Camilla Tilling © Carin Ekblom

Camilla Tilling

Soprano

Desde a sua aclamada estreia no papel de Corinna, em Il viaggio a Reims de Rossini, na Ópera de Nova Ioque (1999), ao longo das últimas duas décadas a soprano sueca Camilla Tilling conquistou os mais prestigiados palcos a nível mundial. Diplomada pela Universidade de Gotemburgo e pelo Royal College of Music de Londres, estreou-se na Royal Opera House – Covent Graden, no papel de Sophie, em Der Rosenkavalier de R. Strauss. Outros importantes personagens de ópera se seguiriam, nomeadamente Pamina (A flauta mágica), Ilia (Idomeneo), Susanna (As bodas de Figaro) e Zerlina (Don Giovanni), tanto na Royal Opera House como noutros importantes palcos, incluindo a Ópera de São Francisco, a Ópera da Baviera, a Ópera Nacional de Paris, a Lyric Opera de Chicago, o Scala de Milão ou a Metropolitan Opera de Nova Iorque. Entre os desempenhos mais recentes destacam-se: a Governanta (The Turn of the Screw), no Festival de Glyndebourne; Eurídice (Orfeu e Eurídice), no Festival Mozart de Salzburgo; Donna Clara (O Morcego), na Ópera da Baviera, Gretel (Hänsel und Gretel), em Covent Garden; o Anjo (Saint François d’Assise), para a Ópera Nacional dos Países Baixos, Blanche de la Force (Dialogues des Carmélites) e Condessa de Almaviva (As bodas de Figaro), na Ópera Real Sueca; e Mélisande (Pelléas et Mélisande) no Teatro Real de Madrid, na Semperoper Dresden, na Ópera Nacional Finlandesa e com a Filarmónica de Los Angeles.
Os destaques de concertos recentes incluem: uma participação na derradeira apresentação do maestro Bernard Haitink com a Radio Filharmonish Orkest, no Concertgebouw de Amesterdão; Um Requiem Alemão de Brahms, com a City of Birmingham Symphony Orchestra e Mirga Gražinytė-Tyla; Correspondances de Dutilleux, com a Filarmónica de Los Angeles e Esa-Pekka Salonen; a Sinfonia n.º 4 de Mahler, com a Orquestra de Paris e Thomas Hengelbrock; Sieben frühe Lieder de Berg, com a Sinfónica de Sydney e Christoph von Dohnányi e com a Sinfónica de Londres e o maestro François-Xavier Roth. Colaborou em digressões da Paixão Segundo São Mateus e da Paixão segundo São João, de J. S. Bach, com encenações de Peter Sellars, com a Filarmónica de Berlim e Sir Simon Rattle. O recente enriquecimento do repertório de Camilla Tilling, com a Missa Solemnis de Beethoven, permitiu novas colaborações com a Sinfónica da Rádio Finlandesa e Hannu Lintu, a Orquestra do Teatro alla Scala e Bernard Haitink, e ainda com a Sinfónica de Londres e a Filarmónica Real de Estocolmo, ambas sob a direção de Michael Tilson Thomas. Com Esa-Pekka Salonen, interpretou também a oratória Gurrelieder de Schönberg, com a Sinfónica da Rádio Sueca, a Filarmónica de Estocolmo (Festival do Mar Báltico) e a Philharmonia Orchestra, de Londres.

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