Concerto para Violino n.º 1 de Chostakovitch
Orquestra Gulbenkian
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Data
- 20:00 / Cancelado 20:00 / Esgotado quinta, 20:00
- 19:00 / Cancelado 19:00 / Esgotado sexta, 19:00
Local
Grande Auditório Fundação Calouste GulbenkianPreço
- 28,00 € – 56,00 €
Bilhetes avulso
Compra antecipada online (Cartão Gulbenkian Mais): 29 jun, 10:00
Compra online: 30 jun, 10:00
25% – Menores de 30
10% – Maiores de 65
Cartão Gulbenkian:
50% – Menores de 30
20% – Maiores de 65
10% – 30 a 64
- Maestro
- Violino
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Orquestra Gulbenkian
Em 1962 a Fundação Calouste Gulbenkian decidiu estabelecer um agrupamento orquestral permanente. No início constituído apenas por doze elementos, foi originalmente designado por Orquestra de Câmara Gulbenkian. Ao longo de sessenta anos de atividade, a Orquestra Gulbenkian (denominação adotada desde 1971) foi sendo progressivamente alargada, contando hoje com um efetivo de cerca de sessenta instrumentistas, que pode ser expandido de acordo com as exigências de cada programa. Esta constituição permite à Orquestra Gulbenkian interpretar um amplo repertório, do Barroco até à música contemporânea. Obras pertencentes ao repertório corrente das grandes formações sinfónicas podem também ser interpretadas pela Orquestra Gulbenkian em versões mais próximas dos efetivos orquestrais para que foram originalmente concebidas, no que respeita ao equilíbrio da respetiva arquitetura sonora.
Em cada temporada, a Orquestra Gulbenkian realiza uma série regular de concertos no Grande Auditório, em Lisboa, em cujo âmbito colabora com os maiores nomes do mundo da música, nomeadamente maestros e solistas. Atua também com regularidade noutros palcos nacionais, cumprindo desta forma uma significativa função descentralizadora. No plano internacional, a Orquestra Gulbenkian foi ampliando gradualmente a sua atividade, tendo efetuado digressões na Europa, na Ásia, em África e nas Américas. No plano discográfico, o nome da Orquestra Gulbenkian encontra-se associado às editoras Philips, Deutsche Grammophon, Hyperion, Teldec, Erato, Adès, Nimbus, Lyrinx, Naïve e Pentatone, entre outras, tendo esta sua atividade sido distinguida, desde muito cedo, com diversos prémios internacionais de grande prestígio. O finlandês Hannu Lintu é o Maestro Titular da Orquestra Gulbenkian, sucedendo a Lorenzo Viotti.
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Lorenzo Viotti
Maestro
Lorenzo Viotti é um dos maestros mais cativantes da sua geração, sendo reconhecida a sua notável versatilidade, tanto no repertório sinfónico como no operático.
Ao longo da temporada 2025/26, apresenta-se nos principais palcos mundiais, incluindo atuações com a Filarmónica de Viena, a Orquestra Nacional de França, a Sinfónica de Viena, a Orchestra dell’Accademia Nazionale di Santa Cecilia, em Roma, bem como a Filarmonica della Scala, em Milão, com a qual mantém uma colaboração profícua. Apresenta-se também com a Filarmónica dos Países Baixos, onde exerceu o cargo de Maestro Titular até 2025. Regressa ao Japão para dirigir a Sinfónica de Tóquio, orquestra onde assumirá as funções de Diretor Musical a partir da temporada 2026/27.
No domínio da ópera, estreia-se no Palau de les Arts, em Valência, com Fausto de Gounod, regressando à Ópera de Zurique para O Morcego, de J. Strauss, e à Ópera Estatal de Viena, para Il Trittico, de Puccini. Anteriormente, dirigiu produções no Teatro alla Scala, na Ópera de Paris, na Ópera de Zurique e na Semperoper Dresden. O seu mandato como Maestro Titular da Ópera Nacional dos Países Baixos (2021-2025) incluiu produções aclamadas pela crítica, tais como Peter Grimes e O Morcego, e um ciclo Puccini de três anos, em colaboração com o encenador Barrie Kosky. No plano sinfónico, as suas colaborações incluem compromissos com a Filarmónica de Berlim, a Orquestra do Real Concertgebouw de Amesterdão, a Filarmónica de Munique, a Orquestra do Gewandhaus de Leipzig e a Orquestra de Cleveland, entre outras.
