4.ª de Mahler
Orquestra Gulbenkian
Slider de Eventos
Data
- 20:00 / Cancelado 20:00 / Esgotado quinta, 20:00
- 19:00 / Cancelado 19:00 / Esgotado sexta, 19:00
Local
Grande Auditório Fundação Calouste GulbenkianEste concerto será transmitido aqui em direto no dia 7 de novembro, às 19:00.
Preço
25% – Menores de 30
10% – Maiores de 65
Cartão Gulbenkian:
50% – Menores de 30
20% – Maiores de 65
10% – 30 a 64
- Maestro
- Soprano
- Piano
-

Orquestra Gulbenkian
Em 1962 a Fundação Calouste Gulbenkian decidiu estabelecer um agrupamento orquestral permanente. No início constituído apenas por doze elementos, foi originalmente designado por Orquestra de Câmara Gulbenkian. Ao longo de sessenta anos de atividade, a Orquestra Gulbenkian (denominação adotada desde 1971) foi sendo progressivamente alargada, contando hoje com um efetivo de cerca de sessenta instrumentistas, que pode ser expandido de acordo com as exigências de cada programa. Esta constituição permite à Orquestra Gulbenkian interpretar um amplo repertório, do Barroco até à música contemporânea. Obras pertencentes ao repertório corrente das grandes formações sinfónicas podem também ser interpretadas pela Orquestra Gulbenkian em versões mais próximas dos efetivos orquestrais para que foram originalmente concebidas, no que respeita ao equilíbrio da respetiva arquitetura sonora.
Em cada temporada, a Orquestra Gulbenkian realiza uma série regular de concertos no Grande Auditório, em Lisboa, em cujo âmbito colabora com os maiores nomes do mundo da música, nomeadamente maestros e solistas. Atua também com regularidade noutros palcos nacionais, cumprindo desta forma uma significativa função descentralizadora. No plano internacional, a Orquestra Gulbenkian foi ampliando gradualmente a sua atividade, tendo efetuado digressões na Europa, na Ásia, em África e nas Américas. No plano discográfico, o nome da Orquestra Gulbenkian encontra-se associado às editoras Philips, Deutsche Grammophon, Hyperion, Teldec, Erato, Adès, Nimbus, Lyrinx, Naïve e Pentatone, entre outras, tendo esta sua atividade sido distinguida, desde muito cedo, com diversos prémios internacionais de grande prestígio. O finlandês Hannu Lintu é o Maestro Titular da Orquestra Gulbenkian, sucedendo a Lorenzo Viotti.
-

Hannu Lintu
Maestro Titular
O finlandês Hannu Lintu é o atual Maestro Titular da Orquestra Gulbenkian. Em paralelo, prossegue o seu trajeto como Maestro Principal da Ópera e Ballet Nacionais da Finlândia e inicia os seus mandatos como Parceiro Artístico da Sinfónica de Lahti e Diretor Artístico do Festival Internacional Sibelius.
Na temporada passada, Lintu foi nomeado Diretor Musical da Orquestra Sinfónica de Singapura, com início em 2026/27. À frente desta orquestra, dirige na presente temporada a Missa de Nelson, de Haydn, e a 7.ª Sinfonia de Chostakovitch. Outros destaques incluem novas colaborações com as Sinfónicas da BBC, de St. Louis, de Toronto, de Baltimore e de Detroit, bem como produções de Elektra, de R. Strauss, e uma estreia mundial de A Estrela da Manhã, de Sebastian Fagerlund, na Ópera Nacional Finlandesa.
Nos últimos anos, dirigiu a Sinfónica de Chicago, a Filarmónica de Nova Iorque, a Filarmónica de Berlim, a Orquestra de Cleveland, a Sinfónica da Rádio da Baviera, a Orquestra Nacional da Radio France, a Sinfónica de Boston, a Sinfónica da Rádio Sueca, a Deutsches Symphonie-Orchester Berlin, a Radio Filharmonisch Orkest, a Filarmónica de Londres, a Sinfónica de Atlanta, a Orquestra do Konzerthaus de Berlim e a Sinfónica de Montreal, entre outras orquestras.
