André Henriques

Barítono

André Henriques diplomou-se em Canto na Escola de Música do Conservatório Nacional, com António Wagner Diniz, e foi bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian para estudar Opera Performance no Royal Welsh College of Music and Drama, em Cardiff, com Donald Maxwell.

De entre os vários projetos em que participou, destacam-se: o papel de Macaco, em A Canção do Bandido de Nuno Côrte-Real, numa coprodução entre o Teatro Nacional de São Carlos e o Teatro da Trindade/Força de Produção; o papel titular de Don Giovanni de Mozart, com a Orquestra Metropolitana de Lisboa; A Criação de J. Haydn, na Fundação Calouste Gulbenkian; Don Alvaro, em Il Viaggio a Reims de G. Rossini, no Centro Cultural de Belém; Officer, em The Penal Colony de P. Glass, no Teatro São Luiz; Marcos Portugal, em Mautempo em Portugal de Eurico Carrapatoso, com a Associação Setúbal Voz; Enfermeiro Peres, em Rigor Mortis de Francisco Lima da Silva, e Papageno, em A flauta mágica, no Operafest Lisboa; Onofre, em Maria da Fonte de Augusto Machado, Danilo, em A Viúva Alegre de Franz Lehár, e Lavrador, na Trilogia das Barcas de Joly Braga Santos, com o Teatro Nacional de São Carlos; e Marechal Beresford, em Felizmente Há Luar de Alexandre Delgado, com a Orquestra Filarmónica Portuguesa. Com a Ópera Rara, gravou os papéis de Fulvio e Lucio, em L’Esule di Roma de Gaetano Donizetti.

Em recital, cantou a Viagem de Inverno de Franz Schubert e a Suite sobre Poemas de Michelangelo de Dmitri Chostakovitch, com Nuno Vieira de Almeida. No contexto do ciclo de recitais Um Cancioneiro Português, interpretou canções sobre poemas de Camões, com João Paulo Santos.

Atualização em 20 janeiro 2026

Definição de Cookies

Definição de Cookies

Este website usa cookies para melhorar a sua experiência de navegação, a segurança e o desempenho do website. Podendo também utilizar cookies para partilha de informação em redes sociais e para apresentar mensagens e anúncios publicitários, à medida dos seus interesses, tanto na nossa página como noutras.