Fernando Calhau. Work in Progress

Partindo do interesse do Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian, estas duas exposições foram dedicadas à obra de Fernando Calhau (1948-2002). Para as comissariar, foi convidado o ensaísta, curador e professor Delfim Sardo, com contributos firmados na compreensão e discussão da obra deste artista.
Two exhibitions dedicated to the work of Fernando Calhau (1948-2002), organised by the Gulbenkian Modern Art Centre. The essayist, curator and professor Delfim Sardo (1962) was invited to curate the exhibitions, offering insightful contributions rooted in his understanding and discussions of the artist's work.

No início de 2001, o Centro de Arte Moderna José de Azeredo Perdigão (CAMJAP) comunicou a Fernando Calhau (1948-2002) a intenção de realizar duas exposições consagradas à sua obra: uma dedicada ao desenho, «Passageiro Assediado», e outra, antológica, que se intitulou «Work in Progress». Para assegurar o comissariado das duas exposições, foi convidado o ensaísta e professor Delfim Sardo, figura destacada na compreensão e discussão da obra de Fernando Calhau.

Estas duas exposições acabariam por vincar a necessidade da presença da obra do artista no contexto expositivo nacional e, mais concretamente, no CAMJAP, já que, e segundo as palavras do seu diretor, Jorge Molder, Fernando Calhau estivera «sempre mais pronto para mostrar os outros e a ocultar-se a si mesmo» (Molder, Fernando Calhau. Convocação I e II, 2006).

Para o curador, a exposição antológica «Work in Progress» constituiu um «simulacro de um acerto de contas», uma vez que foi com Fernando Calhau que Delfim Sardo afirma ter apreendido a «ver arte».

Tratando-se de uma exposição antológica, a última que Fernando Calhau realizaria em vida (o artista viria a falecer poucos meses depois), nela estiveram patentes os vários suportes a que o artista se dedicou, da pintura à fotografia, passando pela fotogravura, mas «é via pintura que o artista encontra uma matriz de análise, de construção, de questionamento da prática artística nas múltiplas metamorfoses que assume, como filme, como vídeo, como fotografia, ou como tinta depositada, espatulada, sobre a tela» (Sardo, Work in Progress. Fernando Calhau, 2001, p. 26).

Todavia, por decisão conjunta do curador e do artista, a obra de desenho não seria incluída na exposição, por merecer apresentação antológica independente: não apenas pelas suas pistas quase diarísticas e ensaísticas, mas também por evidenciar uma autonomia serial de um modo de «fixação do processo».

A publicação do catálogo da exposição constitui uma importante fonte documental e analítica da obra de Fernando Calhau. Com resultado gráfico sugestivo e sóbrio, apresenta imagens do ateliê do artista, reproduções de obras, entradas de catálogo da curadora e historiadora alemã, residente em Paris, Doris von Drathen, e uma importante entrevista a Fernando Calhau, onde este fala sobre o seu processo criativo e o seu modo de trabalho «num continuum, não linear» (Sardo; Calhau, Work in Progress. Fernando Calhau, 2001, p. 161). Excertos desta entrevista, conduzida pelo curador, integraram o documentário realizado por Luís Miguel Correia (do LabCC – Laboratório de Criação Cinematográfica, da Universidade Nova de Lisboa), que foi projetado durante algumas sessões no Centro de Arte Moderna, enquanto atividade complementar à exposição.

O Serviço de Belas-Artes da FCG apoiou a ação do LabCC através da concessão de subsídios destinados a permitir a realização de vídeos sobre artistas portugueses reconhecidos. Este projeto, de orçamento reduzido, foi desenvolvido por jovens cineastas sob a orientação do professor João Mário Grilo, e visou uma articulação com o calendário de programação do CAMJAP e com os artistas aí apresentados.

Como mostra antológica, o evento procurou abordar as pesquisas formais que nortearam o trabalho de Calhau, nomeadamente o seu interesse precoce pelo serialismo, pela reprodutibilidade processual e objetual, pelo minimalismo e pela «crise da pintura enquanto medium». Pretendeu-se ainda evidenciar o monocromatismo formal e metafórico de Fernando Calhau, no seu «jogo entre a escuridão e as estratégias mínimas de garantir a sua visibilidade» (Work in Progress…, 2001, p. 23).

