Tableaux de la Collection Calouste Gulbenkian

Exposição realizada em Paris, na residência de Calouste Gulbenkian, por ocasião da comemoração dos 50 anos da presença da sua Fundação em França. Apresentando uma seleção de obras de pintura europeia provenientes da sua coleção de arte, esta mostra constituiu um verdadeiro êxito entre o público, alcançando um total de 31 211 visitantes.
Exhibition held in Paris, at Calouste Gulbenkian’s residence, on the occasion of the celebration of the 50th anniversary of his Foundation in France. Featuring a selection of European paintings from his art collection, this exhibition was a real hit, reaching a total of 31,211 visitors.

Esta mostra foi organizada como um gesto de gratidão para com a França e o seu governo, pelas facilidades concedidas, a exemplo das autoridades inglesas e americanas, à saída para Portugal das obras existentes em Paris e que, de acordo com o testamento de Calouste Sarkis Gulbenkian, deviam ser transferidas para Lisboa.

Com efeito, na origem da exposição estiveram as complexas negociações que decorreram entre a Administração da Fundação Calouste Gulbenkian (FCG), o Ministério dos Negócios Estrangeiros de Portugal e o governo francês, que se opunha à saída de algumas das obras de arte da Coleção Gulbenkian que ainda se encontravam no país. Esta posição tinha adeptos entre alguns conservadores do Louvre, que defendiam que as peças eram parte do património cultural francês. André Malraux (1901-1976) teve aqui um papel crucial, já que foi ele que, ignorando as vozes discordantes, autorizou a saída da Coleção Gulbenkian, invocando a «razão de Estado». Este episódio esteve também relacionado com a constituição do então denominado Centre Culturel Luso-Français (futuro Centre Culturel Portugais e sede da FCG em Paris), cuja ação se pretendia intensificadora das relações culturais entre Portugal e França, e que veio a ser instalado em 1965 na antiga residência de Calouste Gulbenkian em Paris (Tableaux de la Collection Gulbenkian, 1960).

A organização da exposição esteve a cargo do secretariado da casa da Avenue d’Iéna e do então Serviço de Belas-Artes e Museu. Além de José de Azeredo Perdigão (1896-1993), presidente da FCG, estiveram envolvidos na organização, Georges Gulbenkian (delegado em Paris), Kevork Essayan (membro do Conselho de Administração) e Robert Gulbenkian (diretor do Serviço do Médio Oriente); Maria Teresa Gomes Ferreira, conservadora, foi a comissária. Marcelle Chanet, ex-secretária de Calouste Gulbenkian, deslocou-se a Lisboa para cooperar com o Serviço de Belas-Artes e Museu, nomeadamente na elaboração do catálogo da exposição. Martin de Wild, conservador-restaurador, foi responsável pela verificação do estado de conservação das obras após a sua deslocação para Paris, bem como pela sua montagem e instalação.

A realização da exposição exigiu trabalhos de remodelação na residência da Avenue d’Iéna, que foram conduzidos pelo arquiteto Henri Crépet, tendo Jacques Barré sido o responsável pela decoração e pela iluminação. Para o cartaz, foi escolhida uma reprodução da famosa pintura de Edouard Manet, L’Enfant aux cerises, obra da Coleção Gulbenkian exibida nesta mostra.

A inauguração concretizou-se em dois momentos: uma pré-vernissage, em que estiveram presentes importantes figuras da política e cultura, e a vernissage propriamente dita, a que pôde assistir um público mais alargado. A cerimónia foi planeada para coincidir com a visita oficial a França de Marcello Mathias, então ministro dos Negócios Estrangeiros, anteriormente embaixador em França (1948-1958) e mais tarde administrador da FCG (1961-1974); na inauguração esteve também presente André Malraux, ministro dos Assuntos Culturais do governo francês. Tanto um como o outro foram protagonistas dos acontecimentos que conduziram à realização desta exposição.

