Sinfonia Fantástica
Orquestra Gulbenkian / Nuno Coelho
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Data
- 20:00 / Cancelado 20:00 / Esgotado quinta, 20:00
- 19:00 / Cancelado 19:00 / Esgotado sexta, 19:00
Local
Grande Auditório Fundação Calouste GulbenkianEste concerto será transmitido aqui em direto no dia 21 de abril às 19:00.
Preço
50% – Menores de 30 anos
15% – Maiores de 65 anos
- Maestro
- Violoncelo
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Orquestra Gulbenkian
Em 1962 a Fundação Calouste Gulbenkian decidiu estabelecer um agrupamento orquestral permanente. No início constituído apenas por doze elementos, foi originalmente designado por Orquestra de Câmara Gulbenkian. Ao longo de sessenta anos de atividade, a Orquestra Gulbenkian (denominação adotada desde 1971) foi sendo progressivamente alargada, contando hoje com um efetivo de cerca de sessenta instrumentistas, que pode ser expandido de acordo com as exigências de cada programa. Esta constituição permite à Orquestra Gulbenkian interpretar um amplo repertório, do Barroco até à música contemporânea. Obras pertencentes ao repertório corrente das grandes formações sinfónicas podem também ser interpretadas pela Orquestra Gulbenkian em versões mais próximas dos efetivos orquestrais para que foram originalmente concebidas, no que respeita ao equilíbrio da respetiva arquitetura sonora.
Em cada temporada, a Orquestra Gulbenkian realiza uma série regular de concertos no Grande Auditório, em Lisboa, em cujo âmbito colabora com os maiores nomes do mundo da música, nomeadamente maestros e solistas. Atua também com regularidade noutros palcos nacionais, cumprindo desta forma uma significativa função descentralizadora. No plano internacional, a Orquestra Gulbenkian foi ampliando gradualmente a sua atividade, tendo efetuado digressões na Europa, na Ásia, em África e nas Américas. No plano discográfico, o nome da Orquestra Gulbenkian encontra-se associado às editoras Philips, Deutsche Grammophon, Hyperion, Teldec, Erato, Adès, Nimbus, Lyrinx, Naïve e Pentatone, entre outras, tendo esta sua atividade sido distinguida, desde muito cedo, com diversos prémios internacionais de grande prestígio. O finlandês Hannu Lintu é o Maestro Titular da Orquestra Gulbenkian, sucedendo a Lorenzo Viotti.
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Nuno Coelho
Maestro
Nuno Coelho é o Maestro Principal e Diretor Artístico da Orquesta Sinfónica del Principado de Asturias desde 2022. A par dos concertos em Oviedo, na temporada 2024/25 regressa à Orquestra Gulbenkian, à Sinfónica de Antuérpia, à Filarmónica de Tampere e à Sinfónica da RTVE e estreia-se à frente da Sinfónica de Stavanger, da Staatsphilharmonie Nürnberg e da Orquestra do Minnesota.
Nas últimas temporadas, destacam-se as colaborações com a Orquestra do Real Concertgebouw de Amesterdão, a Sinfónica Escocesa da BBC, a Sinfónica da Rádio Neerlandesa, a hr-Sinfonieorchester Frankfurt, a Sinfónica de São Paulo, a Orquestra Nacional de Espanha, a Filarmónica de Dresden, a Filarmónica do Luxemburgo, a Residentie Orkest, a Filarmónica de Estrasburgo e a Sinfónica de Barcelona.
No domínio da ópera, dirigiu produções de La traviata, Cavalleria rusticana, Rusalka e Manon. Em 2022 dirigiu, na Fundação Gulbenkian, um encontro entre a ópera Don Giovanni de Mozart e a peça de teatro homónima de José Saramago, tendo dirigido Così fan tutte na temporada anterior. Em 2026 regressa à Ópera de Oviedo para dirigir Manon Lescaut.
