Marcos Fink © Miha Cerar

Marcos Fink

Baixo-Barítono

Marcos Fink nasceu em Buenos Aires, no seio de uma família eslovena. As atuações da sua família (Quarteto Fink) motivaram-no a seguir a carreira musical e a cantar em coros desde muito cedo. Estudou com Ivan Ivanov e Victor Srugo e participou em masterclasses de Phillipe Huttenlocker, Wolfgang Schöne, Erik Werba e Aldo Baldin. Em 1988 recebeu uma bolsa de estudos para aperfeiçoar a sua formação vocal com Heather Harper e Robert Sutherland, em Londres. Depois das primeiras atuações na Argentina, mudou-se para a Europa em 1990, tendo nesse ano concretizado a sua estreia no Festival de Salzburgo. Convidado pelo Landestheater de Salzburgo, integrou os elencos de várias óperas de Mozart durante a temporada do bicentenário da morte do compositor austríaco.

Marcos Fink aborda um repertório eclético que, ao longo da sua carreira, tem interpretado em colaboração com grandes orquestras mundiais e sob a direção de maestros como Michel Corboz, Hans Graf, Leopold Hager, Alain Lombard, Semyon Bychkov, Uwe Mund, Milan Horvat, Pinchas Steinberg, Anton Nanut, Lior Shambadal ou René Jacobs. Realizou muitas gravações de ópera, de obras corais e de Lieder, tendo recebido numerosos prémios. Foi distinguido com o Prešernov sklad 1999, prémio de cultura da Eslovénia. O CD Canciones argentinas (Harmonia Mundi), com a sua irmã Bernarda Fink e a pianista Carmen Piazzini, foi nomeado para os Grammy, em 2006, na categoria de “Melhor Interpretação Vocal Clássica”, e para os BBC Music Awards em 2007.

Recentemente participou em produções de A flauta mágica (Sarastro) de Mozart, em Aix-en-Provence; La Perichole (Don Andrès de Ribeira) de Offenbach, em Bordéus; Der Geduldige Socrates (Sócrates) de Telemann; Agrippina  (Claudio) de Händel (com gravação nomeada para os Grammy); Acis and Galatea (Polifemo) de Händel; Rappresentazione d’anima e di corpo  (Mondo) de Cavalieri, na Ópera de Berlim; Don Chisciotte in Sierra Morena  (Sancio Pansa) de Francesco Bartolomeo Conti; e Platée (Júpiter) de Rameau, no Concertgebouw de Amesterdão.

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