A exposição foi um verdadeiro êxito, evidenciado no número de visitantes: 31 211 entradas pagas, das quais 1531 se concentraram no dia 13 de novembro, antevéspera do encerramento da exposição, quando os ingressos registaram um número recorde. Se a este número se juntarem as entradas por convite ou gratuitas, estima-se que o total de visitantes tenha atingido os 40 mil.

Reinaldo dos Santos deixou-nos um testemunho da ocasião: «Logo no hall de entrada, sobre um fundo de verdura, revelava-se o admirável mármore de Houdon, a famosa Diana, considerada como a grande obra-prima do escultor e que da corte de Catarina II e do Museu de Petrogrado passou, em 1930, para a posse de Gulbenkian. […] Nas salas do primeiro andar estavam agrupadas, com inexcedível gosto, as 38 pinturas, de várias épocas e origens, adquiridas por Gulbenkian em Inglaterra, França, Estado Unidos da América, e no Museu de Petrogrado.» (Santos, Colóquio. Revista de Artes e Letras, n.º 11, out. 1960, pp. 16-23)

Além da famosa Diana de Houdon, em destaque no hall de entrada da residência, foram escolhidas para figurar na exposição 38 obras-primas da pintura europeia, do século XV ao século XIX, de pintores das escolas alemã, inglesa, flamenga, francesa, holandesa e italiana. Estas peças haviam sido emprestadas, em 1950, à National Gallery of Art de Washington e, desde finais dos anos 30, à National Gallery de Londres. Inicialmente considerou-se incluir na exposição, além das pinturas, as antiguidades egípcias, que também regressavam de Washington. Porém, verificando-se que estas não ofereciam novidade para o público francês, optou-se por restringir o âmbito da exposição às pinturas. As obras vindas dos EUA passaram ainda por Lisboa, antes de seguirem para Paris.

No final de 1960, as obras expostas estavam de regresso a Portugal, para se juntarem à restante coleção, ficando esta temporariamente alojada no Palácio Marquês de Pombal, em Oeiras, até à sua acomodação nas novas instalações do Museu Gulbenkian, abertas em 1969.

A inauguração desta exposição entrecruza-se ainda com um outro evento da maior relevância, o qual teve lugar no mesmo dia: a colocação da primeira pedra, por José de Azeredo Perdigão, da Maison du Portugal, residência de estudantes construída pela FCG e oferecida à Cidade Internacional Universitária de Paris. Desta forma, e pese embora a saída definitiva das obras da Coleção Gulbenkian, a Fundação manifestava a sua intenção de continuar presente em França e de fomentar as relações entre os dois países, quer apoiando aqueles que ali pretendiam estudar, quer através da ação levada a cabo pelo Centre Culturel Portugais.

Refira-se que a reunião da Coleção Gulbenkian decorreu entre julho de 1958 e julho de 1960, tendo sido movimentado um total de 1272 embalagens, em remessas de Paris, Londres e Washington (Fundação Calouste Gulbenkian 1956-1981. 25 Anos, 1981).

Por ocasião do início das comemorações que assinalaram os cinquenta anos da presença da Fundação Calouste Gulbenkian em França, esta exposição foi também objeto de estudo, num projeto interno promovido pelos Arquivos Gulbenkian denominado «Documento do Mês», cujo tema procurou incidir na memória expositiva da FCG em França (Documento do Mês, abr. 2016).

Joana Baião, 2016

The exhibition was organised as a gesture of gratitude to France and its government for the facilities granted, following the example of the British and American authorities, in shipping works kept in Paris to Portugal and which, according to the will of the Founder Sarkis Calouste Gulbenkian (1869-1955), were to be transferred to Lisbon. In fact, the exhibition grew from the complex negotiations between the administration of the Calouste Gulbenkian Foundation (FCG), the Portuguese Ministry of Foreign Affairs and the French Government, who opposed to the departure of some of the works of art in the Gulbenkian collection that were still in the country. Certain curators at the Louvre argued that some pieces should not leave France as they were part of its cultural heritage. André Malraux (1901-1976) played a crucial role in this matter by ignoring the dissenting voices and authorising the departure of the Gulbenkian Collection, invoking “raison d’état”. This event was also part of the setting up of the FCG’s Luso-French Cultural Centre, designed to intensify cultural relations between Portugal and France, and which was installed in 1965 at the former residence of Calouste Gulbenkian in Paris (Tableaux de la collection Gulbenkian, 1960).

