Festival Jovens Músicos
Concerto de Abertura
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Data
- 18:00 / Cancelado 18:00 / Esgotado quarta, 18:00
Local
Grande Auditório Fundação Calouste Gulbenkian- Ensemble Bonne Corde
- Diana Vinagre Violoncelo barroco, Direção Artística
- Soprano
- Emily Robinson Violoncelo barroco
- Josep Maria Marti Duran Tiorba
- Cravo, Órgão
- Leida
- Mariana Dionísio Voz, Direção
- Leonor Arnaut Voz
- Beatriz Nunes Voz
- Filipa Franco Voz
- Nazaré da Silva Voz
- João Neves Voz
- Hugo Henriques Voz
- Henrique Coelho Voz
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Ana Quintans
Soprano
Ana Quintans nasceu em Lisboa. Estudou canto no Conservatório de Música de Lisboa e no Flanders Operastudio, em Gent, com uma bolsa da Fundação Calouste Gulbenkian. Trabalhou com maestros como Ivor Bolton, William Christie, Michel Corboz, Vincent Dumestre, Leonardo García Alarcón ou Marc Minkowski.
Colaborou em gravações do Requiem de Fauré e de La Spinalba de F. A. de Almeida, bem como de L´Orfeo de Monteverdi, com a Cappella Mediterranea, e Les Indes Galantes de Rameau, com La Chapelle Harmonique. Gravou também o papel principal de Coronis, de Sebastián Durón, e um álbum a solo com árias de Albinoni. As gravações em vídeo incluem David et Jonathas de Charpentier e L´Incoronazione di Poppea de Monteverdi, ambas com Les Arts Florissants e William Christie.
Trabalhou com encenadores como Deborah Warner, Andreas Homoki, Barry Kosky, Pier Luigi Pizzi e Graham Vick e apresentou-se em palcos como a Ópera de Lyon, a Ópera Estadual da Baviera, o Teatro Real de Madrid, a Ópera Nacional dos Países Baixos ou a Salle Pleyel, bem como nos festivais de Edimburgo, Aix-en-Provence, Glyndebourne e Salzburgo.
Os destaques de atuações recentes incluem a ópera Cublai, gran Kan de’Tartari, de Salieri, no Theater an der Wien, com Les Talens Lyriques e Christophe Rousset, e o papel principal na ópera de câmara Domitila, de Guilherme Ripper, na Fundación Juan March, em Madrid, e no Teatro Mayor de Bogotá. Projetos futuros incluem concertos com a Cappella Mediterranea (Les Indes Galantes de Rameau) e Le Poème Harmonique (Dido e Eneias de Purcell), e ainda The Fairy Queen, de Purcell, no Festival de Savonlinna, e o papel de Sangaride, em Atys de Lully, na Ópera Real de Versalhes.
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Fernando Miguel Jalôto
Cravo
Fernando Miguel Jalôto é Bachelor e Master of Music em Cravo pelo Departamento de Música Antiga e Práticas Históricas de Interpretação do Conservatório Real da Haia, na classe de Jacques Ogg. Frequentou master-classes com Gustav Leonhardt, Olivier Baumont, Ilton Wjuniski, Laurence Cummings e Ketil Haugsand. Estudou órgão barroco e clavicórdio e foi bolseiro do Centro Nacional de Cultura. É Mestre em Música pela Universidade de Aveiro e, como Bolseiro da FCT, é doutorando em Ciências Musicais / Musicologia Histórica na Universidade Nova de Lisboa. É fundador e diretor artístico do Ludovice Ensemble, um dos mais ativos e prestigiados grupos nacionais de música antiga. É membro da Orquestra Barroca Casa da Música e colabora com grupos especializados internacionais como Oltremontano e La Galanía. Apresentou‑se em vários festivais e inúmeros concertos em Portugal, Espanha, França, Bélgica, Holanda, Luxemburgo, Reino Unido, Noruega, Alemanha, Áustria, Polónia, Bulgária, Israel e Japão. Toca regularmente com a Orquestra e o Coro Gulbenkian e apresentou‑se com a Lyra Baroque Orchestra (Minnesota), a Real Escolania de San Lourenço d’El Escorial, a Orquestra da Radiotelevisão Norueguesa, a Camerata Academica Salzburg, a Orquestra de Câmara da Sinfónica da Galiza, a Real Filarmonia da Galiza, a Orquestra Sinfónica do Porto e a Orquestra Metropolitana de Lisboa, entre outras. Foi membro da Académie Baroque Européenne de Ambronay, da Academia MUSICA de Neerpelt e da orquestra barroca Divino Sospiro. Trabalhou com alguns dos mais notáveis maestros da especialidade como Banchini, Onofri, Hillier, Staier, Parrott, McCreesh, Biondi, Rousset, Koopman, Alessandrini, Pluhar, Christophers, McGegen, Florio e Alarcón, e acompanhou solistas como Kiehr, Podger, Sinkovsky, Minasi, Hantaï, Bernardini, Ghielmi, Grazzi e Coin. Gravou para a Ramée/Outhere com o Ludovice Ensemble, Brilliant Classics (Integral das Suites para Cravo solo de Dieupart), Dynamic (Concerto para Cravo em Sol menor de Carlos Seixas), Harmonia Mundi, Glossa Music, Parati e Anima & Corpo, para as rádios portuguesa, alemã e checa, e para os canais televisivos Mezzo, ARTE e RTP.
Maio 2018
Pietro Antonio Locatelli
Georg Friedrich Händel
Antonio Caldara
Georg Friedrich Händel
Georg Friedrich Händel
Joseph Hector Fiocco
Ao longo da história da música ocidental, o Lamento transpôs fronteiras entre o sagrado e o profano, afirmando-se pela sua força expressiva e assumindo um lugar central no período barroco. Desde a prática madrigalesca e as lamentações litúrgicas, até à ópera, a cantata e a música instrumental, tornou-se um recurso privilegiado para a expressão da dor, da perda e da contemplação em planos diversos. Em Lamentos Sacro-Profanos, obras de Locatelli, Händel, Caldara e Fiocco revelam a versatilidade deste meio, capaz de servir tanto o drama teatral como a meditação espiritual, enquanto veículo pictórico de afetos e emoções universais.
LEIDA foi concebida por Mariana Dionísio para funcionar como um instrumento a 8 vozes. Cada peça é um conjunto de premissas de parametrização e limitação que as tornam, consequentemente, sub-instrumentos. É nesses sub-instrumentos onde improvisam ou interpretam as peças que escreveu.
A Fundação Calouste Gulbenkian reserva-se o direito de recolher e conservar registos de imagens, sons e voz para a difusão e preservação da memória da sua atividade cultural e artística. Caso pretenda obter algum esclarecimento, poderá contactar-nos através do formulário Pedido de Informação.