9.ª de Beethoven
Coro e Orquestra Gulbenkian
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Data
- 20:00 / Cancelado 20:00 / Esgotado quinta, 20:00
- 19:00 / Cancelado 19:00 / Esgotado sexta, 19:00
Local
Grande Auditório Fundação Calouste GulbenkianEste concerto será transmitido aqui em direto no dia 30 de maio às 19:00.
- Maestro
- Soprano
- Meio-Soprano
- Tenor
- Baixo
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Coro Gulbenkian
Fundado em 1964, o Coro Gulbenkian conta presentemente com uma formação sinfónica de cerca de cem cantores. Pode atuar em grupos vocais mais reduzidos, apresentando-se tanto a cappella como em colaboração com a Orquestra Gulbenkian ou com outros agrupamentos para a interpretação das grandes obras. No domínio da música contemporânea, tem apresentado, frequentemente em estreia absoluta, inúmeras obras de compositores portugueses e estrangeiros. Tem colaborado regularmente com prestigiadas orquestras, entre as quais a Philharmonia Orchestra de Londres, a Freiburg Barockorchester, a Orquestra do Século XVIII, a Filarmónica de Berlim, a Sinfónica de Baden‑Baden, a Sinfónica de Viena, a Orquestra do Real Concertgebouw de Amesterdão, a Orquestra Nacional de Lyon ou a Orquestra de Paris.
O Coro Gulbenkian participou em importantes festivais internacionais, tais como: Festival Eurotop (Amesterdão), Festival Veneto (Pádua e Verona), City of London Festival, Hong Kong Arts Festival, Festival Internacional de Música de Macau, ou Festival d’Aix-en-Provence.
A discografia do Coro Gulbenkian está representada nas editoras Philips, Archiv / Deutsche Grammophon, Erato, Cascavelle, Musifrance, FNAC‑Music e Aria‑Music, tendo ao longo dos anos registado um repertório diversificado, com particular incidência na música portuguesa dos séculos XVI a XX. Algumas destas gravações receberam prestigiados prémios internacionais. Entre 1969 e 2020, Michel Corboz foi o Maestro Titular do Coro Gulbenkian. Desde 2024, Martina Batič é Maestra Titular, Inês Tavares Lopes Maestra Adjunta e Jorge Matta consultor artístico.
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Orquestra Gulbenkian
Em 1962 a Fundação Calouste Gulbenkian decidiu estabelecer um agrupamento orquestral permanente. No início constituído apenas por doze elementos, foi originalmente designado por Orquestra de Câmara Gulbenkian. Ao longo de sessenta anos de atividade, a Orquestra Gulbenkian (denominação adotada desde 1971) foi sendo progressivamente alargada, contando hoje com um efetivo de cerca de sessenta instrumentistas, que pode ser expandido de acordo com as exigências de cada programa. Esta constituição permite à Orquestra Gulbenkian interpretar um amplo repertório, do Barroco até à música contemporânea. Obras pertencentes ao repertório corrente das grandes formações sinfónicas podem também ser interpretadas pela Orquestra Gulbenkian em versões mais próximas dos efetivos orquestrais para que foram originalmente concebidas, no que respeita ao equilíbrio da respetiva arquitetura sonora.
Em cada temporada, a Orquestra Gulbenkian realiza uma série regular de concertos no Grande Auditório, em Lisboa, em cujo âmbito colabora com os maiores nomes do mundo da música, nomeadamente maestros e solistas. Atua também com regularidade noutros palcos nacionais, cumprindo desta forma uma significativa função descentralizadora. No plano internacional, a Orquestra Gulbenkian foi ampliando gradualmente a sua atividade, tendo efetuado digressões na Europa, na Ásia, em África e nas Américas. No plano discográfico, o nome da Orquestra Gulbenkian encontra-se associado às editoras Philips, Deutsche Grammophon, Hyperion, Teldec, Erato, Adès, Nimbus, Lyrinx, Naïve e Pentatone, entre outras, tendo esta sua atividade sido distinguida, desde muito cedo, com diversos prémios internacionais de grande prestígio. O finlandês Hannu Lintu é o Maestro Titular da Orquestra Gulbenkian, sucedendo a Lorenzo Viotti.
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Hannu Lintu
Maestro Titular
O finlandês Hannu Lintu é o atual Maestro Titular da Orquestra Gulbenkian. Em paralelo, prossegue o seu trajeto como Maestro Principal da Ópera e Ballet Nacionais da Finlândia e inicia os seus mandatos como Parceiro Artístico da Sinfónica de Lahti e Diretor Artístico do Festival Internacional Sibelius.
