Coro Gulbenkian a cappella
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Data
- 20:00 / Cancelado 20:00 / Esgotado quarta, 20:00
Local
Grande Auditório Fundação Calouste Gulbenkian- Direção
- Viola
- Viola
- Violoncelo
- Violoncelo
- Contrabaixo
- Piano
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Martina Batič
Maestra Titular
Vencedora do Concurso Eric Ericson em 2006, a eslovena Martina Batič é uma das principais maestras da sua geração. É reconhecida a sua versatilidade na direção de um vasto repertório, desde obras a cappella até corais-sinfónicas.
Martina Batič foi Maestra Principal do Coro da Rádio France entre 2018 e 2022. Anteriormente, foi Diretora Artística do Coro Filarmónico Esloveno. De 2004 a 2009, foi Diretora Artística do Coro da Ópera Nacional Eslovena, em Liubliana. No início da temporada 2023/24, assumirá as funções de Maestra Principal do Ensemble Vocal Nacional da Dinamarca, em Copenhaga.
Como maestra convidada, Martina Batič dirige regularmente prestigiados agrupamentos corais, incluindo o RIAS Kammerchor, o Coro da Rádio de Berlim, o Coro da Rádio da Baviera, o Coro da Rádio MDR, o SWR Vokalensemble, o Chorwerk Ruhr, o Coro de Câmara Eric Ericson, o Coro da Rádio Sueca, o Coro de Solistas da Noruega, o Coro da Rádio dos Países Baixos ou o Coro da Rádio da Flandres.
Além da Orquestra e do Coro Gulbenkian, a presente e as próximas temporadas incluem colaborações com o Coro de Câmara dos Países Baixos, o Coro da Rádio dos Países Baixos, o Coro da Rádio da Flandres, o SWR Vokalensemble, o Coro da Casa da Música, o Coro da Rádio de Berlim, a Züricher Singakademie, o Coro de Câmara de Helsínquia e o Bachchor Salzburg, entre outros agrupamentos.
Martina Batič dirige regularmente concertos a cappella em eventos como o Festival do Mar Báltico (Estocolmo), o Ultima Oslo, o Choregies d’Orange, o Festival Présences, em Paris, ou os festivais de Montpellier e Saint-Denis. Em 2018 dirigiu o Coro da Rádio Sueca e o Coro de Câmara Eric Ericson num concerto de gala para assinalar o 100.º aniversário de Eric Ericson.
Martina Batič estudou na Academia de Música da Universidade de Liubliana e na Universidade de Música e Teatro de Munique. Obteve o grau de mestre em direção coral, com distinção, em 2004. Em 2019 recebeu o prémio nacional esloveno Prešeren Fund Awards, pelas suas realizações artísticas no domínio da direção coral.
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Lu Zheng
Viola
Lu Zheng nasceu em agosto de 1977, em Tian Jin, na China. Começou a estudar violino e viola de arco aos seis anos de idade. Entre 1989 e 1997, frequentou o Conservatório Central de Música, em Pequim, onde realizou estudos complementares e superiores de viola. Entre 1994 e 1997, foi Viola Principal da Orquestra Juvenil da China. Em 1998 foi um dos membros fundadores do Chinese Quartet, tendo-se apresentado com este grupo nos Festivais de Música de Évora e do Algarve, a convite da Fundação Oriente. Entretanto, aperfeiçoou-se em música de câmara com Max Rabinovitsj e em viola de arco com Barbara Friedhoff e Bruno Pasquier.
Entre 2000 e 2004, Lu Zheng foi Solista B da Orquestra Metropolitana de Lisboa. É professor de viola de arco e música de câmara e apresenta-se regularmente em recitais a solo e de música de câmara. Ingressou na Orquestra Gulbenkian em 2005.
