Requiem de Mozart
Coro e Orquestra Gulbenkian
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Data
- 20:00 / Cancelado 20:00 / Esgotado quinta, 20:00
- 19:00 / Cancelado 19:00 / Esgotado sexta, 19:00
Local
Grande Auditório Fundação Calouste GulbenkianEste concerto será transmitido aqui em direto no dia 23 de maio às 19:00.
- Maestra
- Soprano
- Meio-Soprano
- Tenor
- Baixo
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Coro Gulbenkian
Fundado em 1964, o Coro Gulbenkian conta presentemente com uma formação sinfónica de cerca de cem cantores. Pode atuar em grupos vocais mais reduzidos, apresentando-se tanto a cappella como em colaboração com a Orquestra Gulbenkian ou com outros agrupamentos para a interpretação das grandes obras. No domínio da música contemporânea, tem apresentado, frequentemente em estreia absoluta, inúmeras obras de compositores portugueses e estrangeiros. Tem colaborado regularmente com prestigiadas orquestras, entre as quais a Philharmonia Orchestra de Londres, a Freiburg Barockorchester, a Orquestra do Século XVIII, a Filarmónica de Berlim, a Sinfónica de Baden‑Baden, a Sinfónica de Viena, a Orquestra do Real Concertgebouw de Amesterdão, a Orquestra Nacional de Lyon ou a Orquestra de Paris.
O Coro Gulbenkian participou em importantes festivais internacionais, tais como: Festival Eurotop (Amesterdão), Festival Veneto (Pádua e Verona), City of London Festival, Hong Kong Arts Festival, Festival Internacional de Música de Macau, ou Festival d’Aix-en-Provence.
A discografia do Coro Gulbenkian está representada nas editoras Philips, Archiv / Deutsche Grammophon, Erato, Cascavelle, Musifrance, FNAC‑Music e Aria‑Music, tendo ao longo dos anos registado um repertório diversificado, com particular incidência na música portuguesa dos séculos XVI a XX. Algumas destas gravações receberam prestigiados prémios internacionais. Entre 1969 e 2020, Michel Corboz foi o Maestro Titular do Coro Gulbenkian. Desde 2024, Martina Batič é Maestra Titular, Inês Tavares Lopes Maestra Adjunta e Jorge Matta consultor artístico.
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Orquestra Gulbenkian
Em 1962 a Fundação Calouste Gulbenkian decidiu estabelecer um agrupamento orquestral permanente. No início constituído apenas por doze elementos, foi originalmente designado por Orquestra de Câmara Gulbenkian. Ao longo de sessenta anos de atividade, a Orquestra Gulbenkian (denominação adotada desde 1971) foi sendo progressivamente alargada, contando hoje com um efetivo de cerca de sessenta instrumentistas, que pode ser expandido de acordo com as exigências de cada programa. Esta constituição permite à Orquestra Gulbenkian interpretar um amplo repertório, do Barroco até à música contemporânea. Obras pertencentes ao repertório corrente das grandes formações sinfónicas podem também ser interpretadas pela Orquestra Gulbenkian em versões mais próximas dos efetivos orquestrais para que foram originalmente concebidas, no que respeita ao equilíbrio da respetiva arquitetura sonora.
Em cada temporada, a Orquestra Gulbenkian realiza uma série regular de concertos no Grande Auditório, em Lisboa, em cujo âmbito colabora com os maiores nomes do mundo da música, nomeadamente maestros e solistas. Atua também com regularidade noutros palcos nacionais, cumprindo desta forma uma significativa função descentralizadora. No plano internacional, a Orquestra Gulbenkian foi ampliando gradualmente a sua atividade, tendo efetuado digressões na Europa, na Ásia, em África e nas Américas. No plano discográfico, o nome da Orquestra Gulbenkian encontra-se associado às editoras Philips, Deutsche Grammophon, Hyperion, Teldec, Erato, Adès, Nimbus, Lyrinx, Naïve e Pentatone, entre outras, tendo esta sua atividade sido distinguida, desde muito cedo, com diversos prémios internacionais de grande prestígio. O finlandês Hannu Lintu é o Maestro Titular da Orquestra Gulbenkian, sucedendo a Lorenzo Viotti.
