Azáleas

Rhododendron indicum

As Azáleas são talvez as plantas mais comuns das paisagens japonesas. Originárias da Ásia, estas plantas eram frequentemente cultivadas pelos monges budistas, fazendo parte de muitos dos famosos jardins cujas imagens chegam até nós através da pintura, da fotografia, do cinema, ou até da poesia.

Nos pátios interiores do Museu e Sede da Fundação, durante este mês, estas plantas encontram-se em floração – um maciço colorido rosa-escuro que impressiona e marca esta altura do ano com a sua presença fugaz.

Arbusto do género Rhododendron, a sua especificidade reside no facto de exibirem, geralmente, uma floração mais farta, ao passo que a sua folhagem é mais discreta. Outra especificidade das azáleas é o facto de possuírem flores terminais, ao passo que os restantes rododendros desenvolvem inflorescências.

As azáleas podem ser persistentes ou caducas. São plantas que se desenvolvem bem em solos bem drenados, em locais frescos com alguma sombra, o que permite que possam ser plantadas diretamente sob as árvores.

Atualmente, e fruto da manipulação humana, existem mais de 10 mil cultivares de azálea.

Curiosamente, o mel de abelhas produzido a partir do pólen destas flores é venenoso para os humanos, apesar de inofensivo para os insetos.