Jonathan Tetelman

Tenor

Jonathan Tetelman nasceu no Chile, mas cresceu em Nova Jersey, nos Estados Unidos da América. Elogiado pela sua voz de tenor “vocalmente magnífica, radiante e distinta” (Opera Aktuell), rapidamente se afirmou a nível internacional. Em 2024 terá lugar a sua aguardada estreia na Metropolitan Opera, como Ruggero, em La rondine, seguindo-se o papel de Pinkerton em Madama Butterfly, de Puccini. Outras presenças incluem o Festival d’Aix-en-Provence e a Deutsche Oper Berlin (Luigi, em Il tabarro), o Festival de  Baden-Baden (Werther) e o Theater Dortmund (Rodolfo, em La bohème). Em concerto, apresenta-se com a Sinfónica da Rádio de Berlim, a Prague Philharmonia, no Festival Borusan de Istambul e na Gala de Abertura do Shenzhen Belt Road Music Festival, na China.

Na temporada 2022-2023, Jonathan Tetelman estreou-se na Ópera de São Francisco (Alfredo, em La traviata), na Grande Ópera de Houston (Cavaradossi, em Tosca) e no Festival de Salzburgo (Macduff, em Macbeth). Interpretou ainda Rodolfo (La bohème) para a Semperoper Dresden, Cavaradossi (Tosca) e Paolo (Francesca da Rimini) na Deutsche Oper Berlin, e Loris Ipanov (Fedora) na Ópera de Las Palmas. Em concerto, colaborou com a Sinfónica de Houston no Requiem de Verdi, e partilhou o palco com Sylvia D’Eramo no Festival Tivoli de Copenhaga, e com Angela Gheorghiu em Paris e Bruxelas.

Depois de completar os seus estudos no Mannes College: The New School for Music e na Manhattan School of Music, em Nova Iorque, Jonathan Tetelman protagonizou uma série de estreias em rápida sucessão, incluindo a Royal Opera House – Covent Garden (La traviata e La bohème), o Teatro Regio de Turim (Pagliacci), a Ópera Nacional de Montpellier (Madama Butterfly), a Dresden Semperoper (Tosca e Madama Butterfly), o Gran Teatre del Liceu de Barcelona, a Ópera de Lille (Tosca), a Komische Oper Berlin (La bohème) e o Festival de Ópera de Berkshire (Rigoletto), entre outros palcos. Durante este período, apresentou-se também regularmente em concertos na Europa e nos Estados Unidos. Partilhou o palco com prestigiadas cantoras como Elīna Garanča, Nadine Sierra e Kristine Opolais e colaborou com a Filarmónica de Copenhaga, a Sinfónica de Boston, em Tanglewood, sob a direção de Andris Nelsons, a Sinfónica de São Francisco e o maestro Michael Tilson Thomas, e a Filarmónica de Estugarda e Dan Ettinger, entre outras importantes orquestras e maestros.

Na sequência da assinatura de um contrato de exclusividade com a editora Deutsche Grammophon, Jonathan Tetelman  gravou o álbum intitulado “Arias”, com a Orquesta Filarmónica de Gran Canaria e o maestro Karel Mark Chichon, registo que foi merecedor do prémio Opus Klassik para o “Jovem Artista do Ano 2023”.  Seguiu-se o álbum “The Great Puccini” que inclui excertos de nove óperas do compositor italiano.

Atualização em 20 dezembro 2023

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