world» and refers to the ephemeral pleasures of everyday life.

No verão de 2023, o público lisboeta teve a oportunidade de visitar esta exposição dedicada às estampas japonesas multicolores em xilogravura. Produzidas durante o período Edo, também conhecido como «xogunato Tokugawa», datam maioritariamente dos séculos XVIII e XIX. A constelação de estampas que esteve patente na Galeria de Exposições Temporárias do Museu Gulbenkian de 23 de junho a 30 de outubro de 2023 incluiu uma centena de obras de grande qualidade, escolhidas entre as cerca de 250 estampas adquiridas por Calouste Gulbenkian entre 1911 e 1923 para a sua coleção privada de arte.

Com o objetivo de destacar esta parte específica da Coleção Gulbenkian, Jorge Rodrigues, conservador sénior do Museu Gulbenkian, deu o impulso original e executou o projeto em conjunto com duas curadoras externas, a italiana Francesca Neglia (La Sapienza, Università di Roma) e a americana Hannah Sigur (FCSH, Universidade Nova de Lisboa), especialista em arte e cultura japonesas. Tanto a investigação como a exposição beneficiaram da complementaridade das suas competências científicas e profissionais, uma dimensão também revelada pela qualidade dos ensaios que publicaram para o catálogo da exposição.

Encarregada de analisar as dimensões caligráficas e literárias das estampas ukiyo-e (antecedentes literários, influências, significado e interações com as imagens), Hannah Sigur foi convidada por Jorge Rodrigues a integrar o projeto no âmbito de uma bolsa que recebeu da Gulbenkian. Francesca Neglia foi responsável pela investigação e documentação das séries e estampas selecionadas para as três primeiras secções da exposição e, como tal, produziu a maioria dos textos curtos que acompanham as obras. Utilizados tanto na exposição como no catálogo, estes textos oferecem explicações relativas ao contexto de produção das estampas, ao seu repertório iconográfico e temático, bem como ao seu significado histórico.

Concebido e realizado num período de apenas seis meses, o projeto ganhou complexidade e sofisticação graças aos contributos e à investigação das curadoras, mas também às preciosas contribuições de Makino Mitsunobu, paleógrafo e tradutor de japonês antigo do período Edo, que foi chamado por Hannah Sigur para descodificar os numerosos textos e poemas que figuram nas estampas, lado a lado com as imagens.

A expressão japonesa «ukiyo-e», que integra o título da exposição, significa «imagens do mundo flutuante» (ukiyo) e remete para os conceitos de água, movimento e suspensão. Refere-se a um conceito japonês tradicional extremamente complexo, com manifestações em diversos domínios das artes e da cultura, como a poesia, a literatura, o teatro, a pintura e a gravura. Originalmente, ukiyo tinha uma conotação budista – «mundo de sofrimento e transitoriedade» –, mas durante o período Edo (1603-1868) passou a evocar o mundo lúdico, efémero e sofisticado das diversões, espetáculos e prazeres que caracterizavam o estilo de vida e os costumes de um determinado segmento da sociedade japonesa.

Oferecendo uma amálgama de prazeres intelectuais, artísticos, sensoriais e físicos, o «mundo flutuante» situava-se no cruzamento entre a celebração da natureza, do teatro e da literatura, incluindo a poesia, as festividades e a prostituição. Desenvolveu-se nos centros urbanos e subúrbios de Edo, a atual Tóquio, proporcionava aos frequentadores desta sociedade marginalizada – ainda que fascinante – todo um espetro de experiências: da beleza imediata de jardins, árvores, flores e arquitetura, à expressividade extravagante do teatro kabuki e da literatura clássica, passando pela cerimónia contemplativa do chá, até ao entretenimento sexual oferecido por cortesãs belas e extremamente cultas.

A exposição apresentou obras de vários mestres importantes da xilogravura japonesa do estilo ukiyo-e, nomeadamente os célebres Utamaro (1753-1806), Hokusai (1760-1849), Hokkei (1780-1850), Hiroshige (1797-1858) e Eizan (1787-1867). Juntamente com as estampas, foram apresentados cinco livros ilustrados da coleção, com o objetivo de fornecer informações sobre a evolução histórica da gravura no Japão, utilizados principalmente para este tipo de publicações. A exposição também apresentou informações sobre a técnica tradicional de gravação em bloco de madeira, com um pequeno vídeo didático que mostra a colaboração entre artistas, entalhadores, gravadores e editores.

Uma vez que os mestres gravadores concebiam frequentemente as suas imagens quer em séries curtas, de dois ou três exemplares, para retratos e imagens da vida quotidiana, quer em séries maiores, de algumas dezenas, para representar paisagens e temas relacionados com festividades ou maravilhas japonesas (o monte Fuji, as cascatas, as estações de Tokaido ou paisagens de Edo ou de Quioto), os curadores selecionaram estampas da coleção maioritariamente integradas nos seus grupos ou conjuntos originais. Deste modo, os visitantes puderam apreciar algumas das estampas tal como foram originalmente concebidas, em dípticos, trípticos ou polípticos. Além dos conjuntos apresentados nas paredes ou em vitrinas horizontais, muitas obras foram expostas individualmente em molduras embutidas em paredes falsas.