A repetição incessante da ideia, central na obra de Fernando Calhau, apesar de não obedecer a um programa, foi proposta pelo último núcleo da exposição, onde se tratava o retomar da pintura em «atmosferas quase figurativas», nos céus noturnos dos anos de 1990, próximas da performatividade dos filmes da série Mar.

As peças reunidas para esta importante antologia do trabalho de Fernando Calhau foram cedidas por vários colecionadores particulares, galeristas e instituições de arte, como o Museu de Serralves, o Museu de Arte Contemporânea do Funchal, a Coleção Berardo, a Fundação Cupertino de Miranda e a Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento, que se prontificaram a colaborar com o CAMJAP.

A exposição integrou igualmente obras de Calhau realizadas em Super-8, da segunda metade da década de 1970, suporte ao qual o artista se dedicou quando pretendeu superar os vestígios de manualidade. Para tal, a Cinemateca Portuguesa contribuiu com a cedência de equipamento, que permitiu a projeção e o visionamento dos filmes. No material de arquivo há ainda a indicação da montagem e transcrição de formatos Super-8 e MiniDv para DVCam e DVD com authoring das obras Mar III, Walk Through, Destruição e Tempo, apresentadas na exposição.

A receção crítica da exposição na opinião pública foi muito favorável, tal como já o havia sido a exposição de Fernando Calhau inaugurada meses antes na FCG, em cuja ocasião o artista havia sido condecorado pelo presidente da República Jorge Sampaio.

A programação de extensão cultural contou ainda com numerosas visitas orientadas à exposição, essenciais para o esclarecimento, contacto e familiarização do público com a obra deste artista fundamental da arte portuguesa da segunda metade do século XX e XXI.

Filipa Coimbra, 2016

At the beginning of 2001, the Calouste Gulbenkian Foundation’s Modern Art Centre–José de Azeredo Perdigão (CAMJAP) notified Fernando Calhau (1948-2002) of its intention to hold two exhibitions dedicated to his work: one for drawing called Passageiro Assediado [Harrassed Passenger], and another broader, retrospective exhibition called Work in Progress.

The essayist and lecturer Delfim Sardo, one of the most prominent figures for understanding and discussing Fernando Calhau’s work, was invited to curate the two exhibitions.

The exhibitions would end up highlighting the need for the artist’s work to be present in the context of a national exhibition and, more specifically, at CAMJAP. The reason for this was that Fernando Calhau – in the words of Jorge Molder, the CAMJAP director at the time – had “always been ready to show others over himself” (Molder, Convocação I e I, 2006).

For the curator, the retrospective exhibition Work in Progress was a “kind of a settling of scores”, since, according to Delfim Sardo, it was with Fernando Calhau that he learned to “see art”.

It was a retrospective show, the last that Fernando Calhau would hold during his lifetime, as he died a few months later. Therefore the exhibition included the different media that the artist worked with, ranging from painting and photoengraving to photography, because “it is through painting that artists find the framework for analysing, building, questioning the artistic practice in the many different metamorphoses that it takes, as film, as video, as photography – or as paint that is deposited, spatulated on the canvas” (Sardo, O mapa da noite…, p. 26).

However, as decided jointly by curator and artist, his drawing work was not included in the exhibition because it was deserving of a retrospective show of its own: not only because of the drawings’ almost diary and essay-like features, but also because they were autonomous, serial and a way of “establishing the process”.

The publication of the exhibition catalogue was an important documentary and analytical source for understanding Fernando Calhau’s work. Graphically evocative and sober, the catalogue presents images of the artist’s studio, reproductions of works, catalogue entries by the Paris-based German curator and historian Doris von Drathen (1957) and an important interview between the artist and the curator reflecting on Calhau’s creative process and his non-linear, continuum-based working method. (Sardo, Sem rede. Uma conversa com Fernando Calhau…, 2001). The interview conducted by the curator was also included in a film/documentary directed by Luís Miguel Correia, from the Laboratório de Criação Cinematográfica da Universidade Nova de Lisboa [NOVA University Lisbon’s Cinema Creation Lab], which was projected several times at the Modern Art Centre to complement the exhibition.