Para além das grandes obras sinfónicas, dirige regularmente repertório de ópera. Neste domínio, os destaques recentes incluem Oedipe de Enesco, com a Sinfónica de Viena, no Festival de Bregenz, O Navio Fantasma de Wagner, na Ópera de Paris, e Pelléas et Mélisande de Debussy, na Ópera Estadual da Baviera, bem como várias produções para a Ópera e Ballet Nacionais da Finlândia, incluindo o ciclo O Anel do Nibelungo de Wagner, Dialogues des Carmélites de Poulenc, Don Giovanni de Mozart, Turandot de Puccini, Salome de R. Strauss, Billy Budd de Britten, e uma versão coreografada da Messa da Requiem de Verdi.
Hannu Lintu gravou para as editoras Ondine, Bis, Naxos, Avie e Hyperion. Recebeu vários prémios, incluindo dois ICMA para os Concertos para Violino de Béla Bartók, com Christian Tetzlaff, e para a gravação de obras de Sibelius, com Anne Sofie von Otter. Estas duas gravações, bem como Kaivos, de E. Rautavaara e os Concertos para Violino de Sibelius e de T. Adès, com Augustin Hadelich e a Royal Liverpool Orchestra, foram nomeados para os prémios Gramophone e Grammy.
Hannu Lintu estudou violoncelo e piano na Academia Sibelius, em Helsínquia, instituição onde mais tarde se formou em direção de orquestra com Jorma Panula. Estudou também com Myung-Whun Chung na Accademia Musicale Chigiana, em Siena. Em 1994 venceu o Concurso Nórdico de Direção de Orquestra, em Bergen.
-

Faustine de Monès
Soprano
Faustine de Monès apresenta-se regularmente em importantes palcos internacionais, incluindo o Weill Recital Hall do Carnegie Hall, o Barbican Centre, a Ópera de Israel, o Grand Théâtre de Limoges, o Festival de Aldeburgh ou o Festival de Ravinia, tendo colaborado com maestros como Lionel Bringuier, Stephen Barlow, Christian Curnyn, Paul Nadler e Joseph Colaneri.
As suas atuações recentes e futuras incluem: a estreia no papel de Frasquita, em Carmen de Bizet, na Ópera de Rouen; Crobyle, em Thaïs de Massenet, na Ópera de Toulon; Lonely Child, de Claude Vivier, no Festival Avanti (Finlândia); e Gilda, em Rigoletto de Verdi, no Festival Eure, em França. Outros destaques recentes incluem: Die Aussicht e Changing Light, de Kaija Saariaho, no Festival de Música de Estrasburgo e no Palau de la Música, em Barcelona; Le Silence des sirens, de Unsuk Chin, e Château de l’âme, de Saariaho, com a Filarmónica da Radio France; Die Aussicht, de Saariaho, com o Ardeo Quartet, nos Victoires de la Musique Classique de 2023; e Robert le Cochon et les Kidnappeurs, de Marc-Olivier Dupin, na Opéra Comique de Paris. Foram muito aplaudidas as suas prestações como Irmã Constance, em Dialogues des Carmélites de Poulenc, no Theater Aachen e no Theater Nordhausen, na Alemanha.
Faustine de Monès apresentou-se em recital na Opéra Grand Avignon. Como solista de concerto, cantou na gala de abertura das edições de 2021 e 2022 do festival Chorégies d’Orange. Cantou árias de Puccini no Palais National des Invalides, com Clément Mao-Takacs e a sua Secession Orchestra.