Da autoria de Mariano Piçarra, o espaço expositivo foi dividido em secções, pintadas num negro profundo e num vermelho quente, criando simultaneamente um contraste e uma atmosfera envolvente, elegante e contemplativa. Com uma iluminação ténue, intimista e de ângulos bem definidos, adequada à fragilidade das obras, cada estampa era valorizada pelo cuidado particular posto na sua apresentação. Estas estampas individuais, selecionadas pela elevada qualidade da sua execução e pelo seu estado de conservação, testemunham a prática generalizada no mercado da arte de vender separadamente obras concebidas como partes integrantes de séries.

Como em qualquer coleção de arte histórica, a repetição de temas e as omissões revelam o gosto e a personalidade do colecionador, traço que se verifica também na coleção de estampas reunida por Calouste Gulbenkian, na qual se percebe a predileção por certos temas em detrimento de outros, cuja exclusão ou omissão se torna explícita.

A beleza feminina e a natureza destacam-se como temas de eleição na Coleção Gulbenkian, que reúne vários exemplos das magníficas paisagens criadas pelos grandes mestres. As suas visões diferenciadas da natureza constituíram a secção de abertura da exposição, que incluiu duas estampas emblemáticas de Hokusai, pertencentes à sua icónica e monumental série Trinta e Seis Vistas do Monte Fuji [Fugaku sanjurokkei], produzida entre 1830 e 1833. Composta por 36 perspetivas diferentes do monte Fuji, esta obra pioneira e estilisticamente inovadora consagrou a paisagem como um género importante no domínio da gravura. A série alcançou um êxito sem precedentes, graças ao seu caráter idiossincrático e variado, às cores intensas, ao uso revigorado do azul-da-prússia, às composições ousadas e à originalidade dos pontos de vista do artista sobre a montanha sagrada – cuja aparência muda constantemente.

Os visitantes puderam ainda admirar duas estampas de outra série de Hokusai, intitulada Uma Viagem por Cascatas em Várias Províncias [Shokoku takimeguri] (1833), bem como duas estampas da série Vistas Excecionais das Pontes Célebres de Todas as Províncias [Shokoku meikyō kiran] (1834). Merece também destaque a estampa dinâmica e poética de Hiroshige Cerejeiras em Flor em Arashiyama, da série Vistas Célebres de Quioto [Kyoto meisho no uchi] (1834).

Além destas paisagens, a exposição reuniu diversas estampas que retratam festividades anuais, imagens urbanas e cenas do quotidiano no universo hedonista e culto do mundo flutuante e das suas áreas de diversão e bordéis. Estes temas compõem a parte mais numerosa e marcante da Coleção Gulbenkian, abrangendo uma grande variedade de tópicos literários, míticos e profanos.

A segunda, terceira e quarta secções da exposição apresentaram conjuntos selecionados de estampas relacionados com estes temas, intitulando-se, respetivamente, «Uki-e: Imagens em perspetiva», «O mundo flutuante de Yoshiwara», referente a uma zona de bordéis autorizada em Edo, e «A rede literária do ukiyo-e, documentada por Hannah Sigur. Estas três áreas evidenciam os diferentes géneros e tendências das imagens ukiyo, à luz da evolução da sociedade japonesa da época.

A segunda secção da exposição apresentou imagens uki-e, estruturadas segundo a tradição artística ocidental da perspetiva geométrica e linear. A presença holandesa no Japão ao longo dos três séculos do período Edo poderá justificar estas composições à la mode occidentale. Apesar desta influência ocidental – resultante da circulação de objetos decorativos, livros, gravuras e pinturas europeias –, as imagens uki-e mantêm-se centradas em temáticas e espaços relacionados com o mundo flutuante. Nesta secção, foi exposta num único painel a série de doze paisagens de Edo, da autoria de Utagawa Toyoharu (1735-1814), que retrata locais célebres da cidade e as principais atividades e festividades associadas a cada mês do ano.

A terceira e a quarta secções da exposição centraram-se em representações de mulheres. Incluíam exemplos de retratos de corpo inteiro e de meio-corpo de cortesãs de alto nível e de artistas femininas, bem como das suas ocupações estéticas e refinadas – vestir, comer, ler, escrever, dançar, tocar música ou desfilar durante as festividades e celebrações, envergando trajes e penteados ricamente ornamentados. Destacam-se as sumptuosas estampas de Katsukawa Shunsen (1762-c. 1830), retiradas da sua série Oito Vistas de Edo (c. 1810-1820) [Edo hakkei no uchi], e de Katsukawa Shunsho (1726-1793), da série Mulheres Belas de Yoshiwara Desfilando no Festival do Crisântemo (c. 1810). Esta secção incluía ainda estampas requintadas de Kikugawa Eizan (1787-1867), como Duas Mulheres Sentadas, da série Cinco Conjuntos de Mulheres tão Belas quanto as Flores de Íris [Hana-ayame gonin-zoroi] (c. 1811), e o seu políptico em cinco estampas, Procissão na Ponte Azuma de Edo [Toto Azuma-bashi gyoretsu] (séculos XVIII-XIX).

