Tarefas Infinitas. Quando a Arte e o Livro se Ilimitam
2012 / Museu Calouste Gulbenkian, Lisboa
Visita guiada de Paulo Pires do Vale no contexto desta exposição, realizada a uma turma de alunos da Escola Superior de Belas-Artes de Lisboa. A exposição sublinha a possibilidade de algo (nomeadamente, um livro) que faz parte de uma biblioteca se transformar numa obra de arte. Como pode a biblioteca relacionar-se com a galeria? Existirá o mundo porque existe o livro? Estas são algumas das perguntas a que tenta responder, remetendo para o diálogo infinito que a arte e o livro mantém há séculos, numa tarefa infinita.
A visita inicia-se junto de uma obra de Fernanda Fragateiro (1962), Casabella (2012), onde a artista joga com a noção de códex. Continua junto de artistas e autores do século XVI à contemporaneidade. «Como podemos apresentar um livro enquanto objeto artístico? Como podemos agarrar o infinito na finitude objetual e física de um livro, nas nossas mãos, também elas finitas?»