Solistas da Orquestra Gulbenkian
Slider de Eventos
Data
- 20:00 / Cancelado 20:00 / Esgotado segunda, 20:00
Local
Grande Auditório Fundação Calouste Gulbenkian- Clarinete
- Trompa
- Fagote
- Violino
- Violino
- Viola
- Viola
- Violoncelo
- Contrabaixo
-

Telmo Costa
Clarinete
Telmo Costa é Clarinetista Solista A Co-Principal da Orquestra Gulbenkian desde 2019. Paralelamente, é Cofundador e Diretor Artístico do Ciclo de Música de Câmara de Santa Maria da Feira.
Licenciado em Artes Musicais, na vertente de Clarinete, pela Hochschule für Musik de Basileia (Suíça), é igualmente Mestre em Artes Performativas, tanto na especialidade de Solista como na de Performance, pela mesma instituição. Concluiu ainda o Mestrado em Ensino de Música na Escola Superior de Música de Lisboa. A sua formação foi orientada por prestigiados docentes como José Américo Belinha, Edgar Silva, Hélder Tavares, Manuel Jerónimo e François Benda, tendo igualmente aprofundado os seus conhecimentos em diversas masterclasses com António Saiote, Nuno Pinto, Victor Pereira, Horácio Ferreira, Ricardo Alves, Juan Ferrer, Florent Héau, Kilian Herold, Harri Mäki e Johannes Peitz.
Foi laureado com vários prémios nacionais e internacionais, entre os quais se destacam: o 1.º Prémio no Concurso Luso-Espanhol de Fafe; o 1.º Prémio na International Clarinet Competition APC; o Golden Prize na Vienna International Music Competition; o 1.º Prémio na North International Music Competition; e o 1.º Prémio no Prémio Jovens Músicos. Neste último concurso recebeu ainda o Prémio Maestro Silva Pereira, o Prémio European Union of Music Competitions for Youth e o Prémio Círculo Richard Wagner.
Ao longo da sua carreira, colaborou com várias orquestras, tanto de jovens como profissionais, entre as quais a Jovem Orquestra Portuguesa, o Estágio Gulbenkian para Orquestra, a Neue Philharmonie München, a Schweizer Jugend-Sinfonie-Orchester, a Gustav Mahler Jugendorchester, a Orquestra Filarmónica Portuguesa, a Koninklijk Concertgebouworkest e a Luzerner Sinfonieorchester, nesta última enquanto academista.
Em 2022 iniciou os seus estudos em Direção de Orquestra sob a orientação do Maestro Jean-Marc Burfin. Desde então, participou em masterclasses com os maestros Ernst Schelle, Jean-Marc Burfin e Lawrence Foster, tendo dirigido a Orquestra Filarmonia das Beiras, a Orquestra do Norte e a Orquestra Gulbenkian. Em 2024 foi nomeado Maestro Assistente da Jovem Orquestra Portuguesa e da Orquestra de Câmara Portuguesa para a temporada 2024/2025.
-

