Owen Willetts © DR

Owen Willetts

Contratenor

Owen Willetts iniciou os seus estudos musicais no coro da Catedral de Lichfield, em Inglaterra. Diplomou-se pela Royal Academy of Music, onde foi aluno de Noelle Barker, Iain Leadingham e David Lowe. Ao longo do seu percurso profissional, tem colaborado com muitos dos principais protagonistas da interpretação definida por critérios de autenticidade histórica, incluindo Laurence Cummings, Christian Curnyn, Emmanuelle Haim, Marc Minkowsi, Martin Pearlman, Howard Arman ou Raphael Pichon. Entre outras obras, interpretou: as Paixões de J. S. Bach, a Ode a Santa Cecília de Purcell e a Missa em Dó menor de Mozart, com Les Musiciens du Louvre e Marc Minkowski; Teseo (Egeo) de Händel, em Moscovo; o Messias de Händel e a Oratória de Natal de Bach, com a Telemann Chamber Orchestra, no Japão; o papel principal em Orlando de Händel, no Festival de Música Antiga de Vancouver; Penelope la Casta de A. Scarlatti, e Rinaldo (Eustazio) de Händel, para a Lautten Compagney Berlin; Giulio Cesare in Egitto (Tolomeo) de Händel, na Ópera de Bona; o Stabat Mater  de Pergolesi, com a Orchestra of the Age of Enlightenment; Deborah de Händel, com Laurence Cummings; o papel de Arioco, em Nabucco de Michelangelo Falvetti, com  Leonardo Gracía Alarcón; e Il trionfo del Tempo e del Disinganno, no Festival Händel de Halle.

Nos palcos de ópera, Owen Willetts interpretou muitos outros papéis de destaque como: Ottone, em L’Incoronazione di Poppea de Monteverdi, para o Iford Arts Festival; Anfinomo e Fragilidade Humana, em Il ritorno d’Ulisse in patria de  Monteverdi, com Graham Vick e a Birmingham Opera Company; o papel principal em Orlando de Händel, para a Ópera de Halle; uma produção encenada da Paixão segundo São João de Bach, e The Fairy Queen de Purcell, para a Dutch National Reisopera; o papel de Unulfo, em Rodelinda de Händel, com Christian Curnyn, para o Iford Arts Festival; o papel principal em Giulio Cesare in Egitto, para a Ópera Nacional Finlandesa.

Owen Willetts estreou-se nos Estados Unidos da América no papel principal de Orfeo ed Euridice de Gluck, com os Boston Baroque, sob a direção de Martin Pearlman. Regressaria mais tarde como Arsace, em Partenope de Händel. Destaque ainda para: uma produção encenada dos Canticles de Britten, com Vladimir Jurowski, no Festival de Glyndebourne; o papel de Helicon, em Caligula de Detlev Glanert , na Ópera de Hanôver; Narciso, em Agrippina de Händel, para o Festival de Göttingen e para o Festival Barroco de Brisbane (Austrália); a voz de Farinelli, em Farinelli and the King, uma produção da Shakespeare’s Globe, no West End de Londres; Tullio, em Arminio de Händel, para o Festival Händel de Karlsruhe; Andronico, em Tamerlano  de Händel, com Laurence Cummings, no Festival de Buxton, e  o papel principal em Orlando, no Theater Heilbronn, na Alemanha.

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