Il ballo / Il combattimento
Il Pomo d’Oro
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Data
- 20:00 / Cancelado 20:00 / Esgotado segunda, 20:00
Local
Grande Auditório Fundação Calouste GulbenkianPreço
25% – Menores de 30
10% – Maiores de 65
Cartão Gulbenkian:
50% – Menores de 30
20% – Maiores de 65
10% – 30 a 64
- Cravo, Direção
- Soprano
- Soprano
- Soprano
- Meio-Soprano
- Contratenor
- Tenor
- Barítono
- Barítono
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Il Pomo d’Oro
A orquestra Il Pomo d'Oro foi fundada em 2012. É caracterizada por uma interpretação autêntica e dinâmica da ópera e de obras instrumentais do Barroco e do Classicismo. Os seus músicos são especialistas no domínio da interpretação histórica em instrumentos de época. Até agora, a orquestra trabalhou com os maestros Riccardo Minasi, Maxim Emelyanychev, Stefano Montanari, George Petrou, Enrico Onofri e Francesco Corti. A concertino Zefira Valova lidera a orquestra em vários projetos. Maxim Emelyanychev é o maestro principal desde 2016. Francesco Corti é o maestro convidado principal desde 2019.
A orquestra tem também colaborado com instrumentistas de renome como Giovanni Sollima, Edgar Moreau, Shunske Sato ou Dmitry Sinkovsky, e cantores como Joyce DiDonato, Cecilia Bartoli, Jakub Józef Orliński, Michael Spyres, Ann Hallenberg, Sandrine Piau, Mélissa Petit, Franco Fagioli, Max Emanuel Cenčić, Xavier Sabata, Lisette Oropesa ou Fatma Said.
Il Pomo d'Oro atua em muitos dos principais palcos da Europa, apresentando-se também com regularidade na Gulbenkian Música desde 2015. Depois do grande sucesso dos projetos In War & Peace e My Favorite Things, com Joyce DiDonato, colaborou com a meio-soprano norte-americana no programa Eden que foi distinguido com uma nomeação para os Grammy, um prémio Gramophone, um “Choc” de Classica, e um prémio Opus Klassik.
Na temporada 2024/25, a orquestra participou em produções de Alcina e Jephtha de Händel, Orlando Furioso de Vivaldi e Stabat Mater de Pergolesi. Em recital, o ensemble juntou-se a Michael Spyres, Pene Pati, Joyce DiDonato e Jakub Józef Orliński e iniciou uma nova colaboração com a violoncelista Anastasia Kobekina. Em 2025/26 realiza digressões de Il Combattimento di Tancredi e Clorinda, de Monteverdi, Giulio Cesare, de Händel, e da Paixão segundo São João, de Bach. Em recital, a orquestra colabora com Anna Prohaska (Bach e Buxtehude), e Jakub Józef Orliński numa digressão asiática de Beyond.
Il Pomo d’Oro atua regularmente em concertos de beneficência e é embaixador oficial do El Sistema Greece, um projeto humanitário destinado a proporcionar educação musical gratuita às crianças dos campos de refugiados na Grécia.
O nome da orquestra refere-se ao título de uma ópera de Antonio Cesti, composta para o casamento do Imperador Leopold I da Áustria com Margarita Teresa de Espanha, em Viena, em 1666. A ópera constituiu a parte final de uma celebração imperial de grande esplendor que incluiu impressionantes efeitos especiais. Il Pomo d’Oro foi provavelmente a mais excessiva e dispendiosa produção operática na então curta história da ópera.
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Francesco Corti
Maestro
O cravista e maestro Francesco Corti nasceu em Arezzo, em Itália, em 1984. Estudou órgão em Perugia e cravo em Genebra e Amesterdão. Foi premiado no concurso internacional Johann Sebastian Bach, em Leipzig (2006) e no Concurso de Cravo de Bruges (2007).
Como solista e maestro, apresentou-se em recitais e concertos na Europa, nas Américas, na Ásia e na Nova Zelândia, em salas como o Théâtre des Champs-Élysées (Paris), o Bozar (Bruxelas), a Philharmonie de Berlim, o Konzerthaus de Viena, a Elbphilharmonie de Hamburgo, o Mozarteum de Salzburgo, o Concertgebouw de Amesterdão, o Teatro Real de Madrid, o Palau de la Música Catalana (Barcelona) e o Tonhalle de Zurique.
Desde 2018, é o maestro convidado principal do ensemble Il Pomo d’Oro, que dirigiu em digressões europeias de Orlando, Radamisto e Tolomeo, de Händel, e com o qual realizou várias gravações. Dirigiu também Les Musiciens du Louvre, Tafelmusik, Freiburger Barockorchester, Akademie für Alte Musik Berlin, Kammerorchester Basel, B’Rock e Nederlandse Bachvereniging.