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Stephanie Childress
Maestra
Desde o início da temporada 2024/25, a franco-britânica Stephanie Childress é Maestra Convidada Principal da Orquestra Sinfónica de Barcelona e Nacional da Catalunha, tendo dirigido Metamorphosen de R. Strauss, Petrushka de Stravinsky, a Sinfonia n.º 1 de Tchaikovsky e o Stabat Mater de Poulenc.
A presente temporada é também marcada por uma série de regressos internacionais, nomeadamente para dirigir as Sinfónicas de Cleveland, Utah, Carolina do Norte e do Novo Mundo, a Orquestra do Konzerthaus de Berlim, a Orchestre National d’Île-de-France e a Orquestra Nacional da Ópera de Montpellier. De referir ainda as estreias à frente da Royal Philharmonic, da Hallé Orchestra, da Royal Northern Sinfonia e da Sinfónica MDR de Leipzig. Na temporada passada, estreou-se com a Orquestra do National Arts Centre Ottawa e as Sinfónicas de Cleveland, Detroit, Baltimore, Cincinnati e Minnesota. É Maestra Associada do Sun Valley Music Festival.
Inspirada a seguir direção de orquestra também através da sua paixão pela ópera, Stephanie Childress dirigiu, em 2023/24, O Rapto do Serralho, na Ópera de Hamburgo, e Don Giovanni, de Mozart, em Glyndebourne, e as óperas contemporâneas Breaking the Waves, de Missy Mazzoli, na Ópera de Detroit, e Ogres, de Šimon Voseček, na Ópera de Praga.
Stephanie Childress mantém uma relação próxima com a cena cultural francesa, após ter conquistado o segundo prémio no concurso La Maestra de 2020. Desde então, dirigiu a Orquestra de Paris, a Orquestra Mozart de Paris e a Orquestra de Câmara de Paris. Em 2023, após o seu envolvimento como uma das primeiras bolseiras de direção da Academia da Ópera Nacional de Paris, estreou-se no Palais Garnier, com a Orchestre Pasdeloup, na gala de abertura da companhia de bailado.
Defensora da amplificação do papel da música no mundo de hoje, realizou uma residência na Villa Albertine, uma rede de artes e ideias que inclui a França e os EUA. É também membro do Programa de Jovens Líderes Franco-Britânicos, um programa criado pelo Conselho Franco-Britânico para promover a cooperação entre ambos os lados do Canal da Mancha. Stephanie é uma defensora incansável de programas musicais para jovens e é apaixonada por dirigir, treinar e orientar jovens músicos. Atualmente é diretora artística do Sun Valley Music Festival Institute e regressa ao Sarasota Music Festival em junho de 2025.
Fotografia © Karolina Heller
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Ana Vieira Leite
Soprano
Vencedora da 10.ª edição (2021) de Le Jardin des Voix, a Academia de Les Arts Florissants para jovens cantores, Ana Vieira Leite estreou-se na Ópera de Paris como Créuse, na produção de David McVicar de Médée de Charpentier, sob a direção de William Christie, seguindo-se atuações no Teatro Real Madrid. Outros projetos com Les Arts Florissants incluem: Belinda, em Dido e Eneias de Purcell, na Ópera de Versalhes, no Teatro Real de Madrid e no Gran Teatre del Liceu de Barcelona; Dalinda, em Ariodante de Händel, na Philharmonie de Paris e na Ópera de Versalhes; e Eurídice, em Orfeu e Eurídice de Gluck, na Philharmonie de Paris. Destaque ainda para o papel principal numa nova produção de Partenope de Händel, sob a direção de William Christie e de Paul Agnew, numa grande digressão internacional.
