Peter Mattei e Daniel Heide
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Data
- 18:00 / Cancelado 18:00 / Esgotado domingo, 18:00
Local
Grande Auditório Fundação Calouste GulbenkianPreço
25% – Menores de 30
10% – Maiores de 65
Cartão Gulbenkian:
50% – Menores de 30
20% – Maiores de 65
10% – 30 a 64
- Barítono
- Piano
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Peter Mattei
Barítono
O barítono sueco Peter Mattei estudou na Real Academia de Música e na Escola de Ópera da Universidade de Estocolmo. Estreou-se nos palcos de ópera em 1990, no Teatro do Palácio de Drottningholm (Estocolmo), onde interpretou Nardo, em La finta giardiniera de Mozart. No ano seguinte, estreou-se na Ópera Real Sueca, no papel de Pentheus, em The Bacchae de Daniel Börtz, com encenação de Ingmar Bergman. Alcançou o sucesso internacional quando interpretou Don Giovanni, no Festival d’Aix-en-Provence, em 1998. Desde então, trabalhou com encenadores como Peter Brook e Michael Haneke e com muitos dos principais maestros da atualidade, na Europa e nos EUA. Em 2000 foi nomeado “Vocalista do Ano” pela Musical America. Apresentou-se em prestigiados palcos como a Ópera Nacional de Paris, a Royal Opera House – Covent Garden (Londres), o Scala de Milão, a Ópera Estadual de Viena, a Ópera Estadual da Baviera, a Ópera de Zurique, a Ópera de San Francisco, a Lyric Opera de Chicago, a Ópera Real Sueca e a Ópera Norueguesa, bem como em festivais como os de Salzburgo, Verbier, Aix-en-Provence, Lucerna e Tanglewood.
Peter Mattei tem atuado com regularidade na Metropolitan Opera, onde interpretou Amfortas (Parsifal), Wolfram (Tannhäuser), os protagonistas de Don Giovanni e Eugene Onegin, Figaro (O barbeiro de Sevilha), Conde Almaviva (As bodas de Figaro), Rodrigo (Don Carlo), Marcello (La bohème), Yeletsky (A Dama de Espadas) e Shishkov (Da Casa dos Mortos). Em 2020 estreou-se, com enorme sucesso, no papel principal de Wozzeck. Destaque ainda para Billy Budd, na Ópera de Frankfurt e na Ópera de Gotemburgo, e Don Fernando (Fidelio), no Teatro alla Scala de Milão.
A sua discografia inclui Don Giovanni (Aix-en Provence), As bodas de Figaro (Ópera Nacional de Paris), Eugene Onegin (Salzburgo), Parsifal (Metropolitan Opera), a 8.ª Sinfonia de Mahler, com o maestro Riccardo Chailly, Les Troyens de Berlioz, com Colin Davis, Fidelio, com Claudio Abbado, bem como os álbuns “Once in My Life”, “Great Baritone Arias”, Winterreise de Schubert e, mais recentemente, canções de Allan Pettersson.
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Daniel Heide
Piano
Daniel Heide estudou com Ludwig Bätzel na Escola Superior de Música Franz Liszt de Weimar, tendo recebido também influência decisiva de Christa Ludwig e Dietrich Fischer-Dieskau. A sua intensa atividade tem-no levado a percorrer toda a Europa e diversos países da Ásia.
Enquanto acompanhador de Lied e músico de câmara, é um convidado regular de festivais como as Schubertiade Schwarzenberg e Hohenems, a Schubertiada Vilabertran, o Eppaner Liedsommer, o Festival Internacional de Edimburgo, o Oxford Lieder Festival ou os Festivais de Música de Schleswig-Holstein e Rheingau. Apresentou-se também nas importantes salas de concertos de Berlim, Colónia, Paris, Viena e Dortmund, na Ópera de Frankfurt, no Prinzregententheater de Munique, no Wigmore Hall de Londres, no Concertgebouw de Amesterdão, no Tonhalle de Zurique, no Teatro de la Zarzuela de Madrid, no Palau de la Música Catalana de Barcelona, na Børssalen de Copenhaga, no deSingel de Antuérpia e no Muziekcentrum De Bijloke, em Gent.
Uma colaboração intensiva liga-o a cantores como Andrè Schuen, Christoph Prégardien, Konstantin Krimmel, Julian Prégardien, Simone Kermes, Katharina Konradi, Patrick Grahl, Ingeborg Danz, Britta Schwarz, Johannes Weisser, Roman Trekel, Natalie Perez e Sheva Tehoval.
Para além da sua preenchida agenda de concertos, o seu trabalho está documentado numa série de lançamentos discográficos. Edições recentes incluem "Liebende", com Katharina Konradi (CAvi-Music, 2021), "Die Schöne Müllerin", com Andrè Schuen (DG, 2021), "Prémices", com Sheva Tehoval (CAvi-Music, 2021) e "Dichterliebe", com o tenor Patrick Grahl (CAvi-Music, 2020). O seu primeiro álbum com canções de Robert Schumann, Hugo Wolf e Frank Martin, gravado com o barítono Andrè Schuen (CAvi-Music), foi galardoado com o prémio ECHO Klassik, em 2016. Pelo lançamento seguinte, "Wanderer", também com Andrè Schuen, recebeu o prémio OPUS Klassik, em 2019. Tem em curso o projeto de gravação integral das canções de Franz Liszt, para a editora CAvi-Music, bem como a compilação de um novo catálogo das canções do compositor.
Franz Schubert
Peter Mattei é um dos barítonos mais requisitados da atualidade, tendo recebido, em 2020, a distinção de cantor do ano do prémio Musical America. Com o pianista Daniel Heide, uma referência cimeira entre os músicos de câmara da sua geração, Mattei dará voz à apaixonante Viagem de Inverno de Franz Schubert, um dos mais fascinantes ciclos de canções escritos pela compositor austríaco. Dedicado à figura romântica do viajante, que atravessa um inverno habitado pela dúvida e pelas memórias, é um exemplo sublime da elegância dos Lieder de Schubert.
Mecenas Gulbenkian Música
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