Música e Natureza
Concertos de Domingo
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Data
- 11:00 / Cancelado 11:00 / Esgotado domingo, 11:00
- 15:00 / Cancelado 15:00 / Esgotado domingo, 15:00
Local
Grande Auditório Fundação Calouste GulbenkianPreço
- 6,00 € – 12,00 €
Bilhetes avulso
Compra antecipada online (Cartão Gulbenkian Mais): 29 jun, 10:00
Compra online: 30 jun, 10:00
10% – Cartão Gulbenkian
- Maestro
- Trompa
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Orquestra Gulbenkian
Em 1962 a Fundação Calouste Gulbenkian decidiu estabelecer um agrupamento orquestral permanente. No início constituído apenas por doze elementos, foi originalmente designado por Orquestra de Câmara Gulbenkian. Ao longo de sessenta anos de atividade, a Orquestra Gulbenkian (denominação adotada desde 1971) foi sendo progressivamente alargada, contando hoje com um efetivo de cerca de sessenta instrumentistas, que pode ser expandido de acordo com as exigências de cada programa. Esta constituição permite à Orquestra Gulbenkian interpretar um amplo repertório, do Barroco até à música contemporânea. Obras pertencentes ao repertório corrente das grandes formações sinfónicas podem também ser interpretadas pela Orquestra Gulbenkian em versões mais próximas dos efetivos orquestrais para que foram originalmente concebidas, no que respeita ao equilíbrio da respetiva arquitetura sonora.
Em cada temporada, a Orquestra Gulbenkian realiza uma série regular de concertos no Grande Auditório, em Lisboa, em cujo âmbito colabora com os maiores nomes do mundo da música, nomeadamente maestros e solistas. Atua também com regularidade noutros palcos nacionais, cumprindo desta forma uma significativa função descentralizadora. No plano internacional, a Orquestra Gulbenkian foi ampliando gradualmente a sua atividade, tendo efetuado digressões na Europa, na Ásia, em África e nas Américas. No plano discográfico, o nome da Orquestra Gulbenkian encontra-se associado às editoras Philips, Deutsche Grammophon, Hyperion, Teldec, Erato, Adès, Nimbus, Lyrinx, Naïve e Pentatone, entre outras, tendo esta sua atividade sido distinguida, desde muito cedo, com diversos prémios internacionais de grande prestígio. O finlandês Hannu Lintu é o Maestro Titular da Orquestra Gulbenkian, sucedendo a Lorenzo Viotti.
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Miguel Sepúlveda
Maestro
Miguel Sepúlveda iniciou a temporada 2025/26 com estreias no Concertgebouw de Amesterdão, com a Orquestra Filarmónica de Roterdão, e nos concertos de assinatura da Filarmónica de Dresden. Ainda na presente temporada, dirige a Filarmónica de Los Angeles em vários concertos.
Em junho de 2025, Miguel Spúlveda foi um dos vencedores (ex-aequo) do Grande Prémio no Concurso Internacional de Direção de Roterdão. O júri atribuiu-lhe ainda os prémios de Ópera e de Música Contemporânea, enquanto os músicos da Filarmónica de Roterdão e da Orquestra do Século XVIII o elegeram como o seu candidato preferido nas rondas Sinfónica e Clássica. Anteriormente, fora semifinalista no Concurso de Direção Malko de 2024.
Miguel Spúlveda nasceu em Lisboa em 1998. Estudou com Jean-Marc Burfin e concluiu o seu mestrado no Royal Northern College of Music, em Manchester. Desde então, dirigiu a Filarmónica da BBC, a Sinfónica Escocesa da BBC, a Manchester Camerata, a Münchener Kammerorchester e a Sinfónica do Porto, entre outras orquestras. Em setembro de 2024, foi nomeado o primeiro Runnicles Fellow da Filarmónica de Dresden e, em março de 2025, foi nomeado Dudamel Fellow da Filarmónica de Los Angeles.
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Duarte Moreira
Trompa
Natural de Paços de Ferreira, Duarte Moreira nasceu em 1993 e iniciou os seus estudos musicais e de saxofone na Banda Musical de Paços de Ferreira, aos dez anos. Em 2005 ingressou na Escola Profissional Artística do Vale do Ave (ARTAVE), na classe de trompa do professor Hélder Vales, tendo concluído com a classificação máxima o recital final – média de curso de 18 valores – e sido laureado com o prémio Dra. Manuela Carvalho. Posteriormente, em 2011, continuou os seus estudos na Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo do Porto (ESMAE) com os professores Abel Pereira, Bohdan Sebestik e Nuno Vaz, concluindo o recital final de licenciatura com máxima distinção. Prosseguiu o seu percurso académico com um Mestrado em Performance na Hochschule für Musik Hanns Eisler, em Berlim, na classe da professora Marie-Luise Neunecker, como bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian. Concluiu o mesmo em 2018, tendo-lhe sida atribuída a classificação máxima no exame final.