Ana Vieira Leite afirmou-se como uma das jovens cantoras de referência no domínio da música barroca, atuando com agrupamentos como Le Concert de l'Hostel Dieu (Franck-Emmanuel Comte), Concerto 1700 (Daniel Pinteño), Divino Sospiro (Massimo Mazzeo), Los Elementos (Alberto Miguélez Rouco), Músicos do Tejo (Marcos Magalhães) e Cappella Mediterranea (Leonardo García Alarcón). Recentemente, juntou-se a Paul Agnew para um recital na Cité de la Musique, em Paris, dedicado à ópera e a árias de concerto de Mozart.
Ana Vieira Leite gravou vários álbuns, incluindo Dido e Eneias de Purcell, com Les Argonautes (Aparté), Lamentationes Hebdomadae Sanctae de Joseph-Hector Fiocco, com o Ensemble Bonne Corde (Ramée/Outhere), La morte d’Abel de Avondano, com os Divino Sospiro (Glossa), Amore Sciliano, com a Cappella Mediterranea (Alpha/Outhere) e Il Concerto segreto de L. Luzzaschi, com La Néréide (Ricercar/Outhere), sendo cofundadora e membro deste último trio. O primeiro álbum a solo, Amorosi Accenti, com o Concerto 1700, dedicado às cantatas de câmara de D. Scarlatti, tem sido muito aclamado pela imprensa internacional.
Ana Vieira Leite conclui um mestrado em canto na Haute École de Musique de Genève, em 2020, e recebeu o “Prix de la Ville de Genève” pelo seu excelente trabalho. Foi galardoada com o 1.º Prémio no Concurso Internacional de Canto Barroco de Froville (2020) e no Concurso de Canto Lírico da Fundação Rotária Portuguesa (2021). Recebeu o apoio das Fundações Gulbenkian, Colette Mosetti e GDA (Gestão dos Direitos dos Artistas).
Em 2024/25, estreia-se na Opéra Comique, em Les Fêtes d’Hébé de Rameau, uma produção William Christie/Robert Carsen, e regressa ao papel de Belinda, sob a direção de Stefan Plewniak, em Madrid e Oviedo. Junta-se a Les Arts Florissants para o 80.º aniversário de William Christie e canta em La Resurrezione de Händel na Philharmonie de Paris. Realiza também uma digressão europeia com o ensemble Néréide, com atuações no Festival de Musique Baroque d’Ambronay, no Festival de Saint-Denis, no Tage Alter Musik Regensburg, no Festival de Brugge, no Concertgebouw de Amesterdão, no TivoliVredenburg Utrecht e na Ópera de Nancy.
Fotografia © Jean-Baptiste Millot
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Carolina Figueiredo
Meio-Soprano
Carolina Figueiredo formou-se em Canto na Escola de Música do Conservatório Nacional de Lisboa em 2005, aperfeiçoando posteriormente o seu trabalho com Manuela de Sá e presentemente com Joana Siqueira. Integrou o Coro Gulbenkian entre 1998 e 2011.
Colabora com grandes coros e orquestras nacionais, tendo-se apresentado como solista em grandes obras de reportório, nas maiores salas de concerto do país como a Fundação Gulbenkian, o Teatro Nacional de São Carlos, o CCB, o Coliseu dos Recreios e o Coliseu do Porto, sob a direção, entre outros maestros, de Leonardo García Alarcón, Michael Corboz, Joana Carneiro, Lorenzo Viotti, Cesário Costa, João Paulo Santos, Pedro Amaral, Osvaldo Ferreira, José Eduardo Gomes, Martim Sousa Tavares e Nuno Coelho.
Participou em diversas produções de ópera no Teatro Nacional de São Carlos, na Fundação Gulbenkian, no CCB, no Teatro D. Luiz e no Teatro D. Maria II, assumindo, entre outros, os papéis de Madrigalista (Blimunda), Larina (Evgeni Onegin), Condessa Rosina (Beaumarchais), Gertrude (Romeu e Julieta), Annina (La Traviata), Kate Pinkerton (Madama Butterfly), Licori (L’Angelica) e Assuero (Ester).