The FCG’s Fine Arts Department supported the Cinema Creation Lab’s work by assigning grants to enable it to produce low-budget videos about prestigious Portuguese artists, with the films seeking connections with the CAMJAP’s calendar and with the artists displayed there. The project was carried out by young filmmakers advised by the lecturer João Mário Grilo.

As a retrospective show, the event sought to deal with the pictorial research that guided Calhau’s work, from his early interest in serialism and the reproducibility of processes and objects, through to minimalism and the “crisis of painting as a medium”. It was also intended to show Fernando Calhau’s formal and metaphorical monochromatic style in his “play between darkness and minimal strategies to make it visible”. (Molder, Work in Progress…, 2001, p.23)

The incessant repetition of an idea, central to Fernando Calhau’s work, despite not following a programme, was suggested by the last section of the exhibition, which dealt with returning to painting in “almost figurative environments” in the night skies of the 1990s, coming close to the performativity of the films in the Mar series.

The pieces brought together in this important retrospective of Fernando Calhau’s work were loaned for the event by several private collectors, gallery owners and art institutions, including the Museu de Serralves, the Museu de Arte Contemporânea – Fortaleza de S. Tiago [National Museum of Contemporary Art – Fort of São Tiago], in Funchal, the Berardo Collection, the Cupertino de Miranda Foundation and the Luso-American Development Foundation, which were all willing to work with the CAMJAP.

Some of Calhau’s work on Super 8mm from the latter half of the 1970s was also exhibited. He used the medium when he wanted to overcome the traces left by manual work. The CAMJAP received support from the Cinemateca Portuguesa [Portuguese Cinematheque], which loaned film projection and viewing equipment. Consultation of archive material also indicates video editing and transcription of Super 8mm and mini Dv formats to DVCam and DVD with the authoring of the works Mar III (Sea III), Walk Through, Destruição and Tempo, which were shown at the exhibition.

The critical reception of the exhibition in public opinion was very favourable. Furthermore, the exhibition by the same artist which opened at the FCG months earlier had been visited by the Portuguese president at the time, Jorge Sampaio, who used the occasion to award an honour to Fernando Calhau.

The cultural activities alongside the exhibition further included numerous guided tours of the exhibition, essential to inform, provide contact and familiarise the public with the work of this artist who was fundamental to Portuguese art in the second half of the 20th and 21st centuries.


Ficha Técnica


Artistas / Participantes


Coleção Gulbenkian

Destruição

Fernando Calhau (1948-2002)

Destruição, 1975 / Inv. IM6

Endless

Fernando Calhau (1948-2002)

Endless, 1994 / Inv. 94P345

Espaço Verde

Fernando Calhau (1948-2002)

Espaço Verde, 1974 / Inv. 80P473

Mar I

Fernando Calhau (1948-2002)

Mar I, Inv. 15IM70

Mar II

Fernando Calhau (1948-2002)

Mar II, 1976 / Inv. IM8

Mar III A

Fernando Calhau (1948-2002)

Mar III A, 1976 / Inv. IM9

Mar III B (Remake)

Fernando Calhau (1948-2002)

Mar III B (Remake), 2001 / Inv. IM10

S/Título

Fernando Calhau (1948-2002)

S/Título, 1988 / Inv. 03P1279

S/Título

Fernando Calhau (1948-2002)

S/Título, 1977 / Inv. 97P581

S/Título #236

Fernando Calhau (1948-2002)

S/Título #236, 2001 / Inv. 04P1300

S/Título #399

Fernando Calhau (1948-2002)

S/Título #399, 1992 / Inv. 04DP2123

S/Título #400

Fernando Calhau (1948-2002)