O género okubi-e consiste em retratos de meio-corpo de mulheres atraentes e enérgicas. A exposição incluiu cinco retratos da autoria de Kitagawa Utamaro (1753-1806), todos marcados por uma forte componente psicológica e uma sensualidade palpável. Estas representações de mulheres de bordéis são acompanhadas de pequenos textos próximos das suas cabeças, que visam enaltecer os temperamentos e as qualidades de cada uma – funcionando, assim, como manuais ou catálogos de escolha.

Na quarta secção, dedicada às ligações entre as estampas ukiyo-e e a literatura, os visitantes descobriram também a importância dos surimono, edições luxuosas e exclusivas de estampas do «mundo flutuante» realizadas em madeira e destinadas às elites. Altamente sofisticadas e feitas com materiais preciosos, como pigmentos de ouro e prata, eram geralmente produzidas para celebrar os melhores poemas e criações literárias de cada ano. Estiveram patentes várias estampas surimono de um dos primeiros e mais célebres discípulos de Hokusai, Totoya Hokkei (1780-1850), juntamente com outras estampas especiais suas, representando, nomeadamente, rituais xintoístas tradicionais conduzidos por sacerdotes – Ritual de Colheita de Algas [Mekari no shinji] (1830) no Santuário Hayatomo.

Atendendo a que a exposição se dedicava ao género ukiyo-e, é significativo que estejam ausentes da Coleção Gulbenkian alguns dos seus temas mais emblemáticos. As razões para a ausência de estampas eróticas ou a sub-representação de imagens relacionadas com o teatro kabuki (menos de cinco exemplares num total de quase 250 estampas) permanecem difíceis de identificar – questão que levou a curadora Hannah Sigur a interrogar-se sobre estas omissões, apesar da centralidade destes temas no imaginário e na imagética do mundo flutuante. Durante os séculos XVIII e XIX, as estampas ukiyo-e, produzidas em grande escala, apresentavam frequentemente personagens e trajes kabuki extravagantes e codificados, bem como retratos de atores célebres, reconhecidos pela sua mestria e profundo conhecimento do repertório clássico. Em simultâneo, os mestres gravadores respondiam também à procura de imagens sugestivas e eróticas. Dotadas com frequência de um toque de humor, as shunga, também conhecidas como «imagens de fontes termais», constituíam uma componente essencial do universo ukiyo. O género floresceu antes da sua proibição no final do século XIX e ao longo do século XX.

Curiosamente, vários exemplos deste género específico foram apresentados na exposição organizada no Grand Palais, em Paris, em 2004, intitulada «Images du Monde Flottant. Peintures et estampes japonaises XVIIe-XVIIIe siècles». Dez anos mais tarde, o British Museum, em Londres, dedicou uma exposição inteira ao shunga, com 170 pinturas e gravuras, reafirmando a importância desta vertente na produção ukiyo-e e na história da arte japonesa. As estampas shunga apresentadas nestas exposições provinham de coleções públicas e privadas de Paris, Londres, Tóquio e Nova Iorque.

Para além das estampas, a exposição de Lisboa apresentou um conjunto de oito preciosas caixas lacadas e inrō, selecionadas da Coleção Gulbenkian. As tradicionais caixas inrō, todas datadas do período Edo, serviam para transportar pequenos objetos, como cachimbos, tabaco, instrumentos de escrita, selos de identidade ou medicamentos. Estes acessórios masculinos, que se penduravam no obi à cintura, eram profusamente decorados com técnicas sofisticadas e ostentavam com frequência motivos botânicos ou paisagísticos.

A última secção da exposição deu a conhecer ao público reflexões e informações sobre questões práticas de conservação e restauro relativas ao armazenamento da coleção de gravuras japonesas da Gulbenkian antes da abertura do Museu, em 1969, e à sua transferência. Previamente instalada no Palácio Pombal, em Oeiras, a coleção – juntamente com manuscritos e livros – sofreu danos causados pelas cheias de 1967. A exposição permitiu assim observar o trabalho dos especialistas em conservação, por meio de um pequeno vídeo sobre o meticuloso e delicado processo de restauro levado a cabo ao longo de vinte anos.

