10.ª de Chostakovitch
Orquestra Gulbenkian
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Data
- 20:00 / Cancelado 20:00 / Esgotado quinta, 20:00
- 19:00 / Cancelado 19:00 / Esgotado sexta, 19:00
Local
Grande Auditório Fundação Calouste GulbenkianEste concerto será transmitido em direto no dia 14 de março às 19:00.
Preço
25% – Menores de 30
10% – Maiores de 65
Cartão Gulbenkian:
50% – Menores de 30
15% – Maiores de 65
- Maestro
- Violino
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Orquestra Gulbenkian
Em 1962 a Fundação Calouste Gulbenkian decidiu estabelecer um agrupamento orquestral permanente. No início constituído apenas por doze elementos, foi originalmente designado por Orquestra de Câmara Gulbenkian. Ao longo de sessenta anos de atividade, a Orquestra Gulbenkian (denominação adotada desde 1971) foi sendo progressivamente alargada, contando hoje com um efetivo de cerca de sessenta instrumentistas, que pode ser expandido de acordo com as exigências de cada programa. Esta constituição permite à Orquestra Gulbenkian interpretar um amplo repertório, do Barroco até à música contemporânea. Obras pertencentes ao repertório corrente das grandes formações sinfónicas podem também ser interpretadas pela Orquestra Gulbenkian em versões mais próximas dos efetivos orquestrais para que foram originalmente concebidas, no que respeita ao equilíbrio da respetiva arquitetura sonora.
Em cada temporada, a Orquestra Gulbenkian realiza uma série regular de concertos no Grande Auditório, em Lisboa, em cujo âmbito colabora com os maiores nomes do mundo da música, nomeadamente maestros e solistas. Atua também com regularidade noutros palcos nacionais, cumprindo desta forma uma significativa função descentralizadora. No plano internacional, a Orquestra Gulbenkian foi ampliando gradualmente a sua atividade, tendo efetuado digressões na Europa, na Ásia, em África e nas Américas. No plano discográfico, o nome da Orquestra Gulbenkian encontra-se associado às editoras Philips, Deutsche Grammophon, Hyperion, Teldec, Erato, Adès, Nimbus, Lyrinx, Naïve e Pentatone, entre outras, tendo esta sua atividade sido distinguida, desde muito cedo, com diversos prémios internacionais de grande prestígio. O finlandês Hannu Lintu é o Maestro Titular da Orquestra Gulbenkian, sucedendo a Lorenzo Viotti.
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Krzysztof Urbański
Maestro
O maestro polaco Krzysztof Urbański estudou na Academia de Música Chopin, em Varsóvia. Em 2007 venceu o Concurso Internacional de Direção de Orquestra de Praga. Desde então, para além de dirigir regularmente as mais importantes orquestras polacas, foi Maestro Principal e Diretor Artístico da Orquestra Sinfónica e Ópera de Trondheim (2010-2017), Diretor Musical da Sinfónica de Indianápolis (2011-2021) e Maestro Convidado Principal da Sinfónica de Tóquio (2012-2016) e da NDR Elbphilharmonie Orchester (2015-2021). Em 2022 foi nomeado Maestro Convidado Principal da Orchestra della Svizzera Italiana. Desde o início da presente temporada, é Maestro Principal da Sinfónica de Berna e Diretor Artístico da Filarmónica de Varsóvia.
Como maestro convidado, Krzysztof Urbański dirige regularmente muitas das grandes orquestras mundiais como a Sinfónica da Rádio da Baviera, a Filarmónica de Berlim, a Staatskapelle Dresden, a Orquestra do Gewandhaus de Leipzig, a Sinfónica de Londres, a Philharmonia Orchestra, a Orquestra do Tonhalle de Zurique, a Orquestra de Paris, a Sinfónica de Chicago, a Filarmónica de Nova Iorque, a Filarmónica de Los Angeles ou a Sinfónica de São Francisco, entre outras.
Para além do regresso à Orquestra Gulbenkian, em 2024/25 dirige a Filarmónica de Munique, a Bayerische Staatsorchester, a Sinfónica de Tóquio, a Filarmónica de Dresden e a Sinfónica de Bamberg e estreia-se à frente da Orquestra Metropolitana de Tóquio. Dirige uma produção de Fidelio de Beethoven na Ópera de Zurique.
