7.ª de Mahler
Coro e Orquestra Gulbenkian
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Data
- 20:00 / Cancelado 20:00 / Esgotado quarta, 20:00
- 20:00 / Cancelado 20:00 / Esgotado quinta, 20:00
- 19:00 / Cancelado 19:00 / Esgotado sexta, 19:00
Local
Grande Auditório Fundação Calouste GulbenkianEste concerto será transmitido em direto no dia 15 de setembro às 19:00.
Preço
50% – Menores de 30 anos
15% – Maiores de 65 anos
- Maestro
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Coro Gulbenkian
Fundado em 1964, o Coro Gulbenkian conta presentemente com uma formação sinfónica de cerca de cem cantores. Pode atuar em grupos vocais mais reduzidos, apresentando-se tanto a cappella como em colaboração com a Orquestra Gulbenkian ou com outros agrupamentos para a interpretação das grandes obras. No domínio da música contemporânea, tem apresentado, frequentemente em estreia absoluta, inúmeras obras de compositores portugueses e estrangeiros. Tem colaborado regularmente com prestigiadas orquestras, entre as quais a Philharmonia Orchestra de Londres, a Freiburg Barockorchester, a Orquestra do Século XVIII, a Filarmónica de Berlim, a Sinfónica de Baden‑Baden, a Sinfónica de Viena, a Orquestra do Real Concertgebouw de Amesterdão, a Orquestra Nacional de Lyon ou a Orquestra de Paris.
O Coro Gulbenkian participou em importantes festivais internacionais, tais como: Festival Eurotop (Amesterdão), Festival Veneto (Pádua e Verona), City of London Festival, Hong Kong Arts Festival, Festival Internacional de Música de Macau, ou Festival d’Aix-en-Provence.
A discografia do Coro Gulbenkian está representada nas editoras Philips, Archiv / Deutsche Grammophon, Erato, Cascavelle, Musifrance, FNAC‑Music e Aria‑Music, tendo ao longo dos anos registado um repertório diversificado, com particular incidência na música portuguesa dos séculos XVI a XX. Algumas destas gravações receberam prestigiados prémios internacionais. Entre 1969 e 2020, Michel Corboz foi o Maestro Titular do Coro Gulbenkian. Desde 2024, Martina Batič é Maestra Titular, Inês Tavares Lopes Maestra Adjunta e Jorge Matta consultor artístico.
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Orquestra Gulbenkian
Em 1962 a Fundação Calouste Gulbenkian decidiu estabelecer um agrupamento orquestral permanente. No início constituído apenas por doze elementos, foi originalmente designado por Orquestra de Câmara Gulbenkian. Ao longo de sessenta anos de atividade, a Orquestra Gulbenkian (denominação adotada desde 1971) foi sendo progressivamente alargada, contando hoje com um efetivo de cerca de sessenta instrumentistas, que pode ser expandido de acordo com as exigências de cada programa. Esta constituição permite à Orquestra Gulbenkian interpretar um amplo repertório, do Barroco até à música contemporânea. Obras pertencentes ao repertório corrente das grandes formações sinfónicas podem também ser interpretadas pela Orquestra Gulbenkian em versões mais próximas dos efetivos orquestrais para que foram originalmente concebidas, no que respeita ao equilíbrio da respetiva arquitetura sonora.
Em cada temporada, a Orquestra Gulbenkian realiza uma série regular de concertos no Grande Auditório, em Lisboa, em cujo âmbito colabora com os maiores nomes do mundo da música, nomeadamente maestros e solistas. Atua também com regularidade noutros palcos nacionais, cumprindo desta forma uma significativa função descentralizadora. No plano internacional, a Orquestra Gulbenkian foi ampliando gradualmente a sua atividade, tendo efetuado digressões na Europa, na Ásia, em África e nas Américas. No plano discográfico, o nome da Orquestra Gulbenkian encontra-se associado às editoras Philips, Deutsche Grammophon, Hyperion, Teldec, Erato, Adès, Nimbus, Lyrinx, Naïve e Pentatone, entre outras, tendo esta sua atividade sido distinguida, desde muito cedo, com diversos prémios internacionais de grande prestígio. O finlandês Hannu Lintu é o Maestro Titular da Orquestra Gulbenkian, sucedendo a Lorenzo Viotti.