Natural de Paris, Faustine de Monès diplomou-se pela Guildhall School of Music and Drama, em Londres, e obteve o seu diploma em “Opera Performance” no Mannes College of Music, em Nova Iorque. Estreou-se no Opéra-Théâtre de Limoges, em Les Fables enchantées de Isabelle Aboulker. Recebeu o prémio de música contemporânea do Concurso Internacional George Enescu de 2018 (Bucareste), o primeiro prémio e o prémio do público no Concurso Internacional Vivonne de 2017, e foi também premiada (em dueto) no Concurso de Mélodie Francesa de Toulon, em 2017.
-

Jan Lisiecki
Piano
O pianista canadiano Jan Lisiecki trabalha em estreita colaboração com os principais maestros e orquestras da atualidade, realizando mais de cem concertos por ano. Na temporada 2025/26, regressa à Filarmónica de Roterdão, à Sinfónica de Viena, à Sinfónica da Rádio Finlandesa, à Filarmónica de Varsóvia, à Orquestra Gulbenkian, à Sinfónica da Rádio de Berlim, bem como à Sinfónica de São Francisco e à Sinfónica de Houston, entre outras orquestras. Em agosto de 2025, encerrou o Festival Internacional de Música de Seul, no Centro das Artes de Seul, na Coreia do Sul, com um concerto dedicado a Beethoven e um recital com o seu aclamado programa Prelúdios. Outros recitais levam-no a percorrer a Europa e a América do Norte, incluindo a Philharmonie de Berlim, o Konzerthaus de Viena, o Palau de la Música Catalana de Barcelona, o Koerner Hall de Toronto e o Centro Nacional das Artes de Ottawa.
Os convites recentes incluem a Filarmónica de Nova Iorque, a Orquestra de Cleveland, a Sinfónica de Chicago, a Orquestra de Paris, a Orquestra do Tonhalle de Zurique e a Staatskapelle Dresden. Estreou-se com a Filarmónica de Berlim na primavera de 2024. Lisiecki é presença regular nos principais festivais de verão da Europa e da América do Norte. Atuou no Festival de Salzburgo e fez recentemente a sua terceira apresentação nos BBC Proms. O seu anterior programa de recitais foi apresentado em mais de 50 cidades em todo o mundo.
Jan Lisiecki assinou pela Deutsche Grammophon aos quinze anos de idade. Desde então, gravou nove álbuns, galardoados com os prémios Juno, Echo Klassik, Diapason d'Or e Edison Klassiek. Aos dezoito anos, foi o mais jovem artista a receber o Gramophone’s Young Artist Award, tendo-lhe sido também atribuído o Prémio Leonard Bernstein. Em 2012, foi nomeado Embaixador da UNICEF no Canadá.
Alban Berg
Wolfgang Amadeus Mozart
Gustav Mahler
Fulgurante talento precoce, o pianista canadiano Jan Lisiecki assinou um contrato de exclusividade com a Deutsche Grammophon aos 15 anos. A partir desse momento, foi colecionando prémios e distinções, entre os quais o Young Artist da Gramophone e o Leonard Bernstein Award. Neste regresso à Gulbenkian Música, interpretará, sob a direção de Hannu Lintu, o Concerto para Piano e Orquestra n.º 9 de Mozart. O programa inclui também a 4.ª Sinfonia de Mahler e Der Wein de Alban Berg, contando com a experiente e expressiva voz da soprano francesa Faustine de Monès.
Guia de Audição
-
, Sala do Foyer. Entrada livre, sujeita à lotação.
Por Jorge Rodrigues -
, Sala do Foyer. Entrada livre, sujeita à lotação.
Por Jorge Rodrigues
Mecenas Concertos para Piano e Orquestra
Mecenas Gulbenkian Música
A Fundação Calouste Gulbenkian reserva-se o direito de recolher e conservar registos de imagens, sons e voz para a difusão e preservação da memória da sua atividade cultural e artística. Caso pretenda obter algum esclarecimento, poderá contactar-nos através do formulário Pedido de Informação.