Na temporada passada, Lintu foi nomeado Diretor Musical da Orquestra Sinfónica de Singapura, com início em 2026/27. À frente desta orquestra, dirige na presente temporada a Missa de Nelson, de Haydn, e a 7.ª Sinfonia de Chostakovitch. Outros destaques incluem novas colaborações com as Sinfónicas da BBC, de St. Louis, de Toronto, de Baltimore e de Detroit, bem como produções de Elektra, de R. Strauss, e uma estreia mundial de A Estrela da Manhã, de Sebastian Fagerlund, na Ópera Nacional Finlandesa.
Nos últimos anos, dirigiu a Sinfónica de Chicago, a Filarmónica de Nova Iorque, a Filarmónica de Berlim, a Orquestra de Cleveland, a Sinfónica da Rádio da Baviera, a Orquestra Nacional da Radio France, a Sinfónica de Boston, a Sinfónica da Rádio Sueca, a Deutsches Symphonie-Orchester Berlin, a Radio Filharmonisch Orkest, a Filarmónica de Londres, a Sinfónica de Atlanta, a Orquestra do Konzerthaus de Berlim e a Sinfónica de Montreal, entre outras orquestras.
Para além das grandes obras sinfónicas, dirige regularmente repertório de ópera. Neste domínio, os destaques recentes incluem Oedipe de Enesco, com a Sinfónica de Viena, no Festival de Bregenz, O Navio Fantasma de Wagner, na Ópera de Paris, e Pelléas et Mélisande de Debussy, na Ópera Estadual da Baviera, bem como várias produções para a Ópera e Ballet Nacionais da Finlândia, incluindo o ciclo O Anel do Nibelungo de Wagner, Dialogues des Carmélites de Poulenc, Don Giovanni de Mozart, Turandot de Puccini, Salome de R. Strauss, Billy Budd de Britten, e uma versão coreografada da Messa da Requiem de Verdi.
Hannu Lintu gravou para as editoras Ondine, Bis, Naxos, Avie e Hyperion. Recebeu vários prémios, incluindo dois ICMA para os Concertos para Violino de Béla Bartók, com Christian Tetzlaff, e para a gravação de obras de Sibelius, com Anne Sofie von Otter. Estas duas gravações, bem como Kaivos, de E. Rautavaara e os Concertos para Violino de Sibelius e de T. Adès, com Augustin Hadelich e a Royal Liverpool Orchestra, foram nomeados para os prémios Gramophone e Grammy.
Hannu Lintu estudou violoncelo e piano na Academia Sibelius, em Helsínquia, instituição onde mais tarde se formou em direção de orquestra com Jorma Panula. Estudou também com Myung-Whun Chung na Accademia Musicale Chigiana, em Siena. Em 1994 venceu o Concurso Nórdico de Direção de Orquestra, em Bergen.
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Ambur Braid
Soprano
Reconhecida pela amplitude dramática das suas atuações, a canadiana Ambur Braid deixou uma profunda marca com as suas interpretações de Salomé, Senta (O Navio Fantasma), a Mulher de Barak (A Mulher sem Sombra de R. Strauss), Eva (Irrelohe de Schreker) e Rachel (A Judia de Halévy). Na presente temporada estreou-se como Marie (Wozzeck), em duas novas produções para a Ópera de Lyon e para a Canadian Opera Company. Estreou-se também no Palau de les Arts Reina Sofía, em Valência, no papel de Madame Lidoine, na produção de Robert Carsen de Dialogues des Carmélites de Poulenc, sob a direção de Riccardo Minasi.
Salomé tornou-se um papel de assinatura para Ambur Braid, que recebeu elogios da crítica nas produções para a Ópera de Frankfurt e para a Canadian Opera Company. Outras notáveis representações e estreias incluem: Eva (Irrelohe) e A Mulher de Barak (A Mulher sem Sombra), com Daniele Rustioni, para a Opéra de Lyon; Senta (O Navio Fantasma), para a Komische Oper; e Stephana, em Siberia, de Umberto Giordano, para o Festival de Bregenz. Outros destaques de atuações recentes incluem: Rachel, na nova produção de Tatjana Gürbaca de A Judia, sob a direção de Henrik Nanasi; Ariadne (Ariadne auf Naxos), com Thomas Guggeis; Chawa, em Die Ersten Menschen de Rudi Stephan, com o maestro Sebastian Weigle; bem como os papéis de Norma, com Erik Nielsen, e Tosca, com Carlo Montanaro.
Apresentações recentes em concerto incluem La Tragédie de Salomé, de Florent Schmitt, com a Sinfónica da Rádio de Frankfurt e Alain Altinoglu, e a 9.ª Sinfonia de Beethoven, com a National Arts Centre Orchestra, em Ottawa.