Durante o percurso académico, frequentou inúmeros cursos de aperfeiçoamento, o que lhe permitiu colaborar com profissionais de renome nacional e internacional, nomeadamente José Bernardo Silva, David Johnson, Ricardo Matosinhos, Bruno Rafael, Paulo Guerreiro, David Thompson, Szabolcs Zempléni, Will Sanders, Kerry Turner, Frøydis Ree Wekre, Rodolfo Epelde Cruz, Stefan de Leval Jezierski, Jeff Nelsen e Martin Owen.
Foi galardoado no Concurso Internacional de Instrumentos de Sopro “Terras de La-Salette” nas categorias Júnior e Sénior, obtendo o 1.º prémio em ambas. Em 2016 recebeu o 2.º prémio (1.º prémio não atribuído) no prestigiado Internationaler Instrumentalwettbewerb Markneukirchen (Alemanha). Em 2017, foi-lhe também atribuído o 1.º prémio, na categoria superior de Trompa, no Prémio Jovens Músicos (PJM). Conquistou também, em 2018, uma Menção Honrosa no conceituado concurso Primavera de Praga (República Checa) e, em 2019, o 1.º prémio no Concurso Internacional de Sopros do Alto Minho, categoria de metais. Foi membro fundador do Quinteto de Sopros Klaue, com o qual alcançou o 2.º prémio PJM, na categoria superior de Música de Câmara, em 2015.
Integrou a Orquestra Sinfónica APROARTE, a Sinfónica da ESMAE, o Estágio Gulbenkian para Orquestra, a Orquestra Jovem Sinfónica da Galiza (OJSG), a Landesjugendorchester Bremen e a Gustav Mahler Jugendorchester. Em 2012 integrou, como solista A, a Fundação Orquestra Estúdio, integrada no projeto Guimarães Capital da Cultura. Colabora regularmente com a Banda Sinfónica Portuguesa, a Filarmonia das Beiras, a Orquestra XXI, a Orquestra Metropolitana de Lisboa, a Sinfónica da Galiza, o Ensemble Resonanz-Hamburgo e a Orquestra Sinfónica do Porto – Casa da Música. De setembro de 2018 até dezembro de 2019, integrou a Sinfónica da Galiza. Simultaneamente, teve oportunidade de trabalhar com maestros e solistas de renome internacional.
Apresentou-se a solo com a Orquestra ARTAVE, com a Philharmonisches Orchester Plauen- Zwickau, com a Orquestra Gulbenkian e com a Banda Sinfónica Portuguesa. Em 2012 e 2013, foi também professor orientador do 1.º e do 2.º Encontro Nacional de Jovens Músicos, em Vieira do Minho. Orientou cursos de aperfeiçoamento musical na Universidade do Minho, no Conservatório de Música Calouste Gulbenkian de Braga, no Festival BSP Júnior, no Conservatório d’Artes de Loures, na Banda Marcial do Vale, na Escola Profissional de Música de Espinho, na Academia de Música de Castelo de Paiva (Masters in Paiva) e na ESMAE.
Atualmente, integra a Academia Nacional Superior de Orquestra como professor de trompa e a Orquestra Gulbenkian como chefe de naipe.
Felix Mendelssohn-Bartholdy
Wolfgang Amadeus Mozart
Ester Mägi
Antonín Dvořák
Ottorino Respighi
Sob o título “Música e Natureza”, são sublinhadas as relações profundas entre a criação musical e a inspiração da natureza nos compositores. Guiados pela orquestra, percorremos desde o olhar contemporâneo de Ester Mägi sobre o mar, ao encantamento de Mendelssohn com a Gruta de Fingal, no século XIX, passando pela obra Na Natureza, de Dvořák.
Mecenas Gulbenkian Música
A Fundação Calouste Gulbenkian reserva-se o direito de recolher e conservar registos de imagens, sons e voz para a difusão e preservação da memória da sua atividade cultural e artística. Caso pretenda obter algum esclarecimento, poderá contactar-nos através do formulário Pedido de Informação.