O Modernismo na literatura inglesa e portuguesa

Conversas sobre Arte Britânica

A propósito da exposição «Arte Britânica – Ponto de Fuga», o Presidente do Conselho de Administração da Fundação Calouste Gulbenkian, Professor António M. Feijó, destaca, nesta conferência, o funcionamento do movimento de vanguarda e as suas várias dimensões.
03 set 2025 61 min
Conversas sobre Arte Britânica

António M. Feijó parte das publicações ORPHEU e BLAST e reflete sobre a coincidência cronológica destes manifestos. Remetendo a duas geografias distintas, por um lado, Lisboa e, por outro, o cenário britânico, surgem as figuras incontornáveis de Fernando Pessoa (1888–1935) e William Morris (1834–1896), como agentes ativos do movimento de vanguarda.  

Esta conferência pretendeu explorar a discussão do modernismo na literatura inglesa e portuguesa sobre dois eixos: em primeiro lugar, o tempo em que são pensadas e publicadas as obras e, em segundo lugar, a sua coexistência na esfera política, social e cultural.

Série

Conversas sobre Arte Britânica

Encontros em torno da exposição «Arte Britânica – Ponto de Fuga» que promovem conversas sobre os contactos resultantes dos movimentos de artistas e agentes culturais entre Portugal e o Reino Unido.
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