Ana Quintans © Cristóvão
Ana Quintans © Cristóvão

Ana Quintans

Soprano

Ana Quintans nasceu em Lisboa e começou a desenvolver as suas capacidades artísticas em diferentes domínios quando deu os primeiros passos no teatro e na dança. Diplomou.se em Escultura pela Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa e estudou canto no Conservatório de Música de Lisboa. Ingressou no Flanders Operastudio, em Gent, com uma bolsa da Fundação Calouste Gulbenkian.

Dedicando a maior parte do seu tempo ao repertório barroco, Ana Quintans colaborou com muitas orquestras de topo como Les Arts Florissants, Il Complesso Barocco, Les Musiciens du Louvre, Le Poème Harmonique, Ensemble Pygmalion, Al Ayre espanhol, Concerto de’ Cavalieri, Il Pomo d’Oro, Les Folies Françoises, Divino Sospiro e Músicos do Tejo.

No domínio da ópera, os destaques incluem: Drusilla (L’incoronazione di Poppea de Monteverdi), no Teatro Real de Madrid e no Maggio Musicale Fiorentino; Amor (Hippolyte et Aricie de Rameau), no Festival de Glyndebourne; Belinda (Dido e Eneias de Purcell), na Ópera de Rouen e no Teatro Real de Versalhes; Amor (Egisto de Cavalli), na Opéra Comique de Paris; Jonathas (David et Jonathas de Marc-Antoine Charpentier), no Festival d’Aix-en-Provence, no Festival de Edimburgo, na Brooklyn Academy of Music de Nova Iorque e na Opéra Comique; Amor (Orfeo ed Euridice de Gluck), no Festival Mozart de Salzburgo e na Ópera Escocesa; papéis principais em La Spinalba e Ippolito, de F. A. de Almeida, na Casa da Música e no Centro Cultural de Belém;  Papagena (A Flauta Mágica), no Teatro Nacional de São Carlos (TNSC), em Lisboa.

O repertório de concerto de Ana Quintans estende-se de Monteverdi até à música contemporânea. O compositor Luís Tinoco escreveu para a sua voz as obras From the Depth of DistanceSongs of a solitary dreamer e o papel de Nancy em Evil Machines. Colaborou com importantes maestros como Michel Corboz, Ivor Bolton, William Christie, Marc Minkowski, Alan Curtis, Vincent Dumestre, Leonardo García Alarcón, Paul McCreesh, Antonio Florio, Enrico Onofri, Andrés Orozco Estrada, Raphael Pichon, David Alan Miller, Laurence Cummings, Marcos Magalhães, Marcello di Lisa, Aapo Hakkinen, Riccardo Minasi e Leopold Hager, tendo-se apresentado em prestigiados palcos, incluindo: Ópera de Lyon, Salle Pleyel, Festival de Salzburgo, Teatro Real de Madrid, Teatro Mariinsky de Moscovo, Auditório Tchaikovsky de São Petersburgo, Victoria Hall de Genebra, Bozar Brussels, Festival de Viena, Salle Gaveau de Paris, Ópera de Avignon, Teatro de Rouen, Carnegie Hall de Nova Iorque, Festival d’Ambronay, Helsinki Music Center, Stadttheater Klagenfurt, Lasdestheater Bregenz, Cité de la Musique, Théâtre des Champs-Élysées, Fundação Calouste Gulbenkian, Concertgebouw de Amesterdão e La Folle Journée Tokyo.

​Desempenhos recentes de Ana Quintans incluem: o papel de Despina, (Così fan tutte), em Glyndebourne; Ilia (Idomeneo), no TNSC; Minerva (El Prometeo de Draghi) na Ópera de Dijon; Drusilla e La Virtù (L’incoronazione di Poppea), no Festival de Salzburgo; a produção de Graham Vick de Alceste de Gluck, no TNSC; Amor (Orfeo ed Euridice de Gluck), na Ópera de Massy; árias de Vivaldi e Albinoni, com o Concerto de’ Cavalieri e Marcello di Lisa, em Hamburgo; e a produção de Romeo Castellucci da Paixão segundo São Mateus, de J. S. Bach, no CCB, com o Coro e a Orquestra Gulbenkian, sob a direção de Michel Corboz.

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