Solistas da Orquestra Gulbenkian
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Data
- 20:00 / Cancelado 20:00 / Esgotado segunda, 20:00
Local
Grande Auditório Fundação Calouste Gulbenkian- Flauta
- Violino
- Violino
- Viola
- Violoncelo
- Piano
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Cristina Ánchel
Flauta
Cristina Ánchel Estebas nasceu em Espanha. Começou a estudar flauta no Conservatório de Música de Torrent, em Valência, onde obteve as mais altas classificações. Prosseguiu a sua formação no Conservatório Superior de Música Oscar Esplá, em Alicante, onde se diplomou com a nota máxima. Frequentou também cursos de aperfeiçoamento no Mozarteum de Salzburgo e na Bachakademie de Estugarda. Em 2001 venceu o Concurso Internacional de Música Pedro Bote, em Villafranca de los Barros.
Colaborou com várias orquestras, incluindo a Sinfónica Europeia, a Orquestra Clássica de Valência, a Orquestra do Mediterrâneo, a Orquestra de Câmara Rainha Sofia, a Sinfónica de Málaga, a Sinfónica de Valência, a Sinfónica do Principado das Astúrias, a Sinfónica de Madrid e a Orquestra Nacional de Espanha. Como solista, interpretou obras de Mozart, Ibert, C. Ph. E. Bach e J. S. Bach, com a Orquestra da Universidade de Valência e a Sinfónica da Estremadura. Como membro do agrupamento de câmara Carl Nielsen, atuou em festivais de música por toda a Espanha. Entre 200 e 2007 foi flauta solista da Orquestra Sinfónica da Estremadura. Atualmente é 1.º Solista da Orquestra Gulbenkian, que integra desde 2007.
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Tera Shimizu
Violino
Tera Shimizu nasceu em Berlim, na Alemanha, mas cresceu nos E.UA. Iniciou a sua formação musical com Josef Kovacs, em Princeton, Nova Jersey. Prosseguiu os seus estudos na Juilliard School com Dorothy DeLay, tendo concluído o Bacharelato em Música. Estudou também história medieval e matemática no âmbito do programa de intercâmbio Juilliard-Columbia University.
Especializou-se em violino barroco e interpretação histórica, com Richard Gwilt, no Trinity College of Music, em Londres, tendo concluído uma pós-graduação e recebido o Prémio de Música Antiga. Estudou viola da gamba com Alison Crum e participou em workshops e masterclasses de Anner Bylsma, Jürgen Kussmaul, Simon Standage, Reinhard Goebel, Jordi Savall, Wieland Kuijken, Monica Huggett, Bernhard Forck, Enrico Onofri e de membros dos quartetos Juilliard, Tóquio e Emerson. Apresentou-se em vários festivais, incluindo Waterloo, Dartington, Pacific Music e La Folle Journée. Trabalhou também com Frans Brüggen, Philippe Herreweghe, René Jacobs, Thomas Hengelbrock, Hervé Niquet, Ton Koopman, Leonardo García Alarcón, Roy Goodman e Maxim Emelyanychev.
No domínio da música de câmara, Tera Shimizu é diretora artística do Ensemble Alorna, um agrupamento formado por membros da Orquestra Gulbenkian e especializado em interpretação historicamente informada dos repertórios barroco e clássico. É também diretora artística do Nasoni Ensemble, um grupo português de música antiga especializado na interpretação da música dos séculos XVII e XVIII interpretada em instrumentos originais. Outros projetos em Portugal e no estrangeiro incluem o Quarteto Alcipe e o Ensemble Dom João V e colaborações com, entre outros, Orquestra Barroca de Mateus, Americantiga Ensemble, Soavi Concenti, Divino Sospiro, Os Músicos do Tejo, Ensemble Avondano, Contraverso, Flores da Música, Udite Amanti e Concerto Campestre.
Tera Shimizu é concertino convidada do festival de verão Opera Ne, em San Diego, Califórnia, desde 2020. Liderou produções de A Flauta Mágica e de As bodas de Figaro de Mozart e de Serse de Händel, sob a direção de Peter Kozma e Stephen Stubbs.
Entusiasta da viola d’amore, Tera Shimizu pode também ser ouvida a tocar este instrumento na gravação de Madama Butterfly de Puccini (Pentatone), com a orquestra Gulbenkian e o maestro Lawrence Foster. Outros projetos em curso incluem três quartetos de cordas de João Pedro de Almeida Mota, com o Quarteto Alcipe. Esta gravação tem o apoio do Ministério da Cultura e da D. G. Artes.
