Alina Ibragimova
Violino
Alina Ibragimova nasceu em Polevskoi, na Rússia. Iniciou os seus estudos formais na Escola Gnesin de Moscovo e prosseguiu a sua formação e aperfeiçoamento no Reino Unido, na Yehudi Menuhin School e no Royal College of Music. Teve como mestres Natasha Boyarsky, Gordan Nikolitch e Christian Tetzlaff. O seu repertório estende-se da música do Barroco até à estreia de obras contemporâneas, abordando com igual desenvoltura e apuro técnico os instrumentos modernos e os de época.
Para além da Orquestra Gulbenkian, na temporada 2024/25 colabora com a Filarmónica de Londres, a Sinfónica de Detroit, a Sinfónica da Rádio de Berlim, a Sinfónica de Bamberg, a Sinfónica WDR, a Sinfónica de Düsseldorf, a City of Birmingham Symphony e a Orquestra de Câmara Sueca, sob a direção de Vladimir Jurowski, Hannu Lintu, Anja Bihlmaier, Michael Sanderling, Iván Fischer e Krzysztof Urbański. Dá continuidade à parceira com o pianista Cédric Tiberghien, em recitais nos EUA, no Reino Unido e no Japão.
Recentemente, Alina Ibragimova foi artista em residência da Mahler Chamber Orchestra e realizou digressões europeias com a Orquestra de Câmara Escocesa e a Orquestra de Câmara de Basileia. Em recital, apresenta-se regularmente no Wigmore Hall de Londres, no Concertgebouw de Amesterdão, na Pierre Boulez Saal de Berlim, no Mozarteum de Salzburgo, na Elbphilharmonie de Hamburgo e no Royal Albert Hall, onde interpretou as Sonata e as Partitas para violino de J. S. Bach, nos BBC Proms. É membro fundadora do Quarteto Chiaroscuro.
A discografia de Alina Ibragimova estende-se dos Concertos de Bach, com o ensemble Arcangelo, até à Sonatas de Prokofiev, com Steven Osborne. A gravação dos Concertos para Violino de Chostakovitch (2020) recebeu um prémio Gramophone.
Alina Ibragimova recebeu o Borletti-Buitoni Trust Award (2008), o Classical BRIT Award (2009) e o Royal Philharmonic Society Young Artist Award (2010). Em 2016 foi distinguida com um MBE (Member of the Most Excellent Order of the British Empire). Alina Ibragimova toca um violino Anselmo Bellosio de 1775, gentilmente cedido por Georg von Opel.