S/Título #400, 1992 / Inv. 04DP2124

S/Título #401

Fernando Calhau (1948-2002)

S/Título #401, 1992 / Inv. 04DP2125

S/Título #402

Fernando Calhau (1948-2002)

S/Título #402, 1992 / Inv. 04DP2126

S/Título #405

Fernando Calhau (1948-2002)

S/Título #405, 1992 / Inv. 04DP2129

S/Título #406

Fernando Calhau (1948-2002)

S/Título #406, 1992 / Inv. 04DP2130

S/Título #474

Fernando Calhau (1948-2002)

S/Título #474, 1975 / Inv. 04P1322

S/Título #475

Fernando Calhau (1948-2002)

S/Título #475, 1975 / Inv. 04P1323

S/Título #476

Fernando Calhau (1948-2002)

S/Título #476, 1975 / Inv. 04P1324

S/Título #477

Fernando Calhau (1948-2002)

S/Título #477, 1975 / Inv. 04P1325

S/Título #478

Fernando Calhau (1948-2002)

S/Título #478, 1972 / Inv. 04P1326

S/Título #5

Fernando Calhau (1948-2002)

S/Título #5, 1994 / Inv. 04P1285

S/Tìtulo #59

Fernando Calhau (1948-2002)

S/Tìtulo #59, 1989/1995 / Inv. 04E1339

S/Título #6

Fernando Calhau (1948-2002)

S/Título #6, 1994 / Inv. 04P1286

S/Título #61

Fernando Calhau (1948-2002)

S/Título #61, 1970 / Inv. 04P1291

S/Título #7

Fernando Calhau (1948-2002)

S/Título #7, 1995 / Inv. 04P1287

S/Título #74

Fernando Calhau (1948-2002)

S/Título #74, 1970 / Inv. 04P1292

S/Título #8

Fernando Calhau (1948-2002)

S/Título #8, 1995 / Inv. 04P1288

S/Título #9

Fernando Calhau (1948-2002)

S/Título #9, 1995 / Inv. 04P1289

S/Título #98

Fernando Calhau (1948-2002)

S/Título #98, 1987 / Inv. 04P1295

sem título

Fernando Calhau (1948-2002)

sem título, 1988 / Inv. 90P183

sem título #124

Fernando Calhau (1948-2002)

sem título #124, 1974 / Inv. 04GP1844

Sem título #125

Fernando Calhau (1948-2002)

Sem título #125, 1974 / Inv. 04GP1845

Timeless

Fernando Calhau (1948-2002)

Timeless, 1994 / Inv. 94P344

Walk Through

Fernando Calhau (1948-2002)

Walk Through, 1976 / Inv. IM7

Destruição

Fernando Calhau (1948-2002)

Destruição, 1975 / Inv. IM6

Endless

Fernando Calhau (1948-2002)

Endless, 1994 / Inv. 94P345

Espaço Verde

Fernando Calhau (1948-2002)

Espaço Verde, 1974 / Inv. 80P473

Mar I

Fernando Calhau (1948-2002)

Mar I, Inv. 15IM70

Mar II

Fernando Calhau (1948-2002)

Mar II, 1976 / Inv. IM8

Mar III A

Fernando Calhau (1948-2002)

Mar III A, 1976 / Inv. IM9

Mar III B (Remake)

Fernando Calhau (1948-2002)

Mar III B (Remake), 2001 / Inv. IM10

S/Título

Fernando Calhau (1948-2002)

S/Título, 1988 / Inv. 03P1279

S/Título

Fernando Calhau (1948-2002)

S/Título, 1977 / Inv. 97P581

S/Título #236

Fernando Calhau (1948-2002)

S/Título #236, 2001 / Inv. 04P1300

S/Título #399

Fernando Calhau (1948-2002)

S/Título #399, 1992 / Inv. 04DP2123

S/Título #400

Fernando Calhau (1948-2002)

S/Título #400, 1992 / Inv. 04DP2124

S/Título #401

Fernando Calhau (1948-2002)