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João Tiago Dinis
Viola
João Tiago Dinis nasceu em 1987 em Aveiro. Ainda muito jovem, em 2007, integrou a Orquestra Filarmonia das Beiras, na qual iniciou o seu percurso profissional. Em 2023 ganhou o concurso para Solista B do naipe de violas da Orquestra Gulbenkian, lugar que ocupa atualmente. A sua trajetória conta ainda com colaborações com várias orquestras nacionais e internacionais como a Orquestra de Câmara de Colónia, a Orquestra de Câmara Portuguesa e, como primeiro viola, a Orquestra do Festival de Marvão, a Orquestra Clássica de Espinho e a Sinfonietta de Ponta Delgada, entre outras. Como solista, João Tiago apresentou-se com a Orquestra Filarmonia das Beiras e com a Orquestra de Cordas da Universidade de Aveiro.
No âmbito da música de câmara, colaborou com Quarteto de Cordas de Aveiro, sendo um dos seus membros fundadores, e com o Quarteto da Orquestra Clássica do Centro.
João Tiago frequentou a Licenciatura em Música na Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo do Porto e na Universidade de Aveiro, na qual foi galardoado com o 3.º lugar no Prémio Frederico de Freitas, em 2017. É convidado regularmente para ministrar masterclasses e workshops em várias instituições de ensino por todo o país.
João Tiago toca numa viola de Luís Claudio Manfio, “Isola Di Torcello”, de 2020, e numa viola António Capela, de 2009.
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Martin Henneken
Violoncelo
Martin Henneken recebeu as suas primeiras aulas de violoncelo aos seis anos de idade. Estudou na Musikhochschule Lübeck (Alemanha) com Troels Svane. Posteriormente ingressou na classe de Reinhard Latzko na Universidade de Música de Viena (Áustria) onde concluiu o Mestrado com distinção. Músicos como o violoncelista Lynn Harrell e o violinista Walter Levin (Quarteto Lassalle) complementaram a sua formação. Foi premiado várias vezes no Concurso Nacional Alemão para Jovens Músicos. Foi bolseiro da Fundação Live Music Now, criada por Yehudi Menuhin.
Durante os seus estudos, colaborou regularmente com várias orquestras como a Filarmónica de Lübeck, a Orquestra da Volksoper Wien, a Sinfónica de Viena e a Sinfónica da Índia, Mumbai. Entre 2009 e 2010, integrou a Orquestra da Ópera Nacional de Viena (Filarmónica de Viena) com a qual teve a oportunidade de participar em gravações, digressões internacionais e festivais (Salzburgo, Lucerna, BBC Proms). Desde 2010, é 2.º Violoncelo Solista da Orquestra Gulbenkian.
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Jeremy Lake
Violoncelo
Jeremy Lake nasceu em Londres, no Reino Unido, e começou a estudar violoncelo aos dez anos de idade. Aos quinze, integrou a National Youth Orchestra e, posteriormente, ganhou uma bolsa de estudos para estudar no Royal College of Music, em Londres, onde foi aluno de Joan Dickson e Amanda Truelove. Durante o seu tempo no RCM, recebeu vários prémios, especialmente na área da música de câmara. Foi selecionado para participar numa masterclass com Mstislav Rostropovich e chegou a tocar com ele em concerto, em formação de música de câmara. Após concluir os estudos no RCM, Jeremy prosseguiu a sua formação com Clive Greensmith, Timothy Hugh e Johannes Goritzki, em Düsseldorf, na Alemanha. Como músico freelancer, atuou com todas as principais orquestras e agrupamentos do Reino Unido e teve uma intensa atividade como músico de câmara e solista. Em 1998, mudou-se para Lisboa, Portugal, para integrar a Orquestra Metropolitana de Lisboa e tornou-se também professor na ANSO, um dos principais conservatórios de música da cidade. Posteriormente, passou a colaborar com a Orquestra Gulbenkian e, em 2004, foi nomeado violoncelista principal da OML. Desde 2005, é membro efetivo da Orquestra Gulbenkian. Em 2013, tornou-se também um dos membros fundadores da Camerata Atlântica. Jeremy continua a apresentar-se regularmente em concertos como músico de câmara e solista.
