Arte Portuguesa nos Anos 50

Edição
Lisboa; Beja: Fundação Calouste Gulbenkian. Serviço de Belas-Artes; Câmara Municipal de Beja, 1992
Proveniência
Biblioteca de Arte Gulbenkian, Lisboa / AHP 1268
Direitos
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Texto(s)
José Manuel da Costa Carreira Marques, Pedro Tamen, «[Apresentação]», pp. 12-13
Mário Cesariny, «Vieira da Silva», pp. 39-40
Fernando de Azevedo, «Do surrealismo. Discussão de cinco pontos afins», pp. 41-42
Júlio Pomar, «A tendência para um novo realismo entre os novos pintores», pp. 48-51
José Lima de Freitas, «O futuro da pintura em Portugal», p. 52
Adriano de Gusmão, «Importância da pintura mural», pp. 53-54
Mário de Oliveira, «O importante é que o artista penetre com sinceridade no mundo sensível das coisas», pp. 55-57
Mário Dionísio, «Conflito e unidade da arte contemporânea», pp. 58-63
José-Augusto França, «A pintura não figurativa e o «espaço ambíguo»», pp. 64-69
José-Augusto França, «Cisão necessária na «terceira geração»», pp. 70-71
José-Augusto França, «A lei do eterno recomeço», p. 72
Fernando Guedes, «Fernando Lanhas», pp. 73-74
Nadir Afonso, «A sensibilidade plástica», p. 75
Nikias Skapinakis, «A intelectualidade da arte moderna», pp. 76-78
José Escada, «Defesa do informalismo», p. 79
António Areal, «Prefácio a uma exposição colectiva», p. 80
Ernesto de Sousa, «Júlio Pomar», p. 81
Rui Mário Gonçalves, «A década do silêncio», pp. 85-99

Exposições

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