S/Título #401, 1992 / Inv. 04DP2125

S/Título #402

Fernando Calhau (1948-2002)

S/Título #402, 1992 / Inv. 04DP2126

S/Título #405

Fernando Calhau (1948-2002)

S/Título #405, 1992 / Inv. 04DP2129

S/Título #406

Fernando Calhau (1948-2002)

S/Título #406, 1992 / Inv. 04DP2130

S/Título #474

Fernando Calhau (1948-2002)

S/Título #474, 1975 / Inv. 04P1322

S/Título #475

Fernando Calhau (1948-2002)

S/Título #475, 1975 / Inv. 04P1323

S/Título #476

Fernando Calhau (1948-2002)

S/Título #476, 1975 / Inv. 04P1324

S/Título #477

Fernando Calhau (1948-2002)

S/Título #477, 1975 / Inv. 04P1325

S/Título #478

Fernando Calhau (1948-2002)

S/Título #478, 1972 / Inv. 04P1326

S/Título #5

Fernando Calhau (1948-2002)

S/Título #5, 1994 / Inv. 04P1285

S/Tìtulo #59

Fernando Calhau (1948-2002)

S/Tìtulo #59, 1989/1995 / Inv. 04E1339

S/Título #6

Fernando Calhau (1948-2002)

S/Título #6, 1994 / Inv. 04P1286

S/Título #61

Fernando Calhau (1948-2002)

S/Título #61, 1970 / Inv. 04P1291

S/Título #7

Fernando Calhau (1948-2002)

S/Título #7, 1995 / Inv. 04P1287

S/Título #74

Fernando Calhau (1948-2002)

S/Título #74, 1970 / Inv. 04P1292

S/Título #8

Fernando Calhau (1948-2002)

S/Título #8, 1995 / Inv. 04P1288

S/Título #9

Fernando Calhau (1948-2002)

S/Título #9, 1995 / Inv. 04P1289

S/Título #98

Fernando Calhau (1948-2002)

S/Título #98, 1987 / Inv. 04P1295

sem título

Fernando Calhau (1948-2002)

sem título, 1988 / Inv. 90P183

sem título #124

Fernando Calhau (1948-2002)

sem título #124, 1974 / Inv. 04GP1844

Sem título #125

Fernando Calhau (1948-2002)

Sem título #125, 1974 / Inv. 04GP1845

Timeless

Fernando Calhau (1948-2002)

Timeless, 1994 / Inv. 94P344

Walk Through

Fernando Calhau (1948-2002)

Walk Through, 1976 / Inv. IM7


Eventos Paralelos

Exibição audiovisual

Fernando Calhau. Work in Progress (2001)

20 out 2001
Fundação Calouste Gulbenkian / Centro de Arte Moderna – Sala Polivalente
Lisboa, Portugal
Visita(s) guiada(s)

[Fernando Calhau. Work in Progress]

out 2001 – dez 2001
Fundação Calouste Gulbenkian / Centro de Arte Moderna
Lisboa, Portugal

Publicações


Material Gráfico


Fotografias

Fernando Calhau (ao centro), Rui Vilar e Jorge Molder
Rui Vilar e Jorge Molder

Multimédia


Documentação


Imprensa


Páginas Web


Fontes Arquivísticas

Arquivos Gulbenkian (Centro de Arte Moderna), Lisboa / CAM 00497

Pasta com documentação referente à produção da exposição. Contém correspondência, seguros e lista de obras. 2001 – 2001

Arquivos Gulbenkian (Centro de Arte Moderna), Lisboa / CAM 00498

Pasta com documentação referente à produção da exposição. Contém correspondência, seguros e listas de obras, orçamentos, catálogo e recortes de imprensa. 2001 – 2002

Arquivos Gulbenkian (Serviço de Belas-Artes), Lisboa / SBA 22507

Pasta com documentação referente ao protocolo estabelecido entre a FCG e o Laboratório de Criação Cinematográfica da Universidade Nova de Lisboa para a realização de filmes sobre artistas integrados na programação do CAMJAP. 1996 – 2005


Exposições Relacionadas

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