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Domingos Ribeiro
Contrabaixo
Domingos Ribeiro nasceu em Macau no ano 1992. Iniciou os seus estudos musicais no Conservatório de Música Calouste Gulbenkian de Braga com a professora Cristina Costa. Licenciou-se em 2013 na Escola Superior de Música de Lisboa, na classe do professor Manuel Rêgo. Estudou posteriormente na Escuela Superior de Música Reina Sofia, em Madrid, com os professores Duncan McTier e Antonio García Araque, enquanto bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian e da Fundación Albeniz. Foi academista Symphonieorchester des Bayerischen Rundfunks trabalhando regularmente com Philipp Stubenrauch, Wies de Boevé, Heinrich Braun e Alexandra Scott. Complementou também o seu desenvolvimento com Masterclasses com Janne Saksala, Matthew McDonald, Rinat Ibragimov, Catalin Rotaru, Petru Iuga, Edicson Ruiz, Benedikt Hubner, Wolfgang Güttler, entre outros.
Participou em vários estágios de orquestra de jovens, destacando-se a Orchestre de Jeunes de la Méditerranée e a European Union Youth Orchestra, tendo sido Chefe de Naipe em ambas. Ganhou o lugar de reforço convidado na Orquestra Sinfónica do Porto – Casa da Música em 2014, da Orquesta Nacional de España, em 2016 e na Budapest Festival Orchestra em 2017. Para além das orquestras já mencionadas, colaborou também com a Mahler Chamber Orchestra, Lahti Symphony Orchestra, Orquestra Metropolitana de Lisboa, Orquestra XXI, entre outras. Trabalhou com maestros como Mariss Janson, Bernard Haitink, Sir Simon Rattle, Kirill Petrenko, Yannick Nézet-Séguin, Riccardo Muti, Sir John Eliot Gardiner, Franz Welser-Möst, Kent Nagano, David Afkham, Krzysztof Urbanski, David Zinman, Dima Slobodeniouk, Alain Altinoglu, Lahav Shani, Christian Macelaru, Carlo Rizzi, Vasili Petrenko, Lawrence Foster, entre outros.
Em 2015 atuou a solo com a Orquestra Sinfónica da Escola Superior de Música de Lisboa e com a Camerata Gareguin Arantounian. Venceu também o 1º prémio na primeira edição do Concurso Vasco Barbosa tendo-se apresentado a solo no Centro Cultural de Belém com a Camerata Atlântica e gravado para a RDP – Antena 2. Em 2019, ganhou o 2º Prémio e o Prémio do Público do Concurso de Interpretação do Estoril e o 1º prémio do Festival “Verão Clássico”. Em 2020 apresentou-se a solo no Grande Auditório da Fundação Calouste Gulbenkian com a Orquestra Gulbenkian.
É solicitado para vários projetos e temporadas de Música de Câmara por todo o país, tendo colaborado com artistas como Maria João Pires, Gyula Stuller, Lou Yung-Hsin Chang, António Meneses, entre outros, e trabalhou também com o Ensemble Mediterrain e Ensemble Darcos. Participa também em vários concertos de Música de Câmara dos Solistas da Orquestra Gulbenkian.
Ganhou em 2017 o lugar de Chefe de Naipe dos Contrabaixos – Solista A – na Orquestra Gulbenkian, função que desempenha atualmente. Desde 2019 é docente de Contrabaixo na Escola Superior de Música de Lisboa, sendo também regularmente convidado para orientar várias Masterclasses em Portugal.
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Ricardo Martins
Piano
Ricardo Martins começou os seus estudos musicais no Instituto Gregoriano de Lisboa, em 1998, com Manuel Fernandes. Nesta fase foi laureado com uma bolsa de estudos da Livraria Barata e foi finalista para uma bolsa de estudos da Yamaha Music Foundation of Europe.