Nuno Coelho nasceu no Porto em 1989. Estudou direção de orquestra na Universidade das Artes de Zurique, com Johannes Schlaefli. Recebeu o Prémio Neeme Järvi do Festival Menuhin de Gstaad e foi finalista no concurso para jovens maestros do Festival de Salzburgo. Em 2015 foi aceite no Dirigentenforum, na Alemanha e, nos dois anos seguintes, foi Conducting Fellow em Tanglewood (EUA) e Maestro Assistente da Filarmónica Neerlandesa. Venceu o Concurso Internacional de Direção de Orquestra de Cadaqués em 2017 e na temporada 2018/19 foi Dudamel Conducting Fellow na Filarmónica de Los Angeles e colaborou com Bernard Haitink e a Sinfónica da Rádio da Baviera.
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Jonathan Roozeman
Violoncelo
O jovem violoncelista Jonathan Roozeman é já uma certeza nos palcos internacionais. O seu elevado nível artístico expressa-se na musicalidade e no virtuosismo, bem como numa sonoridade expansiva e versátil, seja na interpretação de obras chave do repertório clássico, seja em obras de compositores como Kabalevsky, Kokkonen ou Vieuxtemps. Tem colaborado regularmente com maestros como Christoph Eschenbach, Esa-Pekka Salonen, Osmo Vänskä, Dima Slobodeniouk, Jukka-Pekka Saraste ou Santtu-Matias Rouvali.
Recentemente, Roozeman colaborou com o coreógrafo Saburo Teshigawara numa produção elaborada em torno de obras de Bach, Kodály e Cassado, no Aichi Prefectural Art Theater Concert Hall, em Nagoia. Atuou também no ARK Classics Festival, em Tóquio. Além disso, tocou com várias orquestras e maestros, incluindo a Filarmónica de Tampere e Matthew Halls, a Bilkent Symphony Orchestra e Julien Masmondet, ou a Orquestra Gulbenkian e Nuno Coelho (2023). Apresentou-se no seu recital de estreia no Concertgebouw de Amesterdão com a pianista Varvara, no Konzerthaus de Berlim, em vários palcos no Canadá e em festivais em Londres, Edimburgo, Moscovo e Tóquio. Interpretou várias vezes a obra Mania, de Esa-Pekka Salonen, como parte integrante de um projeto entre a Academia Sibelius e a Juilliard School of Music, sob a direção do compositor, em Helsínquia, no Festival do Mar Báltico (Estocolmo) e no Lincoln Center de Nova Iorque.
Jonathan Roozeman foi o mais jovem músico premiado no Concurso Internacional Tchaikovsky, em 2015. No mesmo ano, foi finalista no Concurso Internacional de Violoncelo de Naumburg. Em 2013 foi finalista no Prémio Suggia, no Porto, e alcançou as meias-finais do Concurso Internacional Paulo, na Finlândia. Em 2012, foi 2.º classificado no Concurso Nacional de Violoncelo dos Países Baixos.
Jonathan Roozeman estudou com Martti Rousi na Academia Sibelius, em Helsínquia, e diplomou-se em 2020 pela Academia Kronberg, na classe de Frans Helmerson. Toca um violoncelo David Tecchler (ca. 1707), por empréstimo da Fundação Cultural Finlandesa. O seu arco foi construído por Jean Pierre Marie Persoit, em Paris, ca. 1850.
Henri Dutilleux
Tout un monde lointain…
— Intervalo de 20 min —
Hector Berlioz
Sinfonia Fantástica, op. 14
TRANSMISSÃO
https://www.youtube.com/watch?v=yCvzW7cxpFg
Estrela ascendente nos palcos internacionais, o violoncelista Jonathan Roozeman foi o mais jovem músico premiado no Concurso Internacional Tchaikovsky, em 2015. Nos presentes concertos, interpretará Tout un monde lointain…, concerto para violoncelo que o compositor francês Henri Dutilleux escreveu para Mstislav Rostropovich. Parafraseando no título da obra um poema de Baudelaire, Dutilleux transporta para a música um imaginário profundamente poético. Na segunda parte, Nuno Coelho dirige a Sinfonia Fantástica de Berlioz, uma das mais importantes e cativantes obras do início do período romântico.
Guia de Audição
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, Sala do Foyer. Entrada livre, sujeita à lotação.
Por Sérgio Azevedo -
, Sala do Foyer. Entrada livre, sujeita à lotação.
Por Sérgio Azevedo
Mecenas Gulbenkian Música
Mecenas Orquestra Gulbenkian
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