The organisation of the exhibition was carried out by the secretariat of the house of Avenue d'Iéna and by the FCG’s Museum and Fine Arts Department. In addition to José de Azeredo Perdigão (1896-1993), president of the FCG, Georges Gulbenkian (delegate in Paris), Kevork Essayan (member of the Board of Directors) and Robert Gulbenkian (Director of the Middle East Service) were also involved in the organisation. Maria Teresa Gomes Ferreira, the museum curator, was the curator for the exhibition. Marcelle Chanet, former secretary of Calouste Gulbenkian, travelled to Lisbon to cooperate with the Museum and Fine Arts Department particularly regarding preparation of the catalogue for the exhibition. Martin de Wild, conservator-restorer, was responsible for verifying the state of preservation of the works of art after their trip to Paris, as well as for their assembly and installation.

This exhibition required refurbishing the residence on Avenue d'Iéna, the works for which were led by the architect Henri Crépet and Jacques Barré, who was responsible for decoration and lighting. For the poster, the choice was a reproduction of the famous Edouard Manet painting in the Gulbenkian Collection, L' Enfant aux cerises, also on display at this exhibition.

The opening was split over two events: a pre-vernissage, at which important political and cultural figures were present, and the actual vernissage, which a wider public was able to attend. The ceremony was planned to coincide with the official visit of Marcello Mathias to France, then Minister of Foreign Affairs, formerly Ambassador to France (1948-1958) and later administrator of the FCG (1961-1974). André Malraux, Minister for Cultural Affairs of the French Government was also present at the opening. Both were important figures in the events that led to the exhibition being held.

As reflected by the large number of visitors, the exhibition was a real success: paid entries totalled 31,211, and on 13 November alone, two days before the exhibition closed, the number of tickets sold hit the record value of 1,531. If free entries and invitations are added to this number, it is estimated that the total number of visitors was up to 40,000.

Reinaldo dos Santos left us a testimony of this exhibition:

“Right in the hall, on a greenery background, the admirable Houdon marble was displayed, the famous Diana, considered to be the sculptor’s great masterpiece; it had passed from Catherine II’s court to the Petrograd Museum [current Museum of Political History of Russia] and on to Gulbenkian. (...) In the first floor rooms, the 38 paintings were exquisitely grouped, hailing from various time periods and origins, acquired by Gulbenkian in England, France, the United States of America, and at the Petrograd Museum. (...)” (Santos, Colóquio. Revista de Artes e Letras. No. 11, October 1960, pp. 16-23).

Besides the famous Diana by Houdon, which took pride of place in the entrance hall of the residence, these 38 masterpieces of European painting dated from the 16th to 19th centuries by painters of the German, English, Flemish, French, Dutch, and Italian schools.

The pieces had been lent to the Washington National Gallery of Art in 1950 and, from the end of the 1930s, to the National Gallery in London. Besides the paintings, the Egyptian antiquities, which were also returning from Washington, were initially considered for the exhibition. However, since these were not unknown to the French public, the scope of the exhibition was reduced to the paintings. The works arriving from the USA passed through Lisbon before being shipped to Paris.

By the end of 1960, the exhibited works were already returning to Portugal to join the rest of the collection, temporarily staying at the Palácio Marquês  de Pombal (Oeiras) before being taken to the new facilities of the Gulbenkian Museum, opened in 1969.

The opening date of this exhibition intertwined with yet another event of utmost importance: the laying of the foundation stone of Maison du Portugal by José de Azeredo Perdigão, a student residence built by the FCG Central Department and given to the Cité Internationale Universitaire de Paris. Despite the definitive departure of the Gulbenkian collection, the FCG Central Department thus expressed its intention of remaining present in France and promote the relationship between the two countries by supporting those who intended to study there and with the action undertaken by the Centre Culturel Portugais (CCP).

