André Henriques
André Henriques © Andreia Vales

André Henriques

Barítono

André Henriques concluiu o Curso de Canto da Escola de Música do Conservatório Nacional, em Lisboa, com António Wagner Diniz.

Bolseiro da Fundação Gulbenkian, estudou com Donald Maxwell no Royal Welsh College of Music and Drama, em Cardiff. No domínio da ópera, interpretou: Guglielmo (Così fan tutte), Masetto e Comendador (Don Giovanni) e Figaro (A bodas de Figaro), com a Orquestra Metropolitana de Lisboa; Um Cristão (Poliuto de Donizetti), na sua estreia no Teatro Nacional de São Carlos; Mufti (Le bourgeois gentilhome); e Sargeant (The Pirates of Penzance de A. Sullivan).

No âmbito do projeto enoa, com Claudio Desderi e Yin Chen Lin, foi Filiberto, em Il signor Bruschino de Rossini, e o protagonista em Gianni Schicchi, de Puccini, na Fundação Gulbenkian. Interpretou ainda o Gran Sacerdote di Bello (Nabucco), Fiorello (O barbeiro de Sevilha) e Peter (Hänsel und Gretel). Em concerto, cantou Liebeslieder Waltzes, de Brahms, no Festival de Música de Sintra, com João Paulo Santos e Olga Prats, Jephte de Carissimi, Te Deum de Charpentier, o Messias de Händel, a Paixão segundo São João de J. S. Bach, a Missa de J. D. Bomtempo e a 9.ª Sinfonia de Beethoven.

Mais recentemente, cantou o Stabat Mater de Szymanowski, sob a direção de David Jones, no St. David’s Hall (Cardiff), o Stabat Mater de Rossini, com Jeffrey Stewart, e ainda Acis and Galatea e Romeu e Julieta, com o Coro e a Orquestra Gulbenkian e os maestros Leonardo García Alarcón e Lorenzo Viotti, respetivamente.