Duarte Moreira
Trompa
Natural de Paços de Ferreira, Duarte Moreira nasceu em 1993 e iniciou os seus estudos musicais e de saxofone na Banda Musical de Paços de Ferreira, aos dez anos. Em 2005 ingressou na Escola Profissional Artística do Vale do Ave (ARTAVE), na classe de trompa do professor Hélder Vales, tendo concluído com a classificação máxima o recital final – média de curso de 18 valores – e sido laureado com o prémio Dra. Manuela Carvalho. Posteriormente, em 2011, continuou os seus estudos na Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo do Porto (ESMAE) com os professores Abel Pereira, Bohdan Sebestik e Nuno Vaz, concluindo o recital final de licenciatura com máxima distinção. Prosseguiu o seu percurso académico com um Mestrado em Performance na Hochschule für Musik Hanns Eisler, em Berlim, na classe da professora Marie-Luise Neunecker, como bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian. Concluiu o mesmo em 2018, tendo-lhe sida atribuída a classificação máxima no exame final.
Durante o percurso académico, frequentou inúmeros cursos de aperfeiçoamento, o que lhe permitiu colaborar com profissionais de renome nacional e internacional, nomeadamente José Bernardo Silva, David Johnson, Ricardo Matosinhos, Bruno Rafael, Paulo Guerreiro, David Thompson, Szabolcs Zempléni, Will Sanders, Kerry Turner, Frøydis Ree Wekre, Rodolfo Epelde Cruz, Stefan de Leval Jezierski, Jeff Nelsen e Martin Owen.
Foi galardoado no Concurso Internacional de Instrumentos de Sopro “Terras de La-Salette” nas categorias Júnior e Sénior, obtendo o 1.º prémio em ambas. Em 2016 recebeu o 2.º prémio (1.º prémio não atribuído) no prestigiado Internationaler Instrumentalwettbewerb Markneukirchen (Alemanha). Em 2017, foi-lhe também atribuído o 1.º prémio, na categoria superior de Trompa, no Prémio Jovens Músicos (PJM). Conquistou também, em 2018, uma Menção Honrosa no conceituado concurso Primavera de Praga (República Checa) e, em 2019, o 1.º prémio no Concurso Internacional de Sopros do Alto Minho, categoria de metais. Foi membro fundador do Quinteto de Sopros Klaue, com o qual alcançou o 2.º prémio PJM, na categoria superior de Música de Câmara, em 2015.
Integrou a Orquestra Sinfónica APROARTE, a Sinfónica da ESMAE, o Estágio Gulbenkian para Orquestra, a Orquestra Jovem Sinfónica da Galiza (OJSG), a Landesjugendorchester Bremen e a Gustav Mahler Jugendorchester. Em 2012 integrou, como solista A, a Fundação Orquestra Estúdio, integrada no projeto Guimarães Capital da Cultura. Colabora regularmente com a Banda Sinfónica Portuguesa, a Filarmonia das Beiras, a Orquestra XXI, a Orquestra Metropolitana de Lisboa, a Sinfónica da Galiza, o Ensemble Resonanz-Hamburgo e a Orquestra Sinfónica do Porto – Casa da Música. De setembro de 2018 até dezembro de 2019, integrou a Sinfónica da Galiza. Simultaneamente, teve oportunidade de trabalhar com maestros e solistas de renome internacional.
Apresentou-se a solo com a Orquestra ARTAVE, com a Philharmonisches Orchester Plauen- Zwickau, com a Orquestra Gulbenkian e com a Banda Sinfónica Portuguesa. Em 2012 e 2013, foi também professor orientador do 1.º e do 2.º Encontro Nacional de Jovens Músicos, em Vieira do Minho. Orientou cursos de aperfeiçoamento musical na Universidade do Minho, no Conservatório de Música Calouste Gulbenkian de Braga, no Festival BSP Júnior, no Conservatório d’Artes de Loures, na Banda Marcial do Vale, na Escola Profissional de Música de Espinho, na Academia de Música de Castelo de Paiva (Masters in Paiva) e na ESMAE.
Atualmente, integra a Academia Nacional Superior de Orquestra como professor de trompa e a Orquestra Gulbenkian como chefe de naipe.
-

Ricardo Ramos
Fagote
Ricardo Ramos iniciou a sua formação musical na Escola ARTAVE em 1997. Prosseguiu os seus estudos na Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo do Porto, na classe de Hugues Kesteman. Estudou também na Musikhochschule Lübeck, na Alemanha, com Pierre Martens. Foi membro de várias orquestras juvenis e profissionais: Orquestra Portuguesa das Escolas de Música, Gustav Mahler Jugendorchester, Orquestra Juvenil da União Europeia, Bamberger Symphoniker, Philharmonisches Orchester der Hansestadt Lübeck, Orquestra Nacional do Porto, REMIX Orquestra, Orquestra das Beiras e Orquestra do Norte. Tocou sob a direção de importantes maestros como Hebert Blomstedt, Esa-Pekka Salonen, Kirill Petrenko, Michael Boder, Lawrence Foster, Michel Corboz, Ton Koopman ou Bertrand de Billy, entre outros.
Como solista, colaborou com a Philharmonisches Orchester Kiel, a Orquestra Gulbenkian, a Orquestra da Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo e a Norddeutsche Sinfonieta.
Foi laureado no Concurso do Estoril (2011) no Prémio Jovens Músicos da RDP (2003 e 2008), no Concurso Helena Sá e Costa (2005), no Poussehl Wettbewerb (2008) e no Concurso do Rotary Club do Porto (2007). Um prémio da Solti Foundation permitiu-lhe participar em vários eventos organizados por esta fundação em Inglaterra.
Ricardo Ramos é professor de Fagote no Curso de Licenciatura em Música do Instituto Piaget / ISEIT, em Almada. Desde 2009, é chefe do naipe de fagotes da Orquestra Gulbenkian.
-