Tera Shimizu vive em Lisboa e é membro da Orquestra Gulbenkian desde 1996.
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Jorge Teixeira
Violino
Jorge Teixeira concluiu o Curso Superior de Violino em 1987 no Conservatório Nacional de Lisboa, na classe da professora Leonor Prado, tendo prosseguido os estudos com Tibor Varga na Academia de Arcos de Sion (Suíça) como bolseiro da Secretaria de Estado da Cultura. Licenciou-se em Música, variante de Instrumento (Violino) em 2000, pela Escola Superior de Música de Lisboa. Posteriormente, concluiu o Curso de Profissionalização em Serviço – Grupo Música, Violino e Música de Conjunto, na Universidade Aberta.
Participou em diversas masterclasses com Gerardo Ribeiro, Alberto Lisy e Tibor Varga. Foi concertino da Orquestra Sinfónica Juvenil e da Orquestra das Escolas de Música Particulares, tendo integrado a Orchestre des Jeunes de la Méditerranée, a Orchestre Philharmonique de l’Europe, e a Orchestre de l’Académie des Archets. Colaborou com a Orquestra Sinfónica da RDP, a Orquestra de Câmara Pedro Álvares Cabral e a Orchestre des Pays de Savoie.
No âmbito da música de câmara, foi elemento do Quarteto Capela, tendo realizado concertos em todo o país, bem como em Londres, Paris, Washington D.C., Nova Iorque, Santa Barbara e São Diego e participado na gravação de várias edições discográficas. Continua a desenvolver atividade regular neste domínio, integrando o Ensemble Alorna e o Lisbon Chamber Ensemble, e apresentando-se, entre outros locais, no Centro Cultural de Belém, no Centro Cultural de Cascais, no Palácio Foz, no Museu do Oriente e na Fundação Calouste Gulbenkian.
Jorge Teixeira é professor na Escola de Música Nossa Senhora do Cabo, em Linda-a-Velha, instituição onde iniciou os seus estudos musicais. É membro da Orquestra Gulbenkian desde 1991.
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Nuno Soares
Viola
Nuno Soares nasceu em 1994 em Chaves, mas cresceu em Vila Praia de Âncora, na região de Viana do Castelo. Foi aí que iniciou os seus estudos musicais, aos doze anos, na Escola Profissional de Música de Viana do Castelo. Em 2006 ingressou na classe de violino de Sergey Arutyunyan, mas em 2008 decidiu seguir os estudos de viola d’arco, na classe de Rafael Cutiño.
Entre 2012 e 2015, frequentou o curso de licenciatura na Academia Nacional Superior de Orquestra da Metropolitana, com Paul Wakabayashi, e em 2018 um curso livre, com Samuel Barsegian, na Escola Superior de Música de Lisboa. Ao longo desses anos, consolidou a sua carreira como músico de orquestra, tanto em Portugal como no estrangeiro, contando com colaborações com a Orquestra Metropolitana de Lisboa, a Orquestra Gulbenkian, a Orquesta Filharmónica Ciudad de Pontevedra, a North West Opera, entre outras orquestras. Em 2022 ganhou o lugar de Viola tutti na Orquestra do Algarve e em 2023 ganhou o concurso para o lugar que ocupa atualmente como Viola tutti na Orquestra Gulbenkian.
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Emeraude Bellier
Violoncelo
Emeraude Bellier começou a tocar violoncelo aos quatro anos, no sul da França. Prosseguiu a sua formação musical em Paris com Philippe Bary e Philippe Muller, antes de estudar no Royal College of Music, em Londres, com Thomas Carroll. Posteriormente ingressou no Conservatório Nacional Superior de Música de Lyon, na classe de Yvan Chiffoleau, onde obteve o Mestrado em Interpretação em 2015. No verão 2015, foi convidada a tocar no Festival Radio France, em Montpellier, com um programa para violoncelo solo.
Durante a sua formação, participou em várias academias (Saline Royale Academy, Académie de Villecroze, Festival Pablo Casals), tendo a oportunidade de trabalhar com violoncelistas de renome como Gary Hoffman, Frans Helmerson e o Quarteto Talich em música de câmara. Interessada em desenvolver a sua carreira de música de câmara, colaborou regularmente com as pianistas Ayaka Niwano e Jodyline Gallavardin, nomeadamente no âmbito da associação Jeunes Talents em Paris.
