Uma obra do Palácio de Versalhes - Apolo Guillaume II Costou (1716-1777)

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Data

01 abr 2003 – 31 mai 2004
  • seg, qua, qui, sex, sáb e dom,

Museu Calouste Gulbenkian – Átrio Principal

Os visitantes habituais do Museu Calouste Gulbenkian, familiarizados com a recepção do museu após a remodelação de 2001, estranharão certamente o deus Apolo, protector das Artes, que os acolhe agora à entrada, tão diferente do Apolo de Jean-Antoine Houdon, a que estavam habituados.  A razão desta substituição justifica-se pela cedência do Apolo de Houdon para a grande exposição monográfica dedicada ao escultor, com itinerância entre Maio de 2003 e Maio de 2004, e que estará patente primeiro em Washington, na National Gallery of Art, depois em Los Angeles, no Museu Getty e, finalmente, no Palácio de Versalhes.  Para compensar uma tão longa ausência do Apolo de Houdon da casa-mãe, o Palácio Nacional de Versalhes cedeu, por igual período de tempo, este Apolo de Guillaume II Coustou, que integra actualmente as suas colecções.  E, muito embora se lamente o afastamento temporário do Apolode Houdon, escultura que, a par com a Diana do mesmo artista, são símbolos da colecção reunida por Calouste Gulbenkian, esta oportunidade constitui porventura ocasião única para um diálogo enriquecedor entre as duas estátuas e outras obras do museu.

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