Os curadores apresentaram quatro palestras online, em articulação com a exposição «Mundo Flutuante. Estampas Japonesas Ukiyo-e». Nas duas primeiras sessões, as curadoras convidadas, Hannah Sigur e Francesca Neglia, abordaram temas e personagens icónicos das estampas japonesas. Na terceira, Jorge Rodrigues, curador sénior do Museu, refletiu sobre o modo como Calouste Gulbenkian reuniu a sua coleção de gravuras. A última sessão foi dedicada às questões de conservação, com Rui Xavier, coordenador de conservação preventiva do Museu, a apresentar o trabalho pioneiro de restauro desenvolvido após as dramáticas cheias de 1967. As atividades paralelas incluíram ainda dois ateliês de gravura, dois ateliês de desenho e visitas guiadas, orientadas pelos curadores.

A exposição recebeu cerca de 50 mil visitantes, com uma média diária de 359. O interesse, a recetividade e a satisfação do público foram amplamente positivos. O relatório da exposição destaca o seu acolhimento entusiástico por parte da crítica, salientando o tema, a seleção de obras, a qualidade da informação fornecida e a vertente educativa do projeto. O catálogo, publicado em português e em inglês (com uma tiragem de 300 exemplares por idioma), esgotou em ambas as línguas e foi distinguido com o Prémio APOM 2024 na categoria de «Melhor Catálogo».

«Mundo Flutuante. Estampas Japonesas Ukiyo-e» teve uma cobertura muito positiva nos media portugueses. Foram publicados diversos artigos em jornais de referência, como o Expresso (por Ana Soromenho), o Diário de Notícias (dois artigos de Guilherme d’Oliveira Martins) e o Sol (por José Cabrita Saraiva). A televisão nacional (RTP1 e RTP3) fez a cobertura da exposição, com entrevistas aos três curadores. Outras publicações, como o Jornal de Notícias, as revistas Follow Me e Spend In, e o semanário Tal & Qual dedicaram-lhe artigos. O evento foi ainda mencionado em várias rubricas sobre «as melhores exposições para visitar», nas revistas Sábado, Time Out e Agenda Cultural de Lisboa, bem como nos portais digitais Pportodosmuseus, Sapo e Revista Bica.

Katherine Sirois, 2024

In summer 2023, the Lisbon public had the chance to visit this exhibition dedicated to multicoloured Japanese woodblock prints. Produced during the Edo period, also known as the Tokugawa shogunate, they mostly date from the eighteenth and nineteenth centuries. The constellation of prints — on display in the Gulbenkian Museum Temporary Exhibitions Gallery from the 23rd of June until the 30th of October 2023 — included a hundred high-quality works chosen from the almost two hundred and fifty prints acquired by Calouste Gulbenkian between 1911 and 1923 for his private art collection.

Organised and delivered by Jorge Rodrigues, senior curator at the Gulbenkian Museum, alongside two external guest curators, the Italian Francesca Neglia (Sapienza, Università di Roma) and the American expert in Japanese art and culture, Hannah Sigur (FCSH, Universidade Nova de Lisboa), the project benefited from their scientific and professional expertise, also reflected in the depth and exceptional quality of the essays they wrote for the exhibition catalogue (2023, 207 pages).

The original impetus for the project came from Jorge Rodrigues, who aimed to highlight this specific and lesser-known facet of the Gulbenkian collection. Designed and realised within a very short timeframe of six months, input and research by the external curators, as well as valuable contributions by paleographer Makino Mitsunobu contributed to the complexity and sophistication of the project. The latter, one of the few translators of Edo period Japanese, was brought in by Hannah Sigur to decipher the numerous texts and poems that appear in the prints, alongside the images. Tasked with analysing the calligraphic and literary dimensions of the Japanese ukiyo-e prints (literary background, influences, meaning, and interaction with the images), Hannah Sigur was invited to join the project by Jorge Rodrigues, in the context of a Gulbenkian Fellowship. Francesca Neglia was responsible for researching and documenting the series and prints selected for the three first sections of the exhibition and produced most of the short captions that accompanied the works. Used both in the exhibition and in the catalogue, these texts refer to the context of production, iconographic repertoire and themes, and historical significance.  

The title “Mundo flutuante: estampas japonesas ukiyo-e” (“Floating World: Japanese Ukiyo-e Prints”), is composed of the Japanese expression “ukiyo-e”, meaning images (e) of the floating world (ukiyo), and its Portuguese translation “Mundo Flutuante”. The specific expression “Floating World”, or Monde Flottant in French, refers to a traditional and very complex Japanese notion used in various fields of arts and culture, such as poetry, literature, theatre, painting and printmaking.

Ukiyo”, which contains the ideas of water, movement and suspension, evokes the world of ephemeral and sophisticated amusements, entertainments and pleasures that characterised the lifestyle and customs of a certain segment of the Japanese society. Offering an amalgamation of intellectual, artistic, sensorial and physical delights, the Floating World existed at the crossroads between the celebration of nature, theatre and literature, including poetry, and festivities and prostitution. Existing in the urban centres and suburbs of Edo, present day Tokyo, and the surrounding area, it offered those who frequented this marginalised yet fascinating society a whole spectrum of pleasures, ranging from the immediate beauty of gardens, trees, flowers and architecture, to the flamboyant expressiveness of Kabuki theatre and classical literature, the contemplative tea ceremony and the sexual entertainment provided by beautiful and highly literate courtesans.
 
