Jonathan Roozeman
Violoncelo
O jovem violoncelista Jonathan Roozeman é já uma certeza nos palcos internacionais. O seu elevado nível artístico expressa-se na musicalidade e no virtuosismo, bem como numa sonoridade expansiva e versátil, seja na interpretação de obras chave do repertório clássico, seja em obras de compositores como Kabalevsky, Kokkonen ou Vieuxtemps. Tem colaborado regularmente com maestros como Christoph Eschenbach, Esa-Pekka Salonen, Osmo Vänskä, Dima Slobodeniouk, Jukka-Pekka Saraste ou Santtu-Matias Rouvali.
Recentemente, Roozeman colaborou com o coreógrafo Saburo Teshigawara numa produção elaborada em torno de obras de Bach, Kodály e Cassado, no Aichi Prefectural Art Theater Concert Hall, em Nagoia. Atuou também no ARK Classics Festival, em Tóquio. Além disso, tocou com várias orquestras e maestros, incluindo a Filarmónica de Tampere e Matthew Halls, a Bilkent Symphony Orchestra e Julien Masmondet, ou a Orquestra Gulbenkian e Nuno Coelho (2023). Apresentou-se no seu recital de estreia no Concertgebouw de Amesterdão com a pianista Varvara, no Konzerthaus de Berlim, em vários palcos no Canadá e em festivais em Londres, Edimburgo, Moscovo e Tóquio. Interpretou várias vezes a obra Mania, de Esa-Pekka Salonen, como parte integrante de um projeto entre a Academia Sibelius e a Juilliard School of Music, sob a direção do compositor, em Helsínquia, no Festival do Mar Báltico (Estocolmo) e no Lincoln Center de Nova Iorque.
Jonathan Roozeman foi o mais jovem músico premiado no Concurso Internacional Tchaikovsky, em 2015. No mesmo ano, foi finalista no Concurso Internacional de Violoncelo de Naumburg. Em 2013 foi finalista no Prémio Suggia, no Porto, e alcançou as meias-finais do Concurso Internacional Paulo, na Finlândia. Em 2012, foi 2.º classificado no Concurso Nacional de Violoncelo dos Países Baixos.
Jonathan Roozeman estudou com Martti Rousi na Academia Sibelius, em Helsínquia, e diplomou-se em 2020 pela Academia Kronberg, na classe de Frans Helmerson. Toca um violoncelo David Tecchler (ca. 1707), por empréstimo da Fundação Cultural Finlandesa. O seu arco foi construído por Jean Pierre Marie Persoit, em Paris, ca. 1850.