Adriana González © Marine Cessat Bégler

Adriana González

Soprano

Primeiro Prémio e Prémio Zarzuela do Concurso Operalia 2019, Adriana González é uma das mais promissoras cantoras da sua geração. Nasceu na Guatemala em 1991 e, pouco depois de terminar o secundário, em 2008, iniciou os seus estudos com Barbara Bickford. Um ano depois ganhou o New Upcoming Artist Award, atribuído pela Hemeroteca Nacional da Guatemala.

Adriana González diplomou-se pela Universidad del Valle de Guatemala em 2012, ano em que foi descoberta pelo compositor, maestro e pianista basco Iñaki Encina Oyón durante uma digressão ao Chipre com o World Youth Choir. Oyón convidou-a então a atuar em Paris no ano seguinte. Como membro do Atelier Lyrique da Ópera Nacional de Paris, cantou Zerlina (Don Giovanni), em Paris-Bobigny, e Despina (Così fan tutte), em Paris-Créteil. Depois de completar o programa do Atelier Lyrique, ganhou o Prix Lyrique du Cercle Carpeaux 2017.

Durante os anos em Paris, Adriana González ganhou vários prémios em concursos internacionais: 3.º Prémio no Concurso Internacional de Canto Veronica Dunne (Irlanda), 1.º Prémio no Concurso de Canto Otto Edelmann (Viena), 2.º Prémio e Prémio do Público no Concurso Internacional de Canto Francisco Viñas (Barcelona), Prémio do Teatro Real de Madrid, Prémio da Associação dos Amigos da Ópera de Sabadell, e Prémio Opern Werkstatt.

De 2017 a 2018, Adriana González integrou o International Opernstudio da Ópera de Zurique, tendo interpretado a 1.ª Donzela Flor (Parsifal) e Serpetta (La finta giardiniera). Em seguida, cantou Pamina (A Flauta Mágica), no Festival de Gars; Corinna (Il viaggio a Reims), no Gran Teatro del Liceu de Barcelona; Sapho e Iphise (Les fêtes d’Hébé), na Ópera da Bastilha (Paris) e na Royal Academy of Music (Londres); Lia (L’Enfant prodigue de Debussy), num concerto na Ópera de Nancy; Micaela (Carmen), no Grand Théâtre de Genève; Giannetta (L ‘ elisir d’amore), na Ópera Nacional de Paris e no Teatro Real de Madrid; Liù (Turandot), na Ópera de Toulon; e Condessa Almaviva (As bodas de Figaro), na Ópera Nacional da Lorena e na Ópera de Frankfurt.

A primeira gravação de Adriana González, dedicada às canções de Robert Dussaut e Hélène Covatti, com Iñaki Encina Oyón ao piano (Audax Records, 2020), foi muito bem recebida pela crítica, distinguida com o Preisder deutschen Schallplattenkritik e selecionada pelo Le Monde como uma das gravações mais valiosas da temporada. Entretanto, González e Encina continuam a trabalhar juntos o repertorio da canção de câmara, com um foco particular na atividade de redescoberta e divulgação de música de compositores esquecidos. Apresentaram-se no Festival LIFE Victoria de Barcelona, na Ópera de Lille, na Ópera de Dijon e no Teatro de la Zarzuela, em Madrid.

Adriana González continua a enriquecer o seu repertório de ópera, trabalhando intensamente com Michelle Wegwart e Hedwig Fassbender, com o maestro Iñaki Encina Oyón e com os pianistas Alfredo Abbati e Margaret Singer.

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