The exhibition showcased works by several great masters of the ukiyo-e style Japanese woodblock print, featuring the renowned Utamaro (1753-1806), Hokusai (1760-1849), Hokkei (1780-1850), Hiroshige (1797-1858) and Eizan (1787-1867). Along with the prints, five illustrated books from the collection were presented to provide information on the historical evolution of printmaking in Japan, first mainly used for publications of this type. The exhibition also provided information on the traditional woodblock printing technique, with a short educational video showing the collaboration between artists, carvers, printers, and publishers.

As master printmakers often designed their images as short series of two or three for portraits and images of daily life, or as larger series of a few dozen for landscapes and themes related to Japanese festivities and wonders such as Mount Fuji, the waterfalls, the stations of the Tokaido, festivals and views of Edo or Kyoto, the curators primarily selected prints from the collection that remained in their original clusters or groupings.

This allowed visitors to appreciate some of the prints as originally intended, in diptychs, triptychs or polyptychs. Along with the groupings presented on the walls or in horizontal display cabinets, many works were exhibited individually in flush-mounted frames built into the false walls. Designed by Mariano Piçarra, the exhibition space was divided into sections, painted deep black and warm red, simultaneously creating contrast and an engaging, elegant and contemplative atmosphere. With subdued, intimate and precisely-angled lightning, appropriate to the fragility of the works, each print was showcased sublimely. These single prints, selected for the high quality of their execution and their condition, bear witness to the widespread art market practice of selling works designed as integral parts of series separately.

As in any historical art collection, repeating themes and gaps reveal the collector’s taste and personality. Indeed, the collection of prints amassed by Calouste Gulbenkian highlights certain favourite themes, while explicitly excluding or neglecting others.

The topics of choice are female beauty and nature. Indeed, the Gulbenkian collection offers several examples of the magnificent landscapes typically produced by the greatest masters. Their distinctive visions of nature formed the opening section of the exhibition, which featured two significant prints by Hokusai, from his iconic and monumental Views of Mount Fuji series, produced between 1830 and 1833. Comprising a total of 36 different perspectives on Mt. Fuji, this pioneering and highly stylistic work by Hokusai established landscape as an important genre within the realm of printmaking. The series achieved unprecedented success thanks to its idiosyncratic and varied nature, intense colours, fresh use of “Prussian blue”, varied compositions and the originality of the artist’s viewpoints on the sacred mountain — constantly shifting appearance. Visitors could also admire two prints from another series by Hokusai entitled A Tour of Waterfalls in the Provinces, together with two prints from his Famous Bridges of the Provinces series (1834). Also worthy of note is the dynamic and poetic Hiroshige print entitled Cherry Trees in Blossom at Arashiyama, from the Famous Views of Kyoto series (circa 1834).

In addition to these landscapes, the exhibition included several prints depicting annual festivities, urban views and scenes from everyday life in the hedonistic and cultured milieu of the floating world and its entertainment districts and pleasure houses. These subjects form the largest and most striking part of the Gulbenkian collection, spanning a great variety of literary, mythical and profane themes.

Selected examples of prints featuring these subject matter form the second, third and fourth sections of the exhibition. Respectively entitled “Uki-e: Images in Perspective”, “The Floating World of Yoshiwara” (referring to a licensed pleasure district in Edo) and “The Literary Web of Ukiyo-e” (documented by Hannah Sigur), the three areas presented the different genres and trends in ukiyo images in terms of the evolution of Japanese society at that time.

The second area of the exhibition presented examples of uki images whose compositions are structured according to the Western artistic tradition of geometrical and linear perspective. The Dutch presence in Japan during the three centuries of the Edo period might explain these compositions “à la mode occidentale”. Despite this notable Western influence, caused by the free circulation of European decorative objects, books, engravings and paintings, the uki images focus on themes and spaces relating to the floating world. In this section, the series of twelve views of Edo by Utagawa Toyoharu, (1735-1814) depicting famous places in the city and the main occupations and festivities associated with each month of the year, (1780) was exhibited on a single panel.

The third and fourth sections of the exhibition focused on depictions of women. They contained multiple examples of full-length and half-length portraits of high-ranking courtesans and female entertainers and their aesthetic and refined occupations such as dressing, eating, reading, writing, dancing, music, and parading in specific locations during festivals and celebrations, with richly ornamented hairstyles and costumes. Particular highlights include sumptuous prints by Katsukawa Shunshen (active between 1800-1830), taken from his series Eight Views of Edo (1810-1820) and Katsukawa Shuncho (active between 1781-1801), from the series Beautiful Women parading during the Chrysanthemum Festival (1810). This section also featured exquisite prints by Kikugawa Eizan (1787-1867), including Two women seated from the series Women as Beautiful as Iris Flowers (1811) and his polyptych in five prints, Procession on the Azuma Bridge of Edo.

