Concerto para Piano n.º 2 de Chopin
Orquestra Gulbenkian
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Data
- 20:00 / Cancelado 20:00 / Esgotado quinta, 20:00
- 19:00 / Cancelado 19:00 / Esgotado sexta, 19:00
Local
Grande Auditório Fundação Calouste GulbenkianEste concerto será transmitido aqui em direto no dia 22 de maio, às 19:00.
Preço
25% – Menores de 30
10% – Maiores de 65
Cartão Gulbenkian:
50% – Menores de 30
20% – Maiores de 65
10% – 30 a 64
- Maestro
- Piano
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Orquestra Gulbenkian
Em 1962 a Fundação Calouste Gulbenkian decidiu estabelecer um agrupamento orquestral permanente. No início constituído apenas por doze elementos, foi originalmente designado por Orquestra de Câmara Gulbenkian. Ao longo de sessenta anos de atividade, a Orquestra Gulbenkian (denominação adotada desde 1971) foi sendo progressivamente alargada, contando hoje com um efetivo de cerca de sessenta instrumentistas, que pode ser expandido de acordo com as exigências de cada programa. Esta constituição permite à Orquestra Gulbenkian interpretar um amplo repertório, do Barroco até à música contemporânea. Obras pertencentes ao repertório corrente das grandes formações sinfónicas podem também ser interpretadas pela Orquestra Gulbenkian em versões mais próximas dos efetivos orquestrais para que foram originalmente concebidas, no que respeita ao equilíbrio da respetiva arquitetura sonora.
Em cada temporada, a Orquestra Gulbenkian realiza uma série regular de concertos no Grande Auditório, em Lisboa, em cujo âmbito colabora com os maiores nomes do mundo da música, nomeadamente maestros e solistas. Atua também com regularidade noutros palcos nacionais, cumprindo desta forma uma significativa função descentralizadora. No plano internacional, a Orquestra Gulbenkian foi ampliando gradualmente a sua atividade, tendo efetuado digressões na Europa, na Ásia, em África e nas Américas. No plano discográfico, o nome da Orquestra Gulbenkian encontra-se associado às editoras Philips, Deutsche Grammophon, Hyperion, Teldec, Erato, Adès, Nimbus, Lyrinx, Naïve e Pentatone, entre outras, tendo esta sua atividade sido distinguida, desde muito cedo, com diversos prémios internacionais de grande prestígio. O finlandês Hannu Lintu é o Maestro Titular da Orquestra Gulbenkian, sucedendo a Lorenzo Viotti.
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Nuno Coelho
Maestro
Nuno Coelho é o Maestro Principal e Diretor Artístico da Orquesta Sinfónica del Principado de Asturias desde 2022. A par dos concertos em Oviedo, na temporada 2024/25 regressa à Orquestra Gulbenkian, à Sinfónica de Antuérpia, à Filarmónica de Tampere e à Sinfónica da RTVE e estreia-se à frente da Sinfónica de Stavanger, da Staatsphilharmonie Nürnberg e da Orquestra do Minnesota.
Nas últimas temporadas, destacam-se as colaborações com a Orquestra do Real Concertgebouw de Amesterdão, a Sinfónica Escocesa da BBC, a Sinfónica da Rádio Neerlandesa, a hr-Sinfonieorchester Frankfurt, a Sinfónica de São Paulo, a Orquestra Nacional de Espanha, a Filarmónica de Dresden, a Filarmónica do Luxemburgo, a Residentie Orkest, a Filarmónica de Estrasburgo e a Sinfónica de Barcelona.
No domínio da ópera, dirigiu produções de La traviata, Cavalleria rusticana, Rusalka e Manon. Em 2022 dirigiu, na Fundação Gulbenkian, um encontro entre a ópera Don Giovanni de Mozart e a peça de teatro homónima de José Saramago, tendo dirigido Così fan tutte na temporada anterior. Em 2026 regressa à Ópera de Oviedo para dirigir Manon Lescaut.