The process of bringing together all of the Gulbenkian collection took from July 1958 to June 1960, moving a total of 1,272 crates in consignments from Paris, London and Washington (Fundação Calouste Gulbenkian 1956/1981. 25 Anos, 1981).

At the beginning of the celebrations marking the 50 years of the Calouste Gulbenkian Foundation’s presence in France, this exhibition was also the object of study in an internal FCG project arranged by the Gulbenkian Archives called “Documento do Mês” (Document of the Month), the theme of which was descriptions of FCG exhibitions in France (Documento do Mês, Apr. 2016).


Ficha Técnica


Artistas / Participantes


Coleção Gulbenkian

Anton van Dyck (1599-1641)

Retrato de Homem, c. 1621 / Inv. 113

Cima da Conegliano ( c. 1459/60-1517/18)

"Sacra Conversazione" ou Descanso na Fuga para o Egipto, c. 1496-98 / Inv. 77

Claude Monet (1840-1926)

Natureza-Morta, c. 1872 / Inv. 450

Claude Monet (1840-1926)

O Degelo, 1880 / Inv. 451

Domenico Ghirlandaio (1449-1494)

Retrato de uma Jovem, c. 1490 / Inv. 282

Edgar Degas (1834-1917)

Autorretrato ou "Degas Saluant", c. 1863 / Inv. 2307

Edgar Degas (1834-1917)

Retrato de Henri Michel-Lévy, c. 1878 / Inv. 420

Édouard Manet (1832-1883)

As Bolas de Sabão, 1867 / Inv. 2361

Édouard Manet (1832-1883)

O Rapaz das Cerejas, c. 1858 / Inv. 395

Francesco Guardi (1712-1793)

A Festa da Ascensão na Praça de São Marcos, c. 1775 / Inv. 390

A Ilha de San Pietro di Castello

Francesco Guardi (1712-1793)

A Ilha de San Pietro di Castello, c. 1770 / Inv. 267

Francesco Guardi (1712-1793)

A Ponte sobre o Brenta junto às Comportas de Dolo, c. 1770-80 / Inv. 385A

Francesco Guardi (1712-1793)

Regata no Grande Canal, c. 1775 / Inv. 391

François Boucher (1703-1770)

Cupido e as três Graças, 1738 / Inv. 433

Frans Hals (1580-1666)

Retrato de Sara Andriesdr. Hessix, c. 1626 / Inv. 214

George Romney (1734-1802)

Retrato de Miss Constable, 1787 / Inv. 427

Hubert Robert ( 1733-1808)

Le Bosquet des Bains d'Apollon, c. 1775-77 / Inv. 627

Hubert Robert ( 1733-1808)

Le Tapis Vert, c. 1775-77 / Inv. 626

Diana

Jean-Antoine Houdon (1741-1828)

Diana, 1780 / Inv. 1390

Jean-Baptiste Camille Corot (1796-1875)

A Ponte de Mantes, c. 1868-70 / Inv. 443

Jean-Baptiste Camille Corot (1796-1875)

Veneza vista da Dogana, 1834 / Inv. 442

Jean-Baptiste Camille Corot (1796-1875)

Ville d'Avray - O Caminho da Estação, 1874 / Inv. 185

Jean-Honoré Fragonard (1732-1806)

A Ilha do Amor, c. 1770 / Inv. 436

Jean-Marc Nattier (1685-1766)

Retrato de Louis Tocqué, 1739 / Inv. 2384

Jean-Marc Nattier (1685-1766)

Retrato de Madame de La Porte, 1752 / Inv. 2382

John Hoppner (1758-1810)

Retrato de Miss Frances Beresford, c. 1785 / Inv. 2383

Maurice-Quentin de La Tour (1704-1788)

Retrato de Duval de L'Épinoy, 1745 / Inv. 2380

Maurice-Quentin de La Tour (1704-1788)

Retrato de Mademoiselle Sallé, c. 1741 / Inv. 24

Nicolas Lancret (1690-1743)

Festa Galante, Início da década de 1730 / Inv. 958

Nicolas-Bernard Lépicié (1735-1784)