Natural de Lausanne, na Suíça, Lorenzo Viotti nasceu no seio de uma família de músicos de ascendência italiana e francesa. Estudou piano, canto e percussão em Lyon, e direção de orquestra com Georg Mark, em Viena, e com Nicolás Pasquet, no Conservatório Franz Liszt, em Weimar. Alcançou destaque internacional ao vencer várias competições importantes, incluindo o Concurso Internacional de Cadaqués, o Concurso de Direção da Orquestra Sinfónica MDR e o Nestlé and Salzburg Festival Young Conductors Award (2015). Em 2017 recebeu o International Opera Newcomer Award nos International Opera Awards, em Londres. Foi Maestro Titular da Orquestra Gulbenkian entre 2018 e 2021.
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Inmo Yang
Violino
Vencedor da edição de 2022 do Concurso de Violino Jean Sibelius, o sul-coreano Inmo Yang recebeu também um prémio pela melhor interpretação de uma obra encomendada a Magnus Lindberg. Em 2015 venceu o 54.º Concurso Internacional de Violino “Premio Paganini”, em Génova, a primeira vez que o 1.º prémio foi atribuído desde 2006. Foi também galardoado com os seguintes prémios especiais: o mais jovem finalista, a melhor interpretação de uma peça contemporânea original, o prémio do público e um recital especial em Génova com o violino Guarneri Del Gesu do próprio Paganini.
Inmo Yang estreou-se no Weill Recital Hall, do Carnegie Hall de Nova Iorque, na qualidade de vencedor do concurso Concert Artists Guild. Em seguida, foi convidado a atuar no Boston Symphony Hall, no Kravis Center for the Performing Arts e nos festivais de Ravinia e Marlboro.
Inmo Yang tem colaborado com maestros de renome como Marin Alsop, Myung-Whun Chung, James Gaffigan, Neeme Järvi, Fabio Luisi, Sakari Oramo, David Robertson, John Storgårds e Osmo Vänskä e com grandes orquestras como a Filarmónica de Helsínquia, a Sinfónica da Rádio Finlandesa, a Orquestra Nacional de França, a Sinfónica de Chicago, a Sinfónica de Lucerna, a Filarmónica de Zurique, a Sinfónica Nacional Dinamarquesa, a Sinfónica da BBC e a Filarmónica de Seul. Iniciou a temporada 2023-24 com a Orchestre de la Suisse Romande e a Philharmonia Orchestra, seguindo-se uma digressão na Coreia do Sul, com a Filarmónica de Hong-Kong, e várias estreias que incluem a Orquestra Gulbenkian, a Sinfónica de Stavanger, a BBC NOW e a Auckland Philharmonia.
In 2021, a Deutsche Grammophon lançou o Segundo álbum de Inmo Yang, The Genetics of Strings. O seu álbum de estreia, Paganini: 24 Caprices, lançado em 2019, foi gravado ao vivo durante uma residência no Kumho Art Hall, na Coreia do Sul.
Inmo Yang estudou com Namyoon Kim na Universidade das Artes da Coreia, com Miriam Fried no New England Conservatory of Music, em Boston, e com Antje Weithaas na Hochschule für Musik Hanns Eisler, em Berlim. Estuda atualmente na Academia Kronberg com Antje Weithaas. Toca um violino G. B. Guadagnini (Turim), por amável empréstimo da Beare’s International Violin Society e da International Jean Sibelius Violin Competition.
Dmitri Chostakovitch
Grażyna Bacewicz
O violinista Inmo Yang despertou a atenção do mundo da música clássica quando, em 2015, venceu o Concurso Paganini. Desde então, o músico sul-coreano conquistou os grandes palcos graças a uma densidade e uma delicadeza ímpares, aliadas, segundo o Boston Globe, a “uma técnica perfeita e um tom terno e caloroso”. Com a Orquestra Gulbenkian, Yang interpretará o Concerto para Violino e Orquestra n.º 1 de Chostakovitch, composto no verão de 1947. A peça será acompanhada pela Sinfonia n.º 4 da compositora polaca Grażyna Bacewicz, outra emblemática obra do pós-guerra.
Mecenas Gulbenkian Música
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