Desde 2023, é Diretor Musical do Drottningholm Royal Court Theater, onde dirigiu novas produções de Agrippina de Händel, Fairy Queen de Purcell, Armide de Lully e Orpheus de Telemann. Em 2024/25, Francesco Corti dirigiu Orlando Furioso de Vivaldi, em Bayreuth, Alcina e Jephtha, de Händel, com Il Pomo d’Oro, e Merope de Terradella, com Akamus. Realizou uma digressão na Austrália com a Australian Brandenburg Orchestra e estreou-se no Teatro San Carlo, em Nápoles, com Il Matrimonio Segreto de Cimarosa.
As suas gravações a solo receberam prestigiosos prémios, incluindo Diapason d’Or de l’Année, Preis der Deutschen Schallplattenkritik, Grammophone e Choc de Classica. Desde setembro de 2016, é professor de cravo na Schola Cantorum Basiliensis.
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Ana Quintans
Soprano
Ana Quintans nasceu em Lisboa. Estudou canto no Conservatório de Música de Lisboa e no Flanders Operastudio, em Gent, com uma bolsa da Fundação Calouste Gulbenkian. Trabalhou com maestros como Ivor Bolton, William Christie, Michel Corboz, Vincent Dumestre, Leonardo García Alarcón ou Marc Minkowski.
Colaborou em gravações do Requiem de Fauré e de La Spinalba de F. A. de Almeida, bem como de L´Orfeo de Monteverdi, com a Cappella Mediterranea, e Les Indes Galantes de Rameau, com La Chapelle Harmonique. Gravou também o papel principal de Coronis, de Sebastián Durón, e um álbum a solo com árias de Albinoni. As gravações em vídeo incluem David et Jonathas de Charpentier e L´Incoronazione di Poppea de Monteverdi, ambas com Les Arts Florissants e William Christie.
Trabalhou com encenadores como Deborah Warner, Andreas Homoki, Barry Kosky, Pier Luigi Pizzi e Graham Vick e apresentou-se em palcos como a Ópera de Lyon, a Ópera Estadual da Baviera, o Teatro Real de Madrid, a Ópera Nacional dos Países Baixos ou a Salle Pleyel, bem como nos festivais de Edimburgo, Aix-en-Provence, Glyndebourne e Salzburgo.
Os destaques de atuações recentes incluem a ópera Cublai, gran Kan de’Tartari, de Salieri, no Theater an der Wien, com Les Talens Lyriques e Christophe Rousset, e o papel principal na ópera de câmara Domitila, de Guilherme Ripper, na Fundación Juan March, em Madrid, e no Teatro Mayor de Bogotá. Projetos futuros incluem concertos com a Cappella Mediterranea (Les Indes Galantes de Rameau) e Le Poème Harmonique (Dido e Eneias de Purcell), e ainda The Fairy Queen, de Purcell, no Festival de Savonlinna, e o papel de Sangaride, em Atys de Lully, na Ópera Real de Versalhes.
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Jin Jiayu
Soprano
Jiayu Jin recebeu o 2.º Prémio e um prémio especial no Concurso Internacional de Canto de Ópera Barroca Pietro Antonio Cesti, em Innsbruck, em 2024. Anteriormente, venceu o Concurso Cavalli–Monteverdi, em Cremona (2023), e o Concurso Provenzale, em Nápoles (2024). Iniciou a sua carreira em 2022, com a Europa Galante e Fabio Biondi, tendo-se apresentado em vários festivais na Europa.
Em 2024 interpretou os papéis de Euridice e La Musica, em L’Orfeo de Monteverdi, com Il Pomo d’Oro e Francesco Corti, e o papel de Primavera, em La Gloria di Primavera de Scarlatti, no Teatro dell’Opera de Roma e no Teatro Massimo de Palermo, bem como o Stabat Mater de Pergolesi, em Sevilha, com Il Pomo d’Oro e Ann Hallenberg. Em 2025 cantou as Vésperas de Monteverdi, sob a direção de Gianluca Capuano, no Festival de Salzburgo e na Ópera de Monte Carlo, Arianna, em Il Giustino de Vivaldi, no Festival de Música Antiga de Innsbruck, com Stefano Demicheli, e apresentou-se em recital com a Akademie für Alte Musik Berlin.