Entre 2004 e 2008, frequentou a licenciatura em piano na Escola Superior de Música de Lisboa, estudando com Jorge Moyano. Mais tarde, reingressou na Escola Superior de Música de Lisboa para o mestrado em ensino da música, com supervisão de Jorge Moyano e Miguel Henriques, com “Leitura à primeira vista ao piano” como tema de dissertação.
Ricardo Martins tocou em masterclasses com alguns dos melhores músicos da Europa, como Rudolf Knoll, Ana Leonor Pereira, Hansjörg Schellenberger (Fundação Calouste Gulbenkian), Nuno Inácio, Nuno Ivo Cruz e Sophie Perrier (Escola de Música Nossa Senhora do Cabo) e Fergus McWilliam (Escola Superior de Música de Lisboa). Patrocinado pela Fundação Calouste Gulbenkian, participou em workshops para correpetidores, recitativo acompanhado, e direção com João Paulo Santos, Claudio Desderi, Jory Vinikour, e Paul McCreesh (inserido nos cursos da European Network of Opera Academies).
Como acompanhador e correpetidor, participou em várias produções de ópera, destacando-se Ohneama, de João Gilherme Ripper, com Marcelo de Jesus e o Coro do Teatro Nacional de São Carlos (2016), para o festival “Terras sem Sombra”, e A Flauta Mágica (2017-2018) e Don Giovanni (2018-2019), de Mozart, para o Atelier de Ópera da Orquestra Metropolitana de Lisboa, com encenação de Jorge Vaz de Carvalho e direção de Pedro Amaral. Trabalhou também com o Teatro Nacional de São Carlos e o maestro Graeme Jenkins na produção de Alceste, de Gluck, com encenação de Graham Vick, para a temporada 2018-2019.
Ensaia frequentemente com o Coro Gulbenkian como acompanhador, tenho trabalhado com maestros como Joana Carneiro, Lawrence Foster, Jorge Matta, Michel Corboz, Fernando Eldoro, Paulo Lourenço, John Nelson, Ludovic Morlot, Paul McCreesh, Gustavo Dudamel, Leonardo García Alarcón e Ludwig Wicki. Como instrumentista convidado, participou em vários concertos com a Orquestra Gulbenkian, a Orquestra Metropolitana de Lisboa, e a Orquestra Sinfónica Portuguesa.
Patrocinado por várias instituições de renome, Ricardo Martins teve a oportunidade de participar em masterclasses com grandes nomes do piano, incluindo Galina Eguiazarova, Sequeira Costa, Miklos Spaniy, Fausto Neves, Roberto Turin, Artur Pizarro, Mikhail Markov, António Rosado e Arcadi Volodos.
Leciona como acompanhador e professor de piano na Escola de Música Nossa Senhora do Cabo, mantendo em paralelo a sua atividade como acompanhador e correpetidor freelancer. Como solista, participou em recitais em várias salas de concertos, como o Museu Nacional da Música e o Auditório CGD do Instituto Superior de Economia e Gestão.
Fanny Mendelssohn
Clara Schumann
Robert Schumann
Franz Schubert
Johannes Brahms
Composta por Johannes Brahms em 1889 como resposta ao título de cidadão honorário que lhe foi atribuído pela cidade de Hamburgo, a obra coral Fest- und Gedenksprüche foi, de um modo mais amplo, pensada pelo compositor alemão para ser interpretada em datas de celebração coletiva. Na sua mente estaria a recente formação do Império Alemão, em 1871, tendo Brahms recorrido a passagens da Bíblia como versos para serem cantados por um coro misto. Neste programa a cappella dirigido por Martina Batič, à obra de Brahms juntam-se ainda criações de Schubert e de Robert e Clara Schumann.
Guia de Audição
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, Sala do Foyer. Entrada livre, sujeita à lotação.
Por Inês Thomas Almeida
Mecenas Gulbenkian Música
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