Com a NDR Elbphilharmonie Orchester, Urbański gravou obras de Lutosławski, a 9.ª Sinfonia de Dvořák, A Sagração da Primavera de Stravinsky, a Sinfonia n.º 5 de Chostakovitch e obras de R. Strauss (Alpha Classics). A sua discografia inclui também peças curtas de Chopin, com o pianista Jan Lisiecki (Deutsche Grammophon, prémio Echo Klassik), e o Concerto para Violoncelo n.º 1 de Martinů, com Sol Gabetta e a Filarmónica de Berlim (Sony). Em 2015 recebeu o Prémio Leonard Bernstein no Festival de Música de Schleswig-Holstein.
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Alina Ibragimova
Violino
Alina Ibragimova nasceu em Polevskoi, na Rússia. Iniciou os seus estudos formais na Escola Gnesin de Moscovo e prosseguiu a sua formação e aperfeiçoamento no Reino Unido, na Yehudi Menuhin School e no Royal College of Music. Teve como mestres Natasha Boyarsky, Gordan Nikolitch e Christian Tetzlaff. O seu repertório estende-se da música do Barroco até à estreia de obras contemporâneas, abordando com igual desenvoltura e apuro técnico os instrumentos modernos e os de época.
Para além da Orquestra Gulbenkian, na temporada 2024/25 colabora com a Filarmónica de Londres, a Sinfónica de Detroit, a Sinfónica da Rádio de Berlim, a Sinfónica de Bamberg, a Sinfónica WDR, a Sinfónica de Düsseldorf, a City of Birmingham Symphony e a Orquestra de Câmara Sueca, sob a direção de Vladimir Jurowski, Hannu Lintu, Anja Bihlmaier, Michael Sanderling, Iván Fischer e Krzysztof Urbański. Dá continuidade à parceira com o pianista Cédric Tiberghien, em recitais nos EUA, no Reino Unido e no Japão.
Recentemente, Alina Ibragimova foi artista em residência da Mahler Chamber Orchestra e realizou digressões europeias com a Orquestra de Câmara Escocesa e a Orquestra de Câmara de Basileia. Em recital, apresenta-se regularmente no Wigmore Hall de Londres, no Concertgebouw de Amesterdão, na Pierre Boulez Saal de Berlim, no Mozarteum de Salzburgo, na Elbphilharmonie de Hamburgo e no Royal Albert Hall, onde interpretou as Sonata e as Partitas para violino de J. S. Bach, nos BBC Proms. É membro fundadora do Quarteto Chiaroscuro.
A discografia de Alina Ibragimova estende-se dos Concertos de Bach, com o ensemble Arcangelo, até à Sonatas de Prokofiev, com Steven Osborne. A gravação dos Concertos para Violino de Chostakovitch (2020) recebeu um prémio Gramophone.
Alina Ibragimova recebeu o Borletti-Buitoni Trust Award (2008), o Classical BRIT Award (2009) e o Royal Philharmonic Society Young Artist Award (2010). Em 2016 foi distinguida com um MBE (Member of the Most Excellent Order of the British Empire). Alina Ibragimova toca um violino Anselmo Bellosio de 1775, gentilmente cedido por Georg von Opel.
Sergei Prokofiev
Dmitri Chostakovitch
Programa de sala (PDF 425 KB)
Considerada uma das maiores violinistas do nosso tempo, Alina Ibragimova toca com uma imediatez e uma honestidade que “têm a curiosa capacidade de colapsar qualquer sentimento de distância entre intérprete e ouvinte” (The Guardian), como se as notas que toca fossem dirigidas, em exclusivo, a cada ouvinte, numa partilha de sublime intimidade musical. Muito elogiada pela gravação das Sonatas para Violino de Prokofiev, na Gulbenkian Música a violinista regressa a este sublime repertório, sob a direção do maestro polaco Krzysztof Urbański que, na segunda parte, dirige a poderosa e visceral 10.ª Sinfonia de Chostakovitch.
Guia de Audição
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, Sala do Foyer. Entrada livre, sujeita à lotação.
Por Sérgio Azevedo -
, Sala do Foyer. Entrada livre, sujeita à lotação.
Por Sérgio Azevedo
Mecenas Gulbenkian Música
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