Ambur Braid diplomou-se pela Glenn Gould School of the Royal Conservatory of Music, em Toronto, e pelo San Francisco Conservatory, e foi membro da Canadian Opera Company.
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Jess Dandy
Meio-Soprano
A britânica Jess Dandy estudou no Trinity College, em Cambridge, na École Normale Supérieure de Lyon e na Guildhall School of Music and Drama, em Londres. Em 2021 Jess Dandy foi nomeada na categoria “Jovem Artista” do Royal Philharmonic Society Award.
Os destaques da temporada 2024/25 incluem The Cloud Messenger de G. Holst, nos BBC Proms, a 9.ª Sinfonia de Beethoven, com a Sinfónica de Boston e Ludovic Morlot, em Tanglewood, Totentanz de Thomas Adès, com a Orquestra do Gewandhaus de Leipzig, sob a direção do compositor, o Requiem de Mozart, com a Sinfónica de Aalborg e Sofi Jeannin, o Messias de Händel, com a Filarmónica de Tampere e Matthew Halls, Romeu e Julieta de Berlioz, com a Filarmónica de Bergen e Mark Elder, e a Sinfonia n.º 3 de Mahler, com a Filarmónica da BBC e John Storgårds. Em recital, regressa ao Festival Internacional de Oxford, com o pianista Keval Shah, para um programa intitulado Eternity in an Hour, bem como ao Wigmore Hall, com Dylan Perez, e à Universidade de York, para um concerto com Ben Goldscheider, Fenella Humphreys e Martin Roscoe.
Outras atuações recentes incluem: a Sinfonia n.º 8 de Mahler, com a Filarmónica de Bergen e o maestro Edward Gardner; os Rückert-Lieder de Mahler, com a Sinfónica da BBC e Kristian Sallinen; Sea Pictures de Elgar, com a Sinfónica de Tóquio; o Requiem de Mozart, com a Filarmónica de Tampere e Matthew Halls; Brockes Passion, com o English Concert; o Messias de Händel, com a Hallé Orchestra, a Royal Northern Sinfonia, a Glyndebourne Sinfonia e Il Gardellino; Stabat Mater de Julia Perry e a Paixão segundo São João de Bach, com a Filarmónica da BBC.
Jess Dandy interessa-se por ecologia, psicologia e espiritualidade, sendo cofundadora da SongPath, uma iniciativa de saúde mental que cria trilhos musicais na natureza para melhoria da saúde mental. Com o compositor Alex Mills, desenvolveu o Music & Being Collective, um espaço de laboratório aberto que explora a música e o sentido de identidade através do diálogo interdisciplinar.
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Michael Weinius
Tenor
Vencedor do Concurso Wagner, em Seattle, em 2008, o tenor sueco Michael Weinius foi nomeado Cantor da Corte Real Sueca em 2013 e recebeu a medalha real Litteris et Artibus em 2022.
Estreou-se profissionalmente em 1993 como Guglielmo, em Così fan tutte. Depois de interpretar uma variedade de papéis de barítono, fez a sua transição para tenor em 2004, estreando-se como Laca, em Jenůfa de Janáček. Para além de atuações regulares na Ópera Real de Estocolmo, apresentou-se em muitas casas de ópera na Europa, incluindo a Ópera da Bastilha, em Paris, a Ópera Estadual da Baviera, em Munique, o Grande Teatro de Genebra, a Ópera de Leipzig, a Ópera Norueguesa, em Oslo, e a Deutsche Oper, em Berlim.
Em 2018 estreou-se no papel de Siegfried, em Siegfried e O Crepúsculo dos Deuses, na nova produção de O Anel do Nibelungo da Deutsche Oper am Rhein. A Siegfried juntar-se-iam outros notáveis desempenhos como Siegmund, Parsifal, Lohengrin e Tristão. Destacam-se ainda os papéis de Herodes (Salomé), Baco (Ariadne auf Naxos), Sansão (Sansão e Dalila), Mao (Nixon in China), Don José (Carmen) e os protagonistas em Peter Grimes e Otello. Depois de uma bem sucedida estreia na Ópera Estadual de Viena, como Lohengrin, regressaria para interpretar Siegfried.
Michael Weinius apresenta-se também com regularidade em concerto, para interpretar grandes obras como os Gurrelieder de Schönberg, a 9.ª Sinfonia de Beethoven, A Canção da Terra de Mahler ou The Dream of Gerontius de Elgar. Colaborou com prestigiados maestros como Esa-Pekka Salonen, Kent Nagano, Axel Kober, Gianandrea Noseda, Christoph Eschenbach, Marek Janowski, Gustavo Dudamel, Donald Runnicles e Christian Thielemann.
