Lorenzo Viotti © Antoine Saito - Orchestre Symphonique de Montréal

Lorenzo Viotti

Maestro Convidado Principal

Com o início da temporada 2021/22, Lorenzo Viotti começou a desempenhar as novas funções de Maestro Principal da Orquestra Filarmónica da Holanda e da Ópera Nacional Holandesa, em Amesterdão. No arranque da presente temporada, dirigiu O Morcego, de Alexander von Zemlinsky e da Missa in tempore belli, de Joseph Haydn. Não obstante, tinha-se já estreado com a Ópera Nacional Holandesa mais cedo do que o esperado, em setembro de 2019, ao substituir Sir Mark Elder na dupla de récitas de ópera Pagliacci / Cavalleria rusticana. Lorenzo Viotti foi Maestro Titular da Orquestra Gulbenkian entre 2018 e 2021, ocupando atualmente o lugar de Maestro Convidado Principal.

Como jovem maestro, em 2015 despertou definitivamente a atenção internacional ao vencer o Nestlé and Salzburg Festival Young Conductors Award. Em 2013 tinha já vencido o Concurso Internacional de Direção de Cadaqués e o Concurso de Direção MDR. Em função destes grandes sucessos, foi convidado a dirigir muitas orquestras de grande prestígio como a Orquestra do Real Concertgebouw de Amesterdão, a Filarmónica da BBC de Manchester, a Real Filarmónica de Liverpool, a Sinfónica de Tóquio, a Sinfónica de Bamberg, a Orquestra do Gewandhaus de Leipzig, a Filarmónica de Munique, a Tonkünstler Orchester, a Filarmónica de Roterdão, a Sinfónica de Gotemburgo, a Sinfónica da Rádio Nacional Dinamarquesa, a Camerata Salzburg, a ORF Radio-Symphonieorchester Wien, a Sinfónica de Viena, a Staatskapelle Dresden, a Gustav Mahler Youth Orchestra, a Royal Philharmonic Orchestra, a Filarmonica della Scala, a Staatskapelle Berlin ou a Filarmónica da Holanda, entre outras. Dirigiu pela primeira vez a Orquestra Gulbenkian em janeiro de 2017.

Lorenzo Viotti estreou-se nos Estados Unidos da América com a Orquestra de Cleveland e no Canadá com a Sinfónica de Montreal. Em janeiro de 2020 dirigiu a Orquestra Nacional de França em concertos em Viena e Bratislava, e no final de fevereiro estreou-se à frente da Filarmónica de Berlim.

Para além dos numerosos concertos, onde aborda um extenso repertório, Lorenzo Viotti dirigiu, no domínio da ópera: Romeu e Julieta de Gounod (Teatro alla Scala de Milão e Fundação Calouste Gulbenkian), Manon Lescaut de Puccini (Ópera de Frankfurt), Rigoletto de Verdi (Staatsoper Stuttgart e Semperoper Dresden), Werther de Massenet (Ópera de Frankfurt e Ópera de Zurique), Tosca de Puccini (Ópera de Frankfurt e Novo Teatro Nacional de Tóquio) e Carmen de Bizet (Staatsoper Hamburg e Ópera Nacional de Paris). Em 2017 recebeu o International Opera Newcomer Award.

Natural de Lausanne, na Suíça, Lorenzo Viotti nasceu no seio de uma família de músicos de ascendência italiana e francesa. Estudou piano, canto e percussão em Lyon, tendo inicialmente sido percussionista da Filarmónica de Viena e colaborado com outras orquestras. Em simultâneo com a sua atividade como instrumentista, estudou direção de orquestra com Georg Mark, em Viena, e com Nicolás Pasquet, no Conservatório Franz Liszt, em Weimar.

Atualização em 18 outubro 2021

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