Apresenta-se regularmente em recitais de música barroca e romântica, sendo convidada igualmente por diversos agrupamentos de música de câmara, como o Ensemble Darcos (Nuno Côrte-Real), os Músicos do Tejo (Marcos Magalhães), o Americantiga Ensemble (Ricardo Bernardes), o Ensemble MPMP (Jan Wierzba), o Concerto Campestre (Pedro Castro) e a Camerata Atlântica (Ana Manzanilla), com os quais já se apresentou tanto em Portugal como no estrangeiro.
Gravou com os Músicos do Tejo o papel de Nina de Il frate ‘nnamorato de Pergolesi. Protagonizou produções de música contemporânea, tendo estreado e gravado obras de Carlos Marecos, Anne Victorino de Almeida, Nuno da Rocha, Luís Soldado, Hugo Ribeiro, Ana Seara e Jorge Salgueiro.
Licenciada em Direito e com o Diploma Internacional de Tradução do Chartered Institute of Linguists, dedica-se em paralelo à área da tradução jurídico-legal.
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Rodrigo Carreto
Tenor
Nascido em Lisboa e atualmente a residir em Zurique, Rodrigo Carreto é um dos laureados da 11.ª edição da academia Le Jardin des Voix (2023/24). Partilhou o palco com a orquestra Les Arts Florissants e os maestros William Christie e Paul Agnew, numa digressão que incluiu mais de 30 apresentações da ópera The Fairy Queen de Purcell, com estreias nos BBC Proms (Royal Albert Hall), no Scala de Milão, no Lincoln Center de Nova Iorque, nas Philharmonies de Paris e do Luxemburgo, na Ópera Real de Versalhes, no Ateneu Romeno de Bucareste, no Auditório Nacional de Música de Madrid e no festivais de Lucerna (Suíça), Tanglewood (EUA), Lanaudière e Toronto (Canadá), entre outros.
Rodrigo Carreto foi um dos Bach Young Soloists 2021, com o Collegium Vocale Gent, sob a direção de Philippe Herreweghe, com quem colaborou em numerosas digressões entre 2021 e 2023. Os destaques de 2024 incluem as Vésperas de Monteverdi, sob a direção de Paul Agnew no LAF Spring Festival, English Divine Hymns, com William Christie e Les Arts Florissants, no Festival de Lanaudière, em Montreal, e o Te Deum de Lully, sob a direção de Vaclav Luks, com a Orquestra Divino Sospiro.
Rodrigo Carreto tem-se apresentado regularmente como Haute-Contre, com Sébastien Daucé e o Ensemble Correspondances, com os quais gravou Les Maîtres de Notre-Dame. Gravou ainda outros álbuns, incluindo a Missa de A. Puzzi, com o ensemble Bonne Corde, cantatas de G. Österreich, com o ensemble Musica Gloria, Responsorios Portugueses, com a Orquestra Barroca Real Câmara, sob a direção de Enrico Onofri, e um ciclo de canções de Joly Braga Santos, com o pianista Pedro Costa.
Com especial foco na interpretação dos papéis de evangelista nas duas Paixões e outras obras de J. S. Bach, a sua versatilidade estende-se para além do Barroco, abrangendo obras como Paulus e Die erste Walpurgisnacht de Mendelssohn, A Criação de J. Haydn, e ciclos de canções de Finzi, Schumann e Debussy.
Rodrigo Carreto possui uma vasta experiência em palcos e festivais internacionais em Portugal, Suíça, Inglaterra, Bélgica, França, Alemanha, Áustria, Polónia, Holanda, Espanha, Roménia, Israel, Itália, Canadá, EUA e China. Além do Collegium Vocale Gent e de Les Arts Florissants, tem trabalhado com outros agrupamentos internacionais como o Schweizer Vokalconsort e Marco Amherd, La Capella Nacional de Catalunya e Jordi Savall, o JSB Ensemble e Hans Christoph-Rademann, a J. S. Bach-Stiftung e Rudolf Lutz, La Cetra Barockensembles e Andrea Marcon, Chœur de Chambre de Namur e Leonardo García Alarcón, La Grande Chapelle e Albert Recasens, Orquestra XXI e Dinis Sousa, assim como Os Músicos do Tejo e Marcos Magalhães.
