• Madeira
  • Tinta
  • Inv. 69P615

Luís Noronha da Costa

Pôr do Sol

TipoAquisição
DataSetembro 1969
Densidade Relativa
Lisboa, CAM/FCG, 2005
ISBN:972-635-169-x
Monografia
Noronha da Costa Revisitado (1965-1983)
Centro Cultural de Belém
Curadoria: Miguel Wandschneider
6 de Novembro de 2003 a 19 de Fevereiro de 2004
Centro Cultural de Belém
Exposição comissariada por Nuno Faria e Miguel Wandschneider.
Densidade Relativa
Leonor Nazaré
Curadoria: Leonor Nazaré
27 de Outubro de 2005 a 22 de Janeiro de 2006
HALL de entrada e Piso 1 no CAMJAP
12-8-2006 a 26-11-2006
Centro Cultural Emmerico Nunes e Centro das Artes de Sines
A ideia de trabalhar o conceito de densidade das obras começou por surgir com a constatação de que a palavra é muito frequente nos textos de crítica de arte. O mesmo acontece com a palavra “intensidade” que facilmente se associa à primeira. Rapidamente se percebe que “densidade” pode ser sinónimo de riqueza ou de impenetrabilidade, quando não se refere mais literalmente à acumulação de elementos no espaço, por oposição ao vazio ou à rarefacção. O pensamento em torno destas variantes conduziu à percepção de que o conceito poderia ser útil no estabelecimento de um contínuo entre a “matéria” do pensamento e a dos corpos e objectos, neste caso, a das obras de arte.
Atualização em 23 janeiro 2015

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