Maria Balbi
Violino
Descendente de uma família de músicos, Maria Balbi nasceu em Lima, no Perú. Começou a estudar piano aos três anos de idade e violino aos cinco. Frequentou o Conservatório Nacional de Lyon, em França, onde se diplomou com a Medalha de Ouro em Violino. Estudou posteriormente no Conservatório Nacional Superior de Música de Paris, nas classes de Jacques Ghestem, Alain Meunier e Christian Ivaldi, tendo recebido primeiros prémios em violino e música de câmara. Mais tarde, estudou com Phillip Hirshorn e Viktor Liberman na Hochschule von dem Kunsten, em Utrecht, na Holanda, e com Tibor Varga na École des Archets, em Sion, na Suíça.
Como solista, atuou com a Orchestre d’Aubagne, numa digressão em França, e com a Orquestra Gulbenkian, em Lisboa. Apresenta-se regularmente na Europa, na Ásia e nos Estados Unidos da América, nomeadamente em festivais de música, onde atuou como o Amsterdam Chamber Music Emsemble, o Moscow Piano Quartet e com os Solistas da Orquestra Gulbenkian.
Para além das suas atividades como violinista clássica, Maria Balbi fundou o grupo de fado Trinados, com o qual realizou digressões em Portugal, Marrocos, Espanha, Brasil e Estados Unidos da América. É membro do Moscow Piano Quartet e integra o naipe de primeiros violinos da Orquestra Gulbenkian desde 1999.
-

Maria José Laginha
Violino
Maria José Laginha nasceu em Lisboa. Estudou na Fundação Musical dos Amigos das Crianças e na Escola Profissional Artística do Vale do Ave (Artave) com Filomena Cardoso, Leonor Prado, Alberto Gaio Lima e Suzanne Lidegran. Como bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian, finalizou os seus estudos na Academia Nacional Superior de Orquestra na classe de Aníbal Lima. Ganhou o Prémio Jovens Músicos em 2005. Participou em cursos de aperfeiçoamento orientados por Christoph Schikedanz (Kissingen Sommer), Roman Nodel, Igor Oistrakh, Igor Volochine, Chistophe Poiget (Rencontres Musicales en Lorraine), Boris Kuniev, Daniel Rowland (Stift International Music Festival), Richard Gwilt (violino barroco), Alexei Mijlin e Felix Andrievsky.
Durante os seus anos de formação, integrou várias orquestras juvenis como a Orquestra Juvenil da União Europeia ou a World Orchestra, tendo realizado digressões a nível mundial. Colaborou ainda com a Orquestra Aproarte, a Sinfonietta de Lisboa, a Lisbon Chamber Orchestra, a Orquestra Metropolitana de Lisboa e a Orquestra de Câmara Portuguesa e tocou a solo com a Orquestra Artave, a Filarmonia da Beiras e a Orquestra Gulbenkian. Integra a Camerata Atlântica desde a sua formação, em 2013. Foi docente da Orquestra Geração. É membro da Orquestra Gulbenkian desde 2007.
-

