Quarteto Quiroga

Vencedor do Prémio Nacional de Música, em Espanha, em 2018, e premiado em várias competições internacionais, o Quarteto Quiroga foi o primeiro “artista em residência” do Palácio Real de Madrid, tendo-se apresentado com um conjunto único de instrumentos Stradivari.

O Quarteto Quiroga é convidado a atuar nas mais prestigiadas salas de concertos, inclunído Pierre Boulez Saal, Konzerthaus e Philharmonie de Berlim, Wigmore Hall, em Londres, The Frick Collection e Lincoln Center, em Nova Iorque, DaCamera, em Los Angeles, National Gallery of Art, em Washington DC, Concertgebouw de Amesterdão, Konserthuset de Estocolmo, Auditório Nacional de Madrid, Stadtcasino de Basileia, Mozarteum de Salzburgo, Laieszhalle de Hamburgo, Lierderhalle de Estugarda, Palau de la Música Catalana, em Barcelona, DeDoelen de Roterdão, Gonfallone de Roma, La Pergola de Florença, Les Invalides, em Paris, Martinu Hall de Praga, e  festivais de  música como Heidelberger Frühling, Schwetzinger Festspiele e Bienal de Quartetos de Cordas de Amesterdão.

Os seus parceiros regulares em palco incluem Martha Argerich, Jörg Widmann, Veronika Hagen, Javier Perianes, Clemens Hagen, Valentin Erben, Richard Lester, David Kadouch, Jonathan Brown, Cappella Amsterdam, e os quartetos de cordas Doric, Meta4 e Ardeo.

No domínio da música contemporânea, o Quarteto Quiroga colabora regularmente com  compositores, apresentando e gravando novas obras e estabelecendo um diálogo constante entre a tradição e a nova música. Estreou obras de Peter Eötvös, Cristóbal Halffter, Jose María Sánchez-Verdú, Antón García-Abril, Jesús Villa-Rojo, Nicolas Bolens, Marisa Manchado, Narine Khachatryan e Cecilia Díaz e uma integral das obras de György Kurtág. Na presente temporada, estreia obras de Jörg Widmann, Jonathan Dove, Raquel García-Tomás e Konstantia Gourzi.

Desde 2012, o Quarteto Quiroga tem vindo a construir um catálogo inspirador e único de gravações com a editora independente holandesa Cobra Records. Em 2023 apresentaram o álbum “ΑΤΟΜΟΣ”, uma homenagem à essência, com música de Haydn, Beethoven, Bartók e a Kurtág, álbum que recebeu nomeações e prémios BBC Music Magazine, Scherzo, Deutsche Schall Plattenkritik e The Guardian, entre outros. Em 2016 lançaram uma gravação com Javier Perianes, para a Harmonia Mundi, incluindo raridades para quinteto com piano de Granados e Turina.

Formado em 2003, o Quarteto Quiroga tem o nome do famoso violinista galego Manuel Quiroga. Os seus membros estudaram com Rainer Schmidt na Escuela Superior de Música Reina Sofía, em Madrid, com Walter Levin na Musikakademie, em Basileia, e com Hatto Beyerle na Academia Europeia de Música de Câmara. Outras importantes influências artísticas incluem György Kurtág, András Keller, Ferenc Rados, Johannes Meissl e Eberhard Feltz.

Profundamente empenhados no ensino da música de câmara, os músicos do Quarteto ocupam cátedras na Universidade Mozarteum, em Salzburgo, na Academia Barenboim-Said, na Musikene-San Sebastián e no Real Conservatório Superior de Música de Madrid. São regularmente convidados a ministrar masterclasses em universidades e conservatórios de música por toda a Europa, nos EUA e na América Latina.

O violinista Cibrán Sierra toca o violino Nicola Amati “Arnold Rosé”, de 1682, por generoso empréstimo dos herdeiros de Paola Modiano.

Atualização em 14 fevereiro 2026

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