Marcos Magalhães
Cravo
Marcos Magalhães diplomou-se pela Escola Superior de Música de Lisboa e pelo Conservatório Nacional de Música de Paris. Teve como mestres Cremilde Rosado Fernandes, Christophe Rousset, Kenneth Gilbert, Ketil Haugsand, Françoise Marmin e Kenneth Weiss. Mais recentemente, trabalhou direção de orquestra com Jean-Marc Burfin. Tem desenvolvido intensa atividade de concertos com o Ensemble Barroco do Chiado (Fundação Gulbenkian, Centro Cultural Gulbenkian em Paris, “Festa da Música” no Centro Cultural de Belém, “Encontros com o Barroco” no Porto e Festivais de Espinho e de Mafra) e com outros agrupamentos, em Portugal e no estrangeiro. Em 2003, a convite da Fundação Oriente, tocou com o Ensemble Barroco do Chiado na Índia (Nova Deli, Goa e Bangalore) e no Sri Lanka (Colombo). Participou em várias produções de ópera e integrou, em várias ocasiões, a Orquestra Gulbenkian, a Orquestra Metropolitana de Lisboa, a Orquestra da Madeira e a Orquestra Barroca da União Europeia. Em conjunto com Marta Araújo, fundou Os Músicos do Tejo, grupo dedicado à música antiga. Com este agrupamento, dirigiu as óperas La Spinalba, de F. A. de Almeida, e Lo frate ‘nnamorato, de G. B. Pergolesi. Em 2011 dirigiu a ópera Le Carnaval et la Folie, de A. C. Destouches, e em 2013 a serenata Il trionfo d’amore de F. A. de Almeida. Marcos Magalhães está neste momento a realizar um doutoramento sobre as modinhas luso-brasileiras, sob a orientação de David Cranmer, na Universidade Nova de Lisboa. É professor de música no Liceu Francês Charles Lepierre.
Novembro 2016