Auto-retrato, c. 1777 / Inv. 2386

Nicolas-Bernard Lépicié (1735-1784)

O Astrónomo, c. 1777 / Inv. 2385

Peter Paul Rubens (1577-1640)

Fuga para o Egipto, c. 1630-32 / Inv. 78

Peter Paul Rubens (1577-1640)

Retrato de Helena Fourment, c. 1630-32 / Inv. 959

Pierre-Auguste Renoir (1841-1919)

Retrato de Camille Monet, c. 1874 / Inv. 2301

Rembrandt Harmensz van Rijn (1606-1669) e aluno

Palas Atena, c. 1657 / Inv. 1488

Rembrandt Harmensz van Rijn (1606-1669)

Figura de Ancião, 1645 / Inv. 1489

Sir Thomas Lawrence (1769-1830)

Retrato de Lady Elizabeth Conyngham, 1824 / Inv. 2360

Stefan Locher (c. 1410-1451)

Apresentação do Menino no Templo/Estigmatização de São Francissco, 1447 / Inv. 272

Thomas Gainsborough (1727-1788)

Retrato de Mrs. Lowndes-Stone, c. 1775 / Inv. 429


Publicações


Material Gráfico


Fotografias

José de Azeredo Perdigão (ao centro)
José de Azeredo Perdigão (à esq.)
Roberto Gulbenkian e Paulette Berthelier
José de Azeredo Perdigão (ao centro)
José de Azeredo Perdigão (à esq.) e Roberto Gulbenkian (ao centro)
Henri Crépet (à esq.) e José de Azeredo Perdigão (ao centro)

Documentação


Imprensa


Fontes Arquivísticas

Arquivos Gulbenkian (Serviço de Petróleo e Gás), Lisboa / KLE 00009

Pasta com documentação referente à produção da exposição. Contém correspondência, convites, transporte e seguro de obras de arte, restauros, obras na casa da Avenue d'Iéna e comunicados de imprensa. 1960 – 1961

Arquivos Gulbenkian (Museu Calouste Gulbenkian), Lisboa / MCG 02887

Pasta com documentação referente à produção da exposição. Contém correspondência não inventariada e documentos relativos à transferência da Coleção Gulbenkian de Paris para Lisboa. 1960 – 1960

Arquivos Gulbenkian (Centre Culturel Portugais de Paris), Lisboa / PRS 04755

Pasta com documentação referente à produção da exposição. Contém lista de obras e o calendário das atividades organizadas pela FCG a propósito da visita oficial a Paris do ministro dos Negócios Estrangeiros, Marcello Mathias. 1960 – 1962

Arquivos Gulbenkian (Centre Culturel Portugais de Paris), Lisboa / PRS 04753

Pasta com documentação referente à produção da exposição. Contém correspondência com decoradores, arquitetos e colaboradores, projeto da exposição, lista de obras expostas e lista de convidados para a inauguração. 1960 – 1960

Arquivos Gulbenkian (Centre Culturel Portugais de Paris), Lisboa / PRS 04756

Pasta com documentação referente à produção da exposição. Contém recortes de imprensa relativos à exposição. 1960 – 1968

Arquivos Gulbenkian (Museu Calouste Gulbenkian), Lisboa / MCG 03153

Pasta com documentação referente à produção da exposição. Contém correspondência, orçamentos, lista de trabalhos, lista de peças, convite, catálogo, cartaz, informação sobre atividades complementares e discurso oficial do presidente da FCG. 1960 – 1968

Arquivos Gulbenkian (Centre Culturel Portugais de Paris), Lisboa / PRS 04754

Pasta com documentação referente à produção da exposição. Contém coleção de cartazes da exposição. 1960

Arquivos Gulbenkian (Serviço de Comunicação), Lisboa / COM-S001/007-D00653

51 provas, p.b.: inauguração (FCG-CCP, Paris) 1960

Arquivos Gulbenkian (Serviço de Exposições e Museografia), Lisboa / SEM-S007-P0301-D00955

5 provas, p.b.: aspetos (FCG-CCP, Paris) 1960


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