The okubi-e genre consists of half-length portraits of attractive and spirited women. Five portraits from the collection, by Kitagawa Utamaro (1754-1806), were included in the exhibition, all of them imbued with psychological character and palpable sensuality. These depictions of women from the pleasure houses are accompanied by short texts, which appear around their heads, praising their specific temperaments and qualities. As such, they functioned as guides or catalogues from which to choose.

In the fourth section, dedicated to the connections between ukiyo-e prints and literature, visitors also discovered the importance of surimono, luxurious and exclusive editions of woodcut prints, intended for the elites of the floating world. Highly refined and made using precious materials such as gold and silver pigments, they were typically produced to celebrate the best poems and literary creations of each year. Several surimono prints by one of Hokusai’s earliest and best-known students, Totoya Hokkei (1780-1850), were displayed together with other special prints by the artist, such as the depiction of traditional Shinto rituals performed by priests (The Seaweed-Gathering Ritual at Hayatomo Shrine, 1830).

Given that exhibition was entitled “Ukiyo-e”, and brought together images representing the Japanese notion of the floating world, there is a noticeable lack of certain popular themes from the Gulbenkian collection. Along with the total absence of erotic prints, images related to the Kabuki classical theatre are visibly under-represented, accounting for fewer than 5 prints out of a total of almost 250. While it is difficult to pinpoint the reasons for their absence from the collection, curator Hannah Sigur questions the omission of two topics central to the imagery and imagination associated with the floating world. Indeed, throughout the eighteenth and nineteenth centuries, mass produced ukiyo-e prints prominently featured flamboyant and codified Kabuki characters and costumes, as well as portraits of famous actors and performers, celebrated for their genius and stunning knowledge of the classical repertoire.

At the same time, master printmakers also responded to a demand for suggestive and erotic images. Often infused with humour, shunga, also known as “hot spring images” were an essential part of the ukiyo universe of pleasure and enjoyment. Before its prohibition by the late nineteenth and twentieth centuries, the genre was flourishing.

Interestingly, multiple examples of this specific genre of ukiyo images were showcased in the exhibition held at the Grand Palais in Paris in 2004, entitled Images of the Floating World. Japanese Paintings and Prints from the XVIIe-XVIIIe Centuries. Ten years later, the British Museum in London dedicated an entire exhibition to shunga, with 170 paintings and prints, which reaffirmed the importance of this specific genre within ukiyo-e production and Japanese art history at large. The shunga prints featured in both exhibitions mainly belonged to public and private collections in Paris, London, Tokyo and New York.

To complement the prints, the Lisbon exhibition also presented a series of eight precious lacquered boxes and inro selected from the Gulbenkian collection. The traditional inro cases, all dating from the Edo period, were used to carry small objects such as pipes and tobacco, writing tools, identity seals or medicine. These popular men’s accessories, which hung from the obi worn around the waist, were profusely decorated using sophisticated techniques and often featured landscapes and botanical motifs.

The final section of the exhibition offered visitors information and reflections on the practical conservation and restoration issues related to the storage of the Gulbenkian’s Japanese print collection prior to the opening of the museum in 1969, and their transfer. Previously housed at the Pombal Palace in Oeiras, the Japanese collection, together with other manuscripts and books, suffered damage when the city flooded in 1967. The exhibition offered an insight into the work of conservation experts, in the form of a short video on the delicate and painstaking restoration process carried out over an extended period of twenty years.

The curators offered four online talks to coincide with Floating World: Japanese Ukiyo-e Prints. In the first two sessions, the guest curators, Hannah Sigur and Francesca Neglia, discussed themes and iconic characters in Japanese prints. In the third session, Jorge Rodrigues, the Museum's senior curator, reflected on how Calouste Gulbenkian assembled his collection of prints. The final session was dedicated to conservation issues, and the Museum's preventive conservation coordinator, Rui Xavier, presented the pioneering restoration work successfully carried out following the dramatic floods of 1967. The parallel activities to this exhibition also included two printmaking workshops, two drawing workshops and guided tours led by the curators.

The exhibition welcomed a total of almost 50,000 visitors, an average of 359 per day. Overall public interest, reception and satisfaction were very positive. The exhibition report shows that it received great critical acclaim for its theme, the works selected, the information provided, and the educational dimension associated with the whole project. The catalogue, published in Portuguese (300 copies) and English (300 copies), sold out completely in both languages.

Floating World: Japanese Ukiyo-e Prints received very positive coverage in the Portuguese media. Many articles were published in major newspapers such as Expresso (by Ana Soromenho), Diário de Notícias (two articles by Guilherme d’Oliveira Martins), and SOL (by José Cabrita Saraiva). The National television broadcaster (RTP1 and RTP3) showed coverage of the exhibition, which included interviews with the three curators. Other publications, such as O Jornal de Notícias and the magazines Follow Me, Spend In and Tal e Qual published articles dedicated to the exhibition. Finally, the event was also featured in several “Best exhibitions to see” pieces, in Sábado, Timeout, Lisbon’s cultural Agenda, Porto dos Museus, Sapo (online) and Revista Bica (online). 


