Planta Topográfica – Estudo para a construção do CAM
Revisão de 1966
Na sequência da localização, proposta pela administração da Fundação Calouste Gulbenkian, para o Centro de Arte Moderna, em 1980, os arquitectos paisagistas António Facco Viana Barreto e Gonçalo Ribeiro Telles desvinculam-se do cargo de consultores.
Perante esta situação é convidado para o cargo o Arquitecto Paisagista Edgar Fontes.
O novo edifício obrigou a uma nova localização do viveiro que desde 1958 se situava na área que vinha a ser ocupada pelo Centro de Arte Moderna.