Samuel Barsegian
Viola
Natural da Arménia, Samuel Barsegian começou a estudar violino aos seis anos de idade na Escola Especial de Música Tchaikovsky, mas aos quinze anos decidiu mudar para a viola de arco. Diplomou-se em 1989, tendo em seguida prosseguido o seu aperfeiçoamento no Conservatório Nacional de Yerevan, com Albert Brutian. Entre 1989 e 1991, foi solista da Orquestra Sinfónica da Rádio da Arménia e recebeu o Grande Prémio no Concurso Nacional da Arménia. Entre 1991 e 1995, estudou na Escola Superior de Música de Friburgo, na Alemanha, com Kim Kashkashian. Ao longo desse período, tocou sob a direcção de maestros como Georg Solti, Valery Gergiev, Semyon Bychkov e Daniel Barenboim e atuou como solista com a Filarmónica da Arménia no Festival de Schleswig-Holstein. Prosseguiu os seus estudos na Juilliard School, nos Estados Unidos da América, e concluiu uma pós-graduação na Escola Superior de Música de Karlsruhe. Posteriormente, desenvolveu a sua carreira artística com o professor Rudolf Barshai.
Samuel Barsegian participou em vários workshops com maestros como Bertrand de Billy, Simone Young, Gilbert Varga, David Zinman e Lawrence Foster. É o fundador e maestro da Lisbon Chamber Orchestra e tem dirigido várias orquestras na Europa. Em 2013 dirigiu pela primeira vez a Orquestra Gulbenkian, na qual é 1.º Solista do naipe das violas.
-

João Tiago Dinis
Viola
João Tiago Dinis nasceu em 1987 em Aveiro. Ainda muito jovem, em 2007, integrou a Orquestra Filarmonia das Beiras, na qual iniciou o seu percurso profissional. Em 2023 ganhou o concurso para Solista B do naipe de violas da Orquestra Gulbenkian, lugar que ocupa atualmente. A sua trajetória conta ainda com colaborações com várias orquestras nacionais e internacionais como a Orquestra de Câmara de Colónia, a Orquestra de Câmara Portuguesa e, como primeiro viola, a Orquestra do Festival de Marvão, a Orquestra Clássica de Espinho e a Sinfonietta de Ponta Delgada, entre outras. Como solista, João Tiago apresentou-se com a Orquestra Filarmonia das Beiras e com a Orquestra de Cordas da Universidade de Aveiro.
No âmbito da música de câmara, colaborou com Quarteto de Cordas de Aveiro, sendo um dos seus membros fundadores, e com o Quarteto da Orquestra Clássica do Centro.
João Tiago frequentou a Licenciatura em Música na Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo do Porto e na Universidade de Aveiro, na qual foi galardoado com o 3.º lugar no Prémio Frederico de Freitas, em 2017. É convidado regularmente para ministrar masterclasses e workshops em várias instituições de ensino por todo o país.
João Tiago toca numa viola de Luís Claudio Manfio, “Isola Di Torcello”, de 2020, e numa viola António Capela, de 2009.
-

Raquel Reis
Violoncelo
Raquel Reis estudou com Isabel Boiça no Conservatório de Música de Aveiro Calouste Gulbenkian e concluiu a licenciatura na Academia Nacional Superior de Orquestra, na classe de violoncelo de Paulo Gaio Lima. Recebeu primeiros prémios no Concurso de Interpretação das Caldas da Rainha, no Samuel and Elinor Thaviu Endowed Scholarship Competition in String Performance (Northwestern University) e no Winnetka Music Club Scholarship.
Em 2007 concluiu o Mestrado em String Performance na Northwestern University School of Music, em Chicago, com Hans Jensen. Foi bolseira da Fundação para a Ciência e Tecnologia e da Fundação Calouste Gulbenkian.
Raquel Reis integrou a Orquestra Juvenil da União Europeia e a orquestra Spira Mirabilis e apresentou-se a solo com a Orquestra Gulbenkian, a Orquestra Académica Metropolitana e a Orquestra Clássica de Espinho. Integra o Trio Pessoa, com o qual gravou o CD Pessoa dedicado à música portuguesa. Gravou também o CD Mundo Grande, de música luso-brasileira. Integra a Orquestra Gulbenkian desde setembro de 2007.
-