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Lorenzo Viotti
Maestro
Lorenzo Viotti é um dos maestros mais cativantes da sua geração, sendo reconhecida a sua notável versatilidade, tanto no repertório sinfónico como no operático.
Ao longo da temporada 2025/26, apresenta-se nos principais palcos mundiais, incluindo atuações com a Filarmónica de Viena, a Orquestra Nacional de França, a Sinfónica de Viena, a Orchestra dell’Accademia Nazionale di Santa Cecilia, em Roma, bem como a Filarmonica della Scala, em Milão, com a qual mantém uma colaboração profícua. Apresenta-se também com a Filarmónica dos Países Baixos, onde exerceu o cargo de Maestro Titular até 2025. Regressa ao Japão para dirigir a Sinfónica de Tóquio, orquestra onde assumirá as funções de Diretor Musical a partir da temporada 2026/27.
No domínio da ópera, estreia-se no Palau de les Arts, em Valência, com Fausto de Gounod, regressando à Ópera de Zurique para O Morcego, de J. Strauss, e à Ópera Estatal de Viena, para Il Trittico, de Puccini. Anteriormente, dirigiu produções no Teatro alla Scala, na Ópera de Paris, na Ópera de Zurique e na Semperoper Dresden. O seu mandato como Maestro Titular da Ópera Nacional dos Países Baixos (2021-2025) incluiu produções aclamadas pela crítica, tais como Peter Grimes e O Morcego, e um ciclo Puccini de três anos, em colaboração com o encenador Barrie Kosky. No plano sinfónico, as suas colaborações incluem compromissos com a Filarmónica de Berlim, a Orquestra do Real Concertgebouw de Amesterdão, a Filarmónica de Munique, a Orquestra do Gewandhaus de Leipzig e a Orquestra de Cleveland, entre outras.
Natural de Lausanne, na Suíça, Lorenzo Viotti nasceu no seio de uma família de músicos de ascendência italiana e francesa. Estudou piano, canto e percussão em Lyon, e direção de orquestra com Georg Mark, em Viena, e com Nicolás Pasquet, no Conservatório Franz Liszt, em Weimar. Alcançou destaque internacional ao vencer várias competições importantes, incluindo o Concurso Internacional de Cadaqués, o Concurso de Direção da Orquestra Sinfónica MDR e o Nestlé and Salzburg Festival Young Conductors Award (2015). Em 2017 recebeu o International Opera Newcomer Award nos International Opera Awards, em Londres. Foi Maestro Titular da Orquestra Gulbenkian entre 2018 e 2021.
György Ligeti
Lux aeterna*
Gustav Mahler
Sinfonia n.º 7, em Mi menor
*Cem Anos do Nascimento de György Ligeti
TRANSMISSÃO
https://www.youtube.com/watch?v=joUoLn8nCzE
No seu único concerto com a Orquestra Gulbenkian esta temporada, o anterior Maestro Titular Lorenzo Viotti dá continuidade ao ambicioso ciclo que a Gulbenkian Música dedica à interpretação das sinfonias de Gustav Mahler. Tirando partido da grande cumplicidade desenvolvida entre o maestro e a orquestra (2018-2021), Viotti dirige a Sinfonia n.º 7, uma assumida e misteriosa viagem pela noite. Um arco que avança do ocaso até à aurora e que é também revelador do interesse particular que Mahler demonstrava por temáticas ligadas à Natureza.
Guia de Audição
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, Sala do Foyer. Entrada livre, sujeita à lotação.
Por Alexandre Delgado -
, Sala do Foyer. Entrada livre, sujeita à lotação.
Por Alexandre Delgado -
, Sala do Foyer. Entrada livre, sujeita à lotação.
Por Alexandre Delgado
Mecenas Gulbenkian Música
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