Apaixonada pelo repertório sinfónico, Emeraude atuou desde cedo com a Orquestra Nacional de Cannes e foi selecionada duas vezes pela prestigiada Gustav Mahler Jugendorchester, sob a direção de Sir Herbert Blomstedt. Apresentou-se também frequentemente com a Orquestra Filarmónica do Mónaco e com a Orquestra Filarmónica de Nice. Em 2016, integrou a Orquestra Nacional de Lille. Considerando a transmissão como um dos vetores primordiais da cultura, obteve em 2020 o seu Diploma de Professora de Violoncelo. Em 2024, venceu a audição para o posto de primeira solista na Orquestra Gulbenkian, função que desempenha atualmente.
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Vasco Dantas
Piano
Vasco Dantas, pianista português nascido no Porto, obteve mais de 50 prémios e distinções em concursos internacionais, destacando-se: Grand Prix no Valletta International Piano Competition (Malta), Prix Spécial Concurso Internacional de Piano SAR La Princesse Lalla Meryem (Marrocos), 1.º Prémio no Concurso Internacional Cidade de Vigo (Espanha), Concurso Internacional do Porto Santa Cecília e Interpretação Estoril-Lisboa, Medalha de Mérito Dourada (Câmara Municipal de Matosinhos), Prémio Casa da Música e Münster Steinway & Sons (Alemanha).
Após as suas estreias no Hong Kong City Hall e na Grande Sala do Conservatório Tchaikovsky, em Moscovo, em 2019 estreou-se em recital a solo no Carnegie Hall, em Nova Iorque. Tocou também a solo com outras orquestras, tais como, Chamber Orchestra Kremlin (Moscovo), Filarmónica Portuguesa, Hong Kong Symphonia, Metropolitana de Lisboa, Sinfónica do Espírito Santo (Brasil), Sinfónica do Porto, Sinfónica Portuguesa e Südwestdeutschlands kammerorchester (Alemanha), tendo tido a oportunidade de trabalhar com maestros de renome como Choi Sown Le, Daniel Cohen, Dinis Sousa, Douglas Bostock, Günter Neuhold, Jan Wierzba, Joshua dos Santos, Martin André, Misha Rachlevsky, Osvaldo Ferreira, Pedro Carneiro, Pedro Neves, Peter Sauerwein, Rui Pinheiro, Vassily Sinaisky e Victor Hugo Toro. As suas digressões já o levaram a apresentar-se em inúmeras salas de prestígio nos cindo continentes.
Vasco Dantas iniciou os seus estudos no piano aos quatro anos, tendo dado a sua primeira apresentação pública na RTP dois anos mais tarde. No ano 2000, foi admitido com distinção no Conservatório de Música do Porto, onde estudou com Rosgard Lingardson. Paralelamente ao piano, aos anos iniciou o estudo do violino. Conclui a Licenciatura em Música no London Royal College of Music, sob a orientação pianística de Dmitri Alexeev e Niel Immelman, tendo estudado também direção orquestral com Peter Stark e Natalia Luis-Bassa. Terminou o Mestrado em Performance e o Doutoramento “Konzertexamen”, sob a orientação de Heribert Koch, na Universidade de Münster. Foi convidado para palestras pela Universidade de Boston, concluiu o Mestrado em Ensino da Música pela Universidade de Aveiro e o diploma Art of Teaching pelo London RCM.
Vasco Dantas é regularmente convidado a lecionar em masterclasses e festivais internacionais. É Diretor Artístico do Algarve Music Series, um festival de música de câmara na região algarvia, com artistas de classe mundial. Gravou CDs a convite da Antena 2, ARS Produktion, Coviello Classics, Rádio Galega, MPMP e KNS Classical. A sua discografia inclui cinco álbuns: Promenade (2015), Golden Liszt (2016), Freitas Branco | Sonatas (2020, nomeado para “Melhor Álbum Clássico” pelos Prémios Play), Poetic Scenes (2020, nomeado para “Artista Revelação do Ano” pela Opus Klassik) e Departure (2021). Vasco tem sido apoiado pela AVA Musical Editions e AMMFoundation.
Wolfgang Amadeus Mozart
Joseph Haydn
A Orquestra Gulbenkian é formada por instrumentistas de grande qualidade técnica e artística. Ao longo de cada temporada, estes apresentam-se também em recitais de música de câmara, com entrada gratuita. Ao mesmo tempo contribuem de forma relevante para uma melhor apreciação e valorização da música de câmara, desde o repertório corrente do género até à estreia de novas obras.
Mecenas Gulbenkian Música
A Fundação Calouste Gulbenkian reserva-se o direito de recolher e conservar registos de imagens, sons e voz para a difusão e preservação da memória da sua atividade cultural e artística. Caso pretenda obter algum esclarecimento, poderá contactar-nos através do formulário Pedido de Informação.