Domingos Ribeiro
Contrabaixo
Domingos Ribeiro nasceu em Macau no ano 1992. Iniciou os seus estudos musicais no Conservatório de Música Calouste Gulbenkian de Braga com a professora Cristina Costa. Licenciou-se em 2013 na Escola Superior de Música de Lisboa, na classe do professor Manuel Rêgo. Estudou posteriormente na Escuela Superior de Música Reina Sofia, em Madrid, com os professores Duncan McTier e Antonio García Araque, enquanto bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian e da Fundación Albeniz. Foi academista Symphonieorchester des Bayerischen Rundfunks trabalhando regularmente com Philipp Stubenrauch, Wies de Boevé, Heinrich Braun e Alexandra Scott. Complementou também o seu desenvolvimento com Masterclasses com Janne Saksala, Matthew McDonald, Rinat Ibragimov, Catalin Rotaru, Petru Iuga, Edicson Ruiz, Benedikt Hubner, Wolfgang Güttler, entre outros.
Participou em vários estágios de orquestra de jovens, destacando-se a Orchestre de Jeunes de la Méditerranée e a European Union Youth Orchestra, tendo sido Chefe de Naipe em ambas. Ganhou o lugar de reforço convidado na Orquestra Sinfónica do Porto – Casa da Música em 2014, da Orquesta Nacional de España, em 2016 e na Budapest Festival Orchestra em 2017. Para além das orquestras já mencionadas, colaborou também com a Mahler Chamber Orchestra, Lahti Symphony Orchestra, Orquestra Metropolitana de Lisboa, Orquestra XXI, entre outras. Trabalhou com maestros como Mariss Janson, Bernard Haitink, Sir Simon Rattle, Kirill Petrenko, Yannick Nézet-Séguin, Riccardo Muti, Sir John Eliot Gardiner, Franz Welser-Möst, Kent Nagano, David Afkham, Krzysztof Urbanski, David Zinman, Dima Slobodeniouk, Alain Altinoglu, Lahav Shani, Christian Macelaru, Carlo Rizzi, Vasili Petrenko, Lawrence Foster, entre outros.
Em 2015 atuou a solo com a Orquestra Sinfónica da Escola Superior de Música de Lisboa e com a Camerata Gareguin Arantounian. Venceu também o 1º prémio na primeira edição do Concurso Vasco Barbosa tendo-se apresentado a solo no Centro Cultural de Belém com a Camerata Atlântica e gravado para a RDP – Antena 2. Em 2019, ganhou o 2º Prémio e o Prémio do Público do Concurso de Interpretação do Estoril e o 1º prémio do Festival “Verão Clássico”. Em 2020 apresentou-se a solo no Grande Auditório da Fundação Calouste Gulbenkian com a Orquestra Gulbenkian.
É solicitado para vários projetos e temporadas de Música de Câmara por todo o país, tendo colaborado com artistas como Maria João Pires, Gyula Stuller, Lou Yung-Hsin Chang, António Meneses, entre outros, e trabalhou também com o Ensemble Mediterrain e Ensemble Darcos. Participa também em vários concertos de Música de Câmara dos Solistas da Orquestra Gulbenkian.
Ganhou em 2017 o lugar de Chefe de Naipe dos Contrabaixos – Solista A – na Orquestra Gulbenkian, função que desempenha atualmente. Desde 2019 é docente de Contrabaixo na Escola Superior de Música de Lisboa, sendo também regularmente convidado para orientar várias Masterclasses em Portugal.
Paul Hindemith
Jean Françaix
A Orquestra Gulbenkian é formada por instrumentistas de grande qualidade técnica e artística. Ao longo de cada temporada, estes apresentam-se também em recitais de música de câmara, com entrada gratuita. Ao mesmo tempo contribuem de forma relevante para uma melhor apreciação e valorização da música de câmara, desde o repertório corrente do género até à estreia de novas obras.
Mecenas Gulbenkian Música
A Fundação Calouste Gulbenkian reserva-se o direito de recolher e conservar registos de imagens, sons e voz para a difusão e preservação da memória da sua atividade cultural e artística. Caso pretenda obter algum esclarecimento, poderá contactar-nos através do formulário Pedido de Informação.