Ficha Técnica


Artistas / Participantes


Coleção Gulbenkian

Banki (Koikawa Harumasa)

Inv. 2424

Bunryusai

Inv. 1330

Desconhecido

Inv. 1311

Desconhecido

Inv. 1341

Desconhecido

Inv. 1353

Desconhecido

Inv. 1368

Desconhecido

Inv. 1378

Desconhecido

Inv. 1956A-H

Desconhecido

Inv. 2180C

Desconhecido

Inv. 2182

Desconhecido

Inv. 2173B

"Kegon no Taki"

EISEN, Keisai

"Kegon no Taki", Inv. 2028B

"Queda de água vista por trás"

EISEN, Keisai

"Queda de água vista por trás", Inv. 2028A

EISHI, Hosoda

Inv. 2175B

EIZAN, Kikugawa

Inv. 2008A/B

EIZAN, Kikugawa

Inv. 2009A/B

EIZAN, Kikugawa

Inv. 2011B

EIZAN, Kikugawa

Inv. 2021B

EIZAN, Kikugawa

Inv. 2022B

EIZAN, Kikugawa

Inv. 2027A-F

"Cinco flores de íris" ="HANA AYAME GONIN SOROI"

EIZAN, Kikugawa

"Cinco flores de íris" ="HANA AYAME GONIN SOROI", Inv. 2026A

"Delicadas pinturas de Chushingura Ga" = "FURYU CHUSHINGURA GA"

EIZAN, Kikugawa

"Delicadas pinturas de Chushingura Ga" = "FURYU CHUSHINGURA GA", Inv. 2023A

"Ono no komachi"

EIZAN, Kikugawa

"Ono no komachi", Inv. 2020A

"Procissão na ponte de Azuma-Edo"

EIZAN, Kikugawa

"Procissão na ponte de Azuma-Edo", Inv. 2025A-E

"Regresso dos barcos à casa do salgueiro" ="YANAGI-YA NO KIHAN"

EIZAN, Kikugawa

"Regresso dos barcos à casa do salgueiro" ="YANAGI-YA NO KIHAN", Inv. 2026B

"Segawa de Matsuba-ya no festival das cerejeiras em flor"

EIZAN, Kikugawa

"Segawa de Matsuba-ya no festival das cerejeiras em flor", Inv. 2024B

"The Koya Tamagawa"

EIZAN, Kikugawa

"The Koya Tamagawa", Inv. 2024A

A - "Pôr do sol. Seta"; B - "O sino da tarde, Mii Dera"

EIZAN, Kikugawa

A - "Pôr do sol. Seta"; B - "O sino da tarde, Mii Dera", Inv. 2012A/B

A - Noite chuvosa em Karasaki ; B - Regresso dos gansos, Katada

EIZAN, Kikugawa

A - Noite chuvosa em Karasaki ; B - Regresso dos gansos, Katada, Inv. 2010A/B

HARUNOBU, Suzuki

c.1769-69 / Inv. 2171

HARUNOBU, Suzuki

c. 1770 / Inv. 2172

" O rio Arashiyama Manka""

HIROSHIGE, Ando

" O rio Arashiyama Manka"", Inv. 2029

Cem desenhos de Korin ("Korin hyazuku")

Hōitsu Sakai

Cem desenhos de Korin ("Korin hyazuku"), Inv. 2393

HOKKEI, Toyota

Inv. 1999A

HOKKEI, Toyota

Inv. 1999B

HOKKEI, Toyota

Inv. 1999D

Cena de teatro No: "Hagoromo"

HOKKEI, Toyota

Cena de teatro No: "Hagoromo", Inv. 2000C

Cena de teatro No: "Umegae"

HOKKEI, Toyota

Cena de teatro No: "Umegae", Inv. 2000D

Cena de teatro No: "Unrinin"

HOKKEI, Toyota

Cena de teatro No: "Unrinin", Inv. 2000A

Homem com archote

HOKKEI, Toyota

Homem com archote, Inv. 1999C

Respeito: "Uyamai"

HOKKEI, Toyota

Respeito: "Uyamai", Inv. 2000B

HOKUSAI, Katsushika

Inv. 1993

HOKUSAI, Katsushika

Inv. 1994

HOKUSAI, Katsushika

Inv. 1995

HOKUSAI, Katsushika

Inv. 1996

HOKUSAI, Katsushika

Inv. 1997

HOKUSAI, Katsushika

Inv. 1998

Yehon Azuma Asobi "livro de imagens das diversões daa capital oriental"

HOKUSAI, Katsushika

Yehon Azuma Asobi "livro de imagens das diversões daa capital oriental", Inv. 2394

Na varanda duma mansão

Katsukawa Shunzan

Na varanda duma mansão, Inv. 2456

KIKUMARO, Bokutei

Inv. 1982

KIYOMASA, Torii

Inv. 1955

KIYOMINE, Torii

Inv. 2173C

A quente primavera de Ashi ("Ashi no yo")