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Matthew Rose
Baixo
Matthew Rose estudou no Curtis Institute of Music e foi membro do Young Artist Programme da Royal Opera House, Covent Garden. Em 2006 estreou-se no Festival de Glyndebourne como Bottom, em Sonho de uma Noite de Verão de Britten, tendo recebido o Prémio John Christie. A sua carreira internacional proporcionou um relação muito próxima com a Metropolitan Opera de Nova Iorque, tendo aí atuado pela 100.ª vez em 2022.
A temporada 2024/25 inclui um regresso do cantor britânico ao papel de Fasolt, em O Ouro do Reno, na Ópera Estadual da Baviera, bem como Rocco, em Fidelio, com a Ópera Nacional de Bordéus. Em concerto e recital, colabora em interpretações da Missa n.º 3 de Bruckner, com a Sinfónica SWR, Canções e Danças da Morte de Mussorgsky, com a Filarmónica de Londres, e apresentações de Viagem de Inverno de Schubert, em vários palcos no Reino Unido.
Compromissos recentes no domínio da ópera incluem: Rei Marke (Tristão e Isolda), para a Grange Park Opera; Barão Ochs (Der Rosenkavalier), para o La Monnaie; Wotan (A Valquíria), para a English National Opera e o Staatstheater Darmstadt; Gremin (Eugene Onegin), para a Garsington Opera; e Leporello (Don Giovanni), para a Ópera Lírica de Chicago. Atuou também noutros prestigiados palcos como o Scala de Milão, a Ópera de Lyon, a Ópera de Filadélfia, a Grande Ópera de Houston e a Royal Opera House - Covent Garden.
Em concerto, Matthew Rose apresentou-se no Festival de Edimburgo, nos BBC Proms e no festival “Mostly Mozart” de Nova Iorque. Outras colaborações recentes em concerto incluem a Missa Glagolítica de Janáček, com a Filarmónica de Londres e o maestro Edward Gardner, a Missa Solemnis de Beethoven, com a Orchestre Révolutionnaire et Romantique e John Elliot Gardiner, a 9.ª Sinfonia de Beethoven e a Missa da Coroação de Mozart, com a Gürzenich-Orchester Köln e François-Xavier Roth, a Paixão segundo São Mateus de Bach, nos BBC Proms, o Messias de Händel, com a Filarmónica de Roterdão e Jonathan Cohen, a Paixão segundo São João, com a Sinfónica da Rádio Sueca e Daniel Harding, e a 9.ª Sinfonia de Beethoven com a Filarmónica da Radio France e no Festival Berlioz - La Côte-Saint-André.
As apresentações de Matthew Rose em recital incluem o Wigmore Hall de Londres, o Kennedy Center de Washington, o Carnegie Hall de Nova Iorque, o Concertgebouw de Amesterdão e Snape Maltings em Aldeburgh, bem como os Festivais Internacionais de Chester e Cheltenham. É o atual Diretor Artístico do festival Folkestone on Song, em Folkestone e East Kent.
Empenhado em apoiar a próxima geração de músicos, Matthew trabalhou como consultor artístico do Lindemann Young Artist Programme, na Metropolitan Opera, e orientou masterclasses para o Britten Pears Young Artist Programme, o Curtis Institue, a Royaumont Academy, a Juilliard School, a Manhattan School of Music, a Trinity Laban e a Chautauqua Institution. Em 2017 e 2018, lecionou no seu próprio curso de verão, a Scuola di belcanto, em Itália, regressando em 2025 para masterclasses em Spoleto.
Sofia Gubaidulina
Ludwig van Beethoven
Dedicada a Beethoven, A Ira de Deus é uma das criações maiores da compositora russa Sofia Gubaidulina. Uma peça de espantosa intensidade e que parece fazer estremecer os sentidos. Gubaidulina disse em entrevista que, à medida que a humanidade se vê empurrada para ser nivelada e homogeneizada, a tarefa de um/a artista deve passar por contrariar essa ideia. A peça, estreada em 2020, por ocasião dos 250 anos do nascimento de Beethoven, é dirigida na Gulbenkian Música por Hannu Lintu, sendo emparelhada com a emblemática Nona Sinfonia do compositor alemão.
Guia de Audição
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, Sala do Foyer. Entrada livre, sujeita à lotação.
Por Inês Thomas Almeida -
, Sala do Foyer. Entrada livre, sujeita à lotação.
Por Inês Thomas Almeida
Mecenas Gulbenkian Música
A Fundação Calouste Gulbenkian reserva-se o direito de recolher e conservar registos de imagens, sons e voz para a difusão e preservação da memória da sua atividade cultural e artística. Caso pretenda obter algum esclarecimento, poderá contactar-nos através do formulário Pedido de Informação.