Cada poema, o tatear, por André Tecedeiro 

Slider de Eventos

No contexto da exposição «Francisco Trêpa. Baile dos Bugalhos», esta sessão propõe uma visita acompanhada por uma leitura de poemas de André Tecedeiro, feita pelo próprio.  

Em Cada poema, o tatear, André Tecedeiro não pretende ilustrar as obras da exposição. Os poemas insinuam-se nos seus interstícios, criando um momento de ressonância entre palavra e matéria.

André Tecedeiro propõe uma poética do ínfimo, do mundo interior, do transitório, da intimidade e da resistência. A sua poesia, muitas vezes escrita «em bilhetes de autocarro, guardanapos quase translúcidos», carrega uma urgência frágil e íntima, que se formaliza em poemas precisos, depurados e apenas aparentemente simples.  

Tal como nas obras de Francisco Trêpa, os poemas de Tecedeiro assentam frequentemente na natureza como campo alegórico. Raízes, vulcões, redes fluviais e rebentos-ladrões são, aqui, aspetos de um corpo em busca de si. 

O Institution(ing)s é financiado pela União Europeia. Opiniões expressas são, contudo, dos autores respetivos e não refletem, necessariamente os pontos de vista e posições da União Europeia ou da Europa Criativa. A União Europeia e a autoridade financiadora não podem ser responsabilizadas pelas mesmas.

Duração: 60min.

Biografias

Financiamento

Projeto

Coordenado por

Parceiros

Parceiros locais / associados

Apoio

A Fundação Calouste Gulbenkian reserva-se o direito de recolher e conservar registos de imagens, sons e voz para a difusão e preservação da memória da sua atividade cultural e artística. Caso pretenda obter algum esclarecimento, poderá contactar-nos através do formulário Pedido de Informação.

Definição de Cookies

Definição de Cookies

Este website usa cookies para melhorar a sua experiência de navegação, a segurança e o desempenho do website. Podendo também utilizar cookies para partilha de informação em redes sociais e para apresentar mensagens e anúncios publicitários, à medida dos seus interesses, tanto na nossa página como noutras.