KIYONAGA, Torii

A quente primavera de Ashi ("Ashi no yo"), Inv. 1964

"Defumando insecto"

KUNISADA, Gototei

"Defumando insecto", Inv. 1951

"Festival Wistaria em Kameido no 9º mês"

KUNISADA, Isunoda

"Festival Wistaria em Kameido no 9º mês", Inv. 2002A/B/C

KUNIYOSHI, Igusa

c. 1844 / Inv. 2003A

KUNIYOSHI, Igusa

Inv. 2003B

As Estações do Tokaido

KUNIYOSHI, Igusa

As Estações do Tokaido, Inv. 2437

Kwanshosai

Inv. 1309

Nishimura Shigenobu (act.1730-1740)

Inv. 1957

Osai

c. 1850 / Inv. 1314

"O primeiro divertimento, sete deuses da felicidade"

RYOKORU, Shunkyosai

"O primeiro divertimento, sete deuses da felicidade", Inv. 2030A/B/C

"Shishi Mai" - A dança do Lião

SHUNEI, Isoda

"Shishi Mai" - A dança do Lião, Inv. 1961

Exposição de crisântemos

SHUNKIYO, Katsugawa

Exposição de crisântemos, Inv. 2013A/B

SHUNKO, Katsukawa

Inv. 1953B

SHUNMAN, Kubo

Inv. 1967A/B

A casa de chá ("Ichirik")

SHUNMAN, Kubo

A casa de chá ("Ichirik"), c. 1787 / Inv. 1966

SHUNSEN, Kashosai

Inv. 1963

SHUNSHO, Katsukawa

1776 / Inv. 2391

Segawa ?? de Matsuba-ya ??? com as suas kamuro Sasano ??? e Takeno ??da série “Modelos de moda: designs de ano novo tão frescos quanto folhas jovens”  ???????? (Hinagata wakana no hatsu moyo)

Torii Kiyonaga

Segawa ?? de Matsuba-ya ??? com as suas kamuro Sasano ??? e Takeno ??da série “Modelos de moda: designs de ano novo tão frescos quanto folhas jovens” ???????? (Hinagata wakana no hatsu moyo), Inv. 1950

TOYOHARU, Utagawa

Inv. 1986A/L

TOYOKUNI, Utagawa

Inv. 1987

TOYOKUNI, Utagawa

c. 1794 / Inv. 2173A

TOYOKUNI, Utagawa

Inv. 2178B

TOYOKUNI, Utagawa

Inv. 2180D

TOYOKUNI, Utagawa

Inv. 2180F

"Komachi no templo de Kiyomizee"

TOYOKUNI, Utagawa

"Komachi no templo de Kiyomizee", c. 1790-1795 / Inv. 1991

TSUKIMARO, Kitagawa

Inv. 1984A/B/C

UTAMARO, Kitagawa

Inv. 1968

UTAMARO, Kitagawa

c. 1802 / Inv. 1970

UTAMARO, Kitagawa

Inv. 1973A

UTAMARO, Kitagawa

Inv. 1973B

UTAMARO, Kitagawa

Inv. 1977

UTAMARO, Kitagawa

Inv. 1978A

UTAMARO, Kitagawa

1807 / Inv. 1979B

UTAMARO, Kitagawa

Inv. 1981B

UTAMARO, Kitagawa

Inv. 2170B

UTAMARO, Kitagawa

Inv. 2176A

UTAMARO, Kitagawa

Inv. 2177A/B

UTAMARO, Kitagawa

Inv. 2177C

UTAMARO, Kitagawa

Inv. 2392

Livro dos Insectos seleccionados

UTAMARO, Kitagawa

Livro dos Insectos seleccionados, Inv. 2390


Eventos Paralelos


Publicações


Material Gráfico


Fotografias

Emílio Rui Vilar (frente, à esq.) e Guilherme d´Oliveira Martins (frente, à dir.) e António Filipe Pimental (centro, esq.) e António Cruz Guerra ( centro, dir.)
Rui Gonçalves, António Filipe Pimental, Emílio Rui Vilar, António Cruz Guerra, Martin Essayan, António Feijó, Guilherme d´Oliveira Martins e Jorge Rodrigues (da esq. para a dir.)
Emílio Rui Vilar, António Cruz Guerra, Martin Essayan, António Feijó, Guilherme d´Oliveira Martins (da esq. para a dir.)
António Cruz Guerra, Martin Essayan, António Feijó, Guilherme d´Oliveira Martins (da esq. para a dir.)
Martin Essayan
António Feijó
António Feijó

Multimédia


Documentação


Periódicos

Sol

Lisboa, 30 jun 2023


Páginas Web


Fontes Arquivísticas

Arquivo Digital Gulbenkian, Lisboa

Conjunto de documentos relativos à exposição. Contém materiais gráficos, fotográficos, textuais, entre outros.


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