Rodrigo Carreto concluiu um mestrado na Universidade das Artes de Zurique, na classe de Scot Weir. Prossegue o seu desenvolvimento musical e técnico com os britânicos Peter Harvey e Jeremy Ovenden, após ter trabalhado com Barbara Hannigan, Emma Kirkby, Robert Murray e Peter Kooij.
Além do Requiem de Mozart, na temporada 2024/25 destacam-se a Passione di Gesuald, com Les Arts Florissants, na Philharmonie de Paris, o Requiem de Campra, com Sébastien Daucé e o Ensemble Correspondances, na Ópera Real de Versalhes, e o Evangelista e as árias da Paixão segundo São Mateus de Bach, sob a direção de Thomas Gropper, na Herkulessaal em Munique.
Fotografia © Bruno Poeira
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Carlos Pedro Santos
Baixo
Carlos Pedro Santos é natural de Lisboa, cidade onde iniciou os seus estudos musicais. Diplomou-se em Canto no Conservatório de Amesterdão, em 2002, na classe do barítono alemão Udo Reinemann. Interpretou a Missa em Dó maior de Beethoven, Um Requiem Alemão de Brahms, o Requiem de Fauré, o Requiem de Mozart, o Messias de Händel, a Messa di Gloria de Puccini, e a cantata Ich habe genug de J. S. Bach, entre outras obras. Trabalhou com orquestras como a Sinfónica Portuguesa, a Sinfonietta Zürich ou a Filarmonia das Beiras e com os maestros Graeme Jenkins, Donato Renzetti, Giovanni Andreoli e António Lourenço.
Participou na estreia de Post-truth, obra do compositor e maestro João Tiago Santos. No domínio da ópera interpretou Don Alfonso (Così fan tutte de Mozart), Eneias (Dido e Eneias de Purcell), Crown (Porgy and Bess de Gershwin), o Relógio (L’enfant et les sortilèges de Ravel), Franck (O Morcego de J. Strauss), Bartolo (As bodas de Figaro de Mozart), Ben (The Telephone de Menotti) e Plutão (La descente d’Orphée aux enfers de Charpentier).
Foi membro do Coro Gulbenkian. A sua atividade musical estende-se do canto gregoriano ao jazz e à música ligeira. Foi membro fundador do Coro Gregoriano de Lisboa e do quarteto Tetvocal. Com estes grupos gravou vários discos, reconhecidos pela crítica nacional e internacional pela sua qualidade. É membro do Coro do Teatro Nacional de São Carlos desde 2008.
Fotografia © Fábio Cunha
Wolfgang Amadeus Mozart
Por motivo de força maior, Martina Batič é substituída por Stephanie Childress.
A história do Requiem de Mozart parece uma narrativa de ficção. Tendo recebido uma encomenda para compor um Requiem, em 1781, de um mecenas que pretendia permanecer anónimo, Mozart ter-se-á empenhado na tarefa enquanto o seu estado de saúde se degradava. Era como se o compositor estivesse a compor uma missa destinada a homenageá-lo após a sua morte. Trabalhou de forma obsessiva, convencido de que um sombrio presságio acompanhava a composição, acabando por morrer antes de conseguir completar uma obra que, contudo, sobreviveria em toda a sua grandiosidade.
Fotografia © Karolina Heller
Guia de Audição
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, Sala do Foyer. Entrada livre, sujeita à lotação.
Por Jorge Rodrigues -
, Sala do Foyer. Entrada livre, sujeita à lotação.
Por Jorge Rodrigues
Mecenas Gulbenkian Música
A Fundação Calouste Gulbenkian reserva-se o direito de recolher e conservar registos de imagens, sons e voz para a difusão e preservação da memória da sua atividade cultural e artística. Caso pretenda obter algum esclarecimento, poderá contactar-nos através do formulário Pedido de Informação.