Perianes, Queyras e Zimmermann
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Data
- 19:00 / Cancelado 19:00 / Esgotado sexta, 19:00
Local
Grande Auditório Fundação Calouste GulbenkianPreço
- 17,00 €
Assinaturas
Renovações: 25 – 27 mai
Novas: 15 – 17 jun
Bilhetes avulso
Compra antecipada online (Cartão Gulbenkian Mais): 29 jun, 10:00
Compra online: 30 jun, 10:00
25% – Menores de 30
10% – Maiores de 65
Cartão Gulbenkian:
50% – Menores de 30
20% – Maiores de 65
10% – 30 a 64
- Piano
- Violoncelo
- Tabea Zimmermann Viola
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Javier Perianes
Piano
A carreira internacional do pianista espanhol Javier Perianes permitiu-lhe pisar os palcos mais prestigiados do mundo, ao lado de maestros como Daniel Barenboim, Charles Dutoit, Zubin Mehta, Gustavo Dudamel, Klaus Mäkelä, Gianandrea Noseda, Gustavo Gimeno, Santtu-Matias Rouvali, Simone Young ou Vladimir Jurowski.
Na temporada 2025/26 partilha o palco com as Sinfónicas de San Francisco, San Diego, Dallas e Baltimore, bem como a Sinfónica de Bamberg, a Sinfónica do Estado de São Paulo, a Sinfónica de Castela e Leão, a Filarmónica de Monte Carlo e a Sinfónica de Sydney, entre outras orquetras. Regressa à Orquestra de la Comunitat Valenciana e à Orquestra Sinfónica da Galiza para dirigir e interpretar os cinco Concertos para Piano de Beethoven.
Javier Perianes apresenta-se com regularidade em recitais a solo em todo o mundo. Na presente temporada, atua em Heidelberg, Lisboa, Ostrava, Barcelona, Alicante, Madrid, Bruxelas, Liège, Künzelsau e na Ópera de Sydney. Participa também em prestigiados festivais como os BBC Proms, o Festival de Lucerna, o Festival Argerich, o Salzburg Whitsun, La Roque d’Anthéron, Grafenegg, Primavera de Praga, Ravello, Stresa, San Sebastián, Santander, Granada, Vail, Blossom, Ravinia e o Festival de Música das Canárias. Músico de câmara natural e entusiasta, colabora regularmente com a violetista Tabea Zimmermann.
Ao longo da sua carreira, apresentou-se com outras distintas orquestras como a Filarmónica de Viena, a Orquestra do Gewandhaus de Leipzig, a Sinfónica de Chicago, a Sinfónica de Boston, a Sinfónica NHK de Tóquio, a Sinfónica Yomiuri Nippon, a Orquestra Nacional da Dinamarca, bem como as Filarmónicas de Oslo, Londres, Nova Iorque e Los Angeles e a Orquestra de Paris, entre outras.
Javier Perianes grava em exclusivo para a Harmonia Mundi. Os mais recentes lançamentos incluem uma seleção de Sonatas de Scarlatti, Goyescas de Granados e as Sonatas n.º 2 e n.º 3 de Chopin, intercaladas com as três Mazurcas op. 63. Em 2012, recebeu, das mãos do Ministro da Cultura de Espanha, o Prémio Nacional de Música. Em 2019 foi nomeado “Artista do Ano” nos International Classical Music Awards (ICMA).
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Jean-Guihen Queyras
Violoncelo
Curiosidade, diversidade e uma firme focalização na música caracterizam o trabalho artístico de Jean-Guihen Queyras. Em palco ou no estúdio de gravação, a sua postura revela uma completa e apaixonada dedicação à música, bem como uma personalidade humilde e despretensiosa e um profundo respeito pelas composições que interpreta.
As motivações íntimas do compositor, do intérprete e do público devem convergir por forma a enriquecer e amplificar a experiência de um concerto. O violoncelista interiorizou esta abordagem interpretativa de Pierre Boulez, compositor e maestro com o qual estabeleceu uma longa colaboração artística. Esta filosofia, em conjugação com uma técnica irrepreensível e a uma sonoridade cristalina e envolvente, também contribuem para definir o desempenho do violoncelista em cada interpretação.
Jean-Guihen Queyras estreou obras de Ivan Fedele, Gilbert Amy, Bruno Mantovani, Michael Jarrell, Johannes-Maria Staud, Thomas Larcher e Tristan Murail, entre outros. Em novembro de 2014, gravou o Concerto para Violoncelo de Peter Eötvös, assinalando então o 70.º aniversário do compositor. São também relevantes as suas colaborações no domínio da música antiga, as quais incluem a Freiburg Baroque Orchestra e a Akademie für Alte Musik Berlin. É membro fundador do Arcanto Quartet e forma um trio com a violinista Isabelle Faust e o pianista Alexander Melnikov, sendo regularmente acompanhado em recitais por este último e por Alexandre Tharaud.
Jean-Guihen Queyras é um convidado regular das principais salas de concertos e festivais, onde se apresenta com grandes orquestras como a Orquestra de Filadélfia, a Sinfónica da Rádio de Baviera, a Mahler Chamber Orchestra, a Orquestra de Paris, a Sinfónica de Londres, a Orquestra do Gewandhaus de Leipzig ou a Orquestra do Tonhalle de Zurique, sob a direção de maestros como Iván Fischer, Philippe Herreweghe, Yannick Nézet-Séguin, François-Xavier Roth, John Eliot Gardiner ou Roger Norrington.
A discografia de Jean-Guihen Queyras é variada e ambiciosa, incluindo as Suites para Violoncelo solo, de J. S. Bach – que interpretou na sua estreia no Auditório Gulbenkian em dezembro de 2010 – e os concertos para violoncelo de E. Elgar, A. Dvořák, R. Schumann, P. Schoeller e G. Amy. Com Isabelle Faust e Alexander Melnikov, gravou também os trios com piano de Schumann. No álbum THRACE: Sunday Morning Sessions, em colaboração com os irmãos Chemirami (zarb) e Sokratis Sinopoulos (lira), explora os cruzamentos musicais, a improvisação e as tradições mediterrânicas, projeto que apresentou na Gulbenkian Música em 2016. Em 2018, duas gravações de obras de Carl Philipp Emanuel Bach e Antonio Vivaldi foram muito bem recebidas pela crítica especializada.
Jean-Guihen Queyras é professor na Universidade de Música de Friburgo e Diretor Artístico do festival Rencontres Musicales de Haute-Provence, em Forcalquier. Toca um violoncelo Gioffredo Cappa de 1696, por gracioso empréstimo da Mécénat Musical Société Générale.
Robert Schumann
Clara Schumann
Joseph Joachim
Johannes Brahms
Johannes Brahms
György Kurtág
Johannes Brahms
Na senda da cumplicidade entre Robert e Clara Schumann, Johannes Brahms e o violinista Joseph Joachim, que resultou numa das mais frutíferas amizades da história das artes, unem-se agora três dos mais brilhantes músicos da atualidade: o pianista Javier Perianes, o violoncelista Jean-Guihen Queyras e a violetista Tabea Zimmermann. Eles partem da afinidade original entre os Schumann, Joachim e Brahms para gizar uma conversa poética sob a forma da mais elevada música de câmara.
Mecenas Gulbenkian Música
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