Leonor Antunes: «Gosto muito de começar a pensar uma exposição a partir do lugar onde ela se encontra».
Leonor Antunes partilha o processo de criação de «da desigualdade constante dos dias de leonor*» e quem são as artistas em diálogo nesta exposição que inclui obras da Coleção do CAM.
A artista portuguesa radicada em Berlim explica de que forma o edifício e a Coleção do CAM foram o ponto de partida para conceber a exposição «Leonor Antunes. da desigualdade constante dos dias de leonor*».
Leonor Antunes destaca nomes como o da arquiteta britânica Sadie Speight, companheira e colega de Leslie Martin, que participou no projeto arquitetónico do edifício original do CAM e cuja autoria nunca foi reconhecida, e o de Marian Pepler, designer têxtil britânica que colaborou com Speight.
A artista termina relacionando a parede do Mezanino, deixada inacabada, com os trabalhadores da obra do novo CAM.
O título da exposição cita um desenho de Ana Hatherly de 1972, da Coleção do CAM, o ano de nascimento de Leonor Antunes.