Nuno Coelho nasceu no Porto em 1989. Estudou direção de orquestra na Universidade das Artes de Zurique, com Johannes Schlaefli. Recebeu o Prémio Neeme Järvi do Festival Menuhin de Gstaad e foi finalista no concurso para jovens maestros do Festival de Salzburgo. Em 2015 foi aceite no Dirigentenforum, na Alemanha e, nos dois anos seguintes, foi Conducting Fellow em Tanglewood (EUA) e Maestro Assistente da Filarmónica Neerlandesa. Venceu o Concurso Internacional de Direção de Orquestra de Cadaqués em 2017 e na temporada 2018/19 foi Dudamel Conducting Fellow na Filarmónica de Los Angeles e colaborou com Bernard Haitink e a Sinfónica da Rádio da Baviera.
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Ingrid Fliter
A pianista argentina Ingrid Fliter conquistou a admiração do público e da crítica internacionais com a sua apurada técnica e as suas interpretações apaixonadas e sensíveis. Única mulher a receber o Gilmore Artist Award, em 2006, divide o seu tempo entre a América do Norte e a Europa.
Os destaques da temporada 2025/26 incluem atuações em concerto com a Orquesta Filarmónica de Gran Canaria, a Sinfónica do Oregon, a Sinfónica de San Diego e a National Symphony Orchestra Taiwan, e recitais no Festival de Música de Mänttä, na Finlândia, no Instituto Fryderyk Chopin, na Polónia, e no Festival de Piano de Londres, no King’s Place.
Ingrid Fliter estreou-se nos EUA com a Sinfónica de Atlanta, poucos dias depois do anúncio do prémio Gilmore. Desde então, apresentou-se com muitas das mais importantes orquestras norte-americanas, bem como nos festivais Mostly Mozart, Tanglewood, Grant Park, Aspen, Ravinia, Blossom, Tippet Rise e Brevard. Em recital, atuou no Zankel Hall do Carnegie Hall, no Metropolitan Museum e no 92nd Street Y de Nova Iorque, bem como em Chicago, Boston, San Francisco, Vancouver, Detroit e na Fundação Van Cliburn, em Fort Worth. Na Europa, apresentou-se em recitais em Amesterdão, Londres (Wigmore Hall e Queen Elizabeth Hall), Paris, Barcelona, Milão, Praga, Salzburgo, Colónia e Estocolmo, e participou no Festival de La Roque d’Anthéron, no Outono de Praga e nos BBC Proms, entre outros palcos.
Ingrid Fliter nasceu em Buenos Aires em 1973. Iniciou os seus estudos de piano na Argentina, com Elizabeth Westerkamp, e em 1992 viajou para a Europa, onde prosseguiu a sua formação com Vitaly Margulis, em Freiburg, com Carlos Bruno, em Roma, e com Franco Scala e Boris Petrushansky na academia Incontrui col Maestro, em Imola, onde também ensina desde 2015. Começou a tocar em recitais públicos aos onze anos de idade e estreou-se profissionalmente com orquestra, no Teatro Colón de Buenos Aires, aos dezasseis. Depois de vencer vários concursos na Argentina, foi também premiada no Concurso de Piano Città Cantù e no Concurso Ferruccio Busoni, em Itália. Em 2000 recebeu a medalha de prata do Concurso Chopin, em Varsóvia.
Grażyna Bacewicz
Fryderyk Chopin
Witold Lutosławski
Ingrid Fliter ganhou notoriedade internacional ao vencer o Gilmore Artist Award de 2006. É uma das raras pianistas a conquistar tal distinção, atribuída a um músico de exceção com uma bem-sucedida carreira de concertista, que possua uma profunda musicalidade e um considerável carisma. Fliter destacar-se-ia na interpretação da obra de Chopin, recolhendo sucessivos elogios às suas gravações. O seu registo das valsas de Chopin foi considerado pela revista Gramophone “uma das melhores gravações de Chopin dos últimos anos”.
Guia de Audição
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, Sala do Foyer. Entrada livre, sujeita à lotação.
Por Sérgio Azevedo -
, Sala do Foyer. Entrada livre, sujeita à lotação.
Por Sérgio Azevedo
Mecenas Concertos para Piano e Orquestra
Mecenas Gulbenkian Música
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