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Sonia Tedla
Soprano
Sonia Tedla formou-se no Conservatório G. B. Martini e estudou Musicologia na Universidade de Bolonha. Mais tarde, especializou-se em repertório dos séculos XVII e XVIII, estudando com artistas de renome internacional. Colabora regularmente com maestros ilustres como R. Alessandrini, A. Bernardini, G. Capuano, F. Corti, A. De Marchi, P. Herreweghe, M. Mencoboni e F. M. Sardelli. Apresentou-se em prestigiados palcos e festivais, incluindo o Wigmore Hall de Londres, o Concertgebouw de Amesterdão, o Konzerthaus de Viena, o Gran Teatre del Liceu de Barcelona, o Festival de Música Antiga de Boston, o Festival de Música Antiga de Innsbruck, o Festival de Música Antiga de Utrecht, o Bourgie Hall de Montreal, a San Diego Early Music Society e o Festival Bach de Lausanne. As suas atuações operáticas incluem o Teatro alla Scala de Milão, a Ópera de Lyon e o Teatro Comunale de Bolonha. A sua discografia inclui projetos para a Deutsche Harmonia Mundi, a Naïve, a Arcana, a Dynamic e a Glossa.
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Luciana Mancini
Meio-Soprano
Natural da Suécia, mas com raízes chilenas, Luciana Mancini é reconhecida pela sua intensa presença em palco e pela sua expressividade vocal, abordando um repertório alargado, desde o Renascimento até Berio e Piazzolla. Na temporada 2025-26, colabora com Il Pomo d'Oro, em Monteverdi e Bach (Paixão segundo São João), com a Sinfónica de Montreal e Rafael Payare, em Messias de Händel, e com L'Arpeggiata e Christina Pluhar, numa digressão europeia. Outros compromissos incluem o Festival de Música de Câmara de Oxford, La Ritirata e o Bach Consort Wien.
Destaques de atuações recentes incluem papéis principais em La Cenerentola, Serse, e ainda Maria de Buenos Aires, de Piazzolla, na Ópera de Bona. Apresentou-se também no MusikTheater an der Wien e no Festival Mozart de Salzburgo, com a Nederlandse Reisopera, e colaborou com Sasha Waltz em produções de Orfeu, de Monteverdi, e Dido e Eneias, de Purcell. Os seus papéis operáticos levaram-na ainda à Ópera Estadual de Berlim, ao Teatro Real de Madrid, à Opéra Comique de Paris e à De Nationale Opera de Amesterdão, entre outros palcos.
Em concerto, trabalhou com maestros como Pablo Heras-Casado, Jordi Savall e Iván Fischer, e com orquestras como as Filarmónicas de Melbourne e de Roterdão, a Freiburger Barockorchester e o Ensemble Pygmalion. A sua discografia inclui Juditha Triumphans, com o Ensemble Lorenzo da Ponte, e Maria de Buenos Aires, com a Beethovenorchester Bonn.
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Leandro Marziotte
Contratenor
Vencedor do Concurso Internacional Händel de Göttingen e finalista no Concurso Internacional de Lugano, Leandro Marziotte estudou canto no Conservatório de Salzburgo e canto barroco no Real Conservatório de Haia. É o diretor artístico do agrupamento Gracia Barroca, com o qual desenvolve projetos como Las Musas de América, um ciclo de composições de sua autoria, baseadas em poemas de poetas latino-americanas.
Interpretou importantes papéis de ópera como Orfeu, em Orfeu e Eurídice de Gluck, Arsamene, em Serse, Orlando, em Orlando, e Ottone, em Agrippina, de Händel, colaborando com agrupamentos como Cappella Mediterranea (Leonardo García Alarcón), Le Poème Harmonique (Vincent Dumestre), Il Gusto Barocco (Jörg Halubeck) e Ensemble Caprice (Matthias Maute).
Realizou gravações para a Sony Music, a Harmonia Mundi e a Arcana, incluindo a primeira gravação de Flavio Crispo de J. D. Heinichen, e cantatas barrocas napolitanas. Gravou também Rodrigo, de Händel, com Laurence Cummings.
Leandro Marziotte apresentou-se em prestigiadas salas e festivais como o Teatro Real de Madrid, a Maison de la Radio de Paris, o Teatro Colón de Buenos Aires, a Maison Symphonique de Montreal, o Palácio das Belas Artes da Cidade do México, o Festival Bach de Leipzig e os Festivais Händel de Halle e Göttingen.
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Matteo Straffi
Tenor
Depois de ter concluído formação superior em canto renascentista e barroco, em Novara, com o contratenor Roberto Balconi, Matteo Straffi apresentou-se com músicos de renome como Evelyn Tubb e Michael Fields (The Consort of Musicke), Alessandro Quarta (Concerto Romano), Eduardo Egüez (La Chimera), Giulio Prandi (Coro Ghislieri), Sesto Quatrini, Andrea De Carlo (Ensemble Mare Nostrum), Luca Guglielmi, Francesco Corti (Il Pomo d’Oro), Ottavio Dantone (Accademia Bizantina), Antonio Greco (Cremona Antiqua) e Federico Maria Sardelli (Modo Antiquo). Apresenta-se regularmente nos principais festivais barrocos, incluindo o Festival Monteverdi de Cremona, o Festival de Música Antiga de Utrecht, o Grandezze & Meraviglie de Modena e o Festival Barroco de Roma.
Matteo Straffi frequentou também a Academia Superior de Ópera para Cantores Líricos, no Teatro Carlo Felice, em Génova, durante dois anos, tendo trabalhado com artistas como Francesco Meli e Michele Pertusi, estreando-se em óperas de Rossini e Donizetti. O seu repertório estende-se desde o início do Barroco até à ópera e à música de câmara do final do século XVIII e início do século XIX.
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Mauro Borgioni
Barítono
Natural de Perugia, Itália, Mauro Borgioni estudou no Conservatório Francesco Morlacchi, na Escola Cívica de Música de Milão e na Fundação Royaumont, onde ganhou uma bolsa de estudos em Música Barroca. Apresentou-se com maestros como Jordi Savall, Giovanni Antonini, Ottavio Dantone, Rinaldo Alessandrini e Federico Maria Stradelli,, entre outros, em prestigiadas salas como o Konzerthaus de Viena, a Philharmonie de Berlim, a Elbphilharmonie de Hamburgo, o Teatro Regio de Turim, o Teatro Massimo de Palermo, o Palau de la Música Catalana de Barcelona, o Carnegie Hall de Nova Iorque ou o Centro Nacional de Artes Performativas de Pequim.
Reconhecido pelas suas interpretações da música de Monteverdi, cantou Orfeu no Teatro Regio de Turim, no Festival Monteverdi de Cremona, no Teatro Comunale de Ferrara, na Opéra Grand Avignon e numa digressão europeia com Michele Pasotti e La Fonte Musica, que inclui o Konzerthaus de Viena, o deSingel de Antuérpia, o Concertgebouw de Bruges e o Festival Oude Muziek, em Utrecht. O seu repertório de concerto inclui as Vésperas de Monteverdi, a Paixão segundo São João, a Paixão segundo São Mateus e a Missa em Si menor de Bach, Senna festeggiante de Vivaldi, e obras de Haydn, Mozart e Händel. A sua discografia inclui muitas obras do Barroco musical, bem como os ciclos completos de canções de Samuel Barber e de Alban Berg. Os próximos projetos incluem um álbum a solo com cantatas de Händel e Gaffi, e apresentações na Europa de obras de Monteverdi, com La Fonte Musica e Jordi Savall.
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Lisandro Abadie
Baixo-Barítono
Lisandro Abadie é natural de Buenos Aires. Formou-se na Schola Cantorum Basiliensis e na Lucerne Hochschule. Venceu o Edwin Fischer Memorial Prize em 2006. Cantou sob a direção de, entre outros, William Christie, Laurence Cummings, Francesco Corti, Rubén Dubrovsky, Andreas Reize, Václav Luks, Tōnu Kaljuste, Skip Sempé, Paul Agnew, Paul Goodwin e Vincent Dumestre. Participou em inúmeras gravações discográficas e videográficas e trabalha também como investigador independente, tradutor e professor de Práticas Performativas Históricas. Leciona na Schola Cantorum Basiliensis desde 2019 e é professor de Canto Barroco na Universidade Mozarteum de Salzburgo desde 2024.
Claudio Monteverdi
Gregorio Allegri
Claudio Monteverdi
Il combattimento di Tancredi e Clorinda é uma das composições de Monteverdi associadas à origem do ballet pós-renascentista e da ópera. Estreada durante o Carnaval veneziano de 1624, relata a paixão entre um cavaleiro cristão e uma guerreira muçulmana. Um fascinante mergulho do ensemble Il Pomo d’Oro nas grandes obras do repertório barroco, sob a direção de Francesco Corti. O formato de concerto semi-encenado, imaginado pelo coletivo Anagoor, evoca a desaparecida coreografia original, num encontro entre a dramaturgia musical e o retrato da desigual condição feminina à época.
Ficha técnica
ANAGOOR – Projeto Artístico
Simone Derai – Conceito, Realização e Edição de Vídeo
Giulio Favotto – Diretor de Fotografia
Mecenas Gulbenkian Música
A Fundação Calouste Gulbenkian reserva-se o direito de recolher e conservar registos de imagens, sons e voz para a difusão e preservação da memória da sua atividade cultural e artística. Caso pretenda obter algum esclarecimento, poderá contactar-nos através do formulário Pedido de Informação.