Eid al-Fitr, o fim do jejum

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Em 2017, o Museu Calouste Gulbenkian promove a criação de duas instalações-intervenções na Galeria de Arte Islâmica – Coleção do Fundador, que têm como ponto de partida duas celebrações de grande significado simbólico para o mundo islâmico.

A primeira intervenção aconteceu em março, com uma instalação em torno do Noruz, momento marcante para todo o mundo persa e a Ásia Central, ao assinalar o início do Ano Novo e da primavera. Em junho tem lugar o segundo momento desta iniciativa, com uma instalação em torno do Eid al-Fitr, ritual de grande importância para todo o mundo muçulmano por marcar o fim do jejum do Ramadão.

A partir da evocação destas celebrações, Noruz e Eid al-Fitr, é encenada a apresentação de um conjunto de objetos da Coleção que, num dado contexto histórico e social, integravam estas festividades, nomeadamente os banquetes. Na exposição Eid al-Fitr, o fim do jejum, a intervenção centra-se num tapete do Cáucaso (inv. T83), envolvendo objetos predominantemente otomanos, como cerâmicas, tecidos, uma lâmpada de mesquita e um tapete de oração.

Este projeto tem a curadoria da investigadora e professora Sussan Babaie e dos alunos do Courtauld Institute of Art, Universidade de Londres, em colaboração com os curadores Clara Serra e Jorge Rodrigues, do Museu Calouste Gulbenkian.


Ficha técnica

Curadoria

Clara Serra
Jorge Rodrigues

Projeto expositivo

Mariano Piçarra

Projeto gráfico

Overshoot design

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