Enxertar a Utopia, por Apparatus 22
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Data
- sáb,
- Encerra Terça
Local
Espaço Engawa Centro de Arte Moderna GulbenkianEnxertar a Utopia amplia a abordagem singular do coletivo de artistas fundado em janeiro de 2011 pelos atuais membros Erika Olea, Maria Farcaș e Dragoș Olea, em colaboração com Ioana Nemeș (1979–2011).
Apparatus 22 é um coletivo de sonhadores diurnos, cidadãos de múltiplos reinos, investigadores, ativistas poéticos e (falhados) futurologistas, que trabalha desde 2015 entre Bucareste, Bruxelas e o universo utópico SUPRAINFINIT.
Nas suas obras – diversas e mutáveis – que incluem instalações, performances e formas textuais, a realidade mistura-se com a ficção e com a narrativa, fundindo-se numa abordagem crítica que reúne saberes e experiências de design, sociologia, literatura e economia.
Na Sala de Leitura encontra-se o vídeo Sobre Nomear como uma Tecnologia para Ver o Mundo de Forma Diferente. Um Relatório Intermediário (2025). Este vídeo documenta, com um tom quase sobrenatural, os processos minuciosos do coletivo Apparatus 22 na criação de nomes para instituições de arte na série Blank Auguri (2015–presente).
Misturando crítica institucional, reconstrução de instituições e a fusão da realidade com vestígios de utopia, a metodologia singular do coletivo Apparatus 22 é explorada através de uma pesquisa detalhada. Uma espécie de grelha científica de categorias e de perguntas é aplicada a três casos de estudo: Suprainfinit Gallery, Triumf Amiria – Museu da Cultura Queer – e o espaço nes•nor•nae na Kunsthal Gent.
O coletivo, no âmbito desta residência, vai realizar a atividade Will you keep the lighthouse bright? com os visitantes, sobre a relação com a utopia. No dia 6 de dezembro, o coletivo apresentará duas performances: How Close to Hold the Mirror [A Que Distância Segurar o Espelho?] e A Most Amazing Offer [Uma Oferta Verdadeiramente Extraordinária].
Biografias
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Apparatus 22
Apparatus 22 é um coletivo de sonhadores, cidadãos de muitos territórios, investigadores, ativistas poéticos e futurologistas (falhados) fundado em 2011 por Erika Olea, Maria Farcas e Dragos Olea, em conjunto com Ioana Nemes (1979 – 2011). Tem vindo a trabalhar, desde 2015, entre Bucareste, Bruxelas e o universo utópico SUPRAINFINIT. O seu trabalho foi apresentado na Bienal de Veneza de 2013, na Kunsthalle Wien (Áustria), na Kunsthal Gent (Bélgica), Kunsthalle Mannheim (Alemanha), Contemporary Art Museum Roskilde (Dinamarca), MNAC Bucareste (Roménia) e CIVA Bruxelas (Bélgica), entre outras instituições.
Ficha técnica
Curadora
Luísa Santos
Financiamento
Projeto
Coordenado por
Parceiros
Parceiros locais / associados
Apoio
A Fundação Calouste Gulbenkian reserva-se o direito de recolher e conservar registos de imagens, sons e voz para a difusão e preservação da memória da sua atividade cultural e artística. Caso pretenda obter algum esclarecimento